Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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Registro da Gazeta do Sertão de 1981, relatando em tom de desabafo a destruição do Hotel Canecão:

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8 comentários

  1. Edmilson Rodrigues do Ó on 26 de agosto de 2012 22:55

    Compactuo totalmente com o raciocinio do nobre articulista da Gazeta do Sertão. Tudo o que eu gostaria de dizer já foi dito por ele com muita categoria. Firmo o meu endôsso...!

     
  2. Paulo Gomes on 27 de agosto de 2012 08:50

    Concordo com a posição do jornal e questiono o a partir de agora! O que já foi perdido,não temos como recuperar, mas e o que pode ser perdido ainda? Existe alguma forma de preservar o pouco que ainda resta de nossa história?

     
  3. Edmilson Rodrigues do Ó on 27 de agosto de 2012 12:35

    Eu vejo que quase nada, ou nada, nos resta para perder. Tudo já foi consumado....

     
  4. Paulo Gomes on 27 de agosto de 2012 12:39

    Se é assim, o último que sair,por favor apague a luz.

     
  5. Paulo Gomes on 27 de agosto de 2012 19:40

    Meu caro colega (também sou portador do radiococus frequenciae) Edmilson, me perdõe a falta de "diplomacia" no meu comentário, mas já não tenho mais paciência para "engolir" tanto descaso, incompetência e, acima de tudo, aceitação passiva por parte dos campinenses deste estado de coisas. Hoje, como muitos filhos da terra, moro em outro estado graças a fata de oportunidades e mentalidade microscópica da nossa gente. Sim, nossa gente, nós somos os principais catalizadores da situação que presenciamos hoje. Poderia citar milhares de fatos que atestam esta pasmaceira, porem, me restringirei a apenas um por conta do espaço. Lembra-se da extinta VARIG? Lembra-se da luta titânica de Manoel Gonçalves Valença (seu representante na época) para manter vôos partindo de Campina Grande? O que fazia com que esta luta não tivesse sucesso? Respondo: Os próprios campinenses! Sim, deixavam de embarcar em Campina Grande para embarcar em João Pessoa, no Recife, etc. etc. Qual empresa privada manteria esta rota deficitária? Por várias vezes embarquei em S Paulo e depois de muitas escalas, desembarcava solitário e envergonhado em minha própria terra. E na maioria das vezes no mesmo vôo vinham passageiros para Campina Grande, mas ficavam em Recife, para onde os seus familiares já havia se deslocado para recebê-los. Agora meu irmão, me diga com toda sinceridade, somos ou não somos, quintal dos outros? Até quando seremos pedreiros que NUNCA chegarão a mestres de obras? Alguns até questionam em sua santa ignorância "por que aquí nada dá certo?". Será mesmo que aqui nada dá certo? Ou não dá certo porque fazemos errado ou de forma incompetente? Ou dá errado porque sempre tem alguém querendo tirar vantagem de alguma coisa (os famosos espertos)? Sei que alguns não concordarão com o que digo, porém paciência, não tenho compromisso nenhum com estes que assim procedem. Desculpe mais uma vez, meu irmão,vou ficando por aqui (arre égua, que câmbio!), antes que a pressão suba mais.

     
  6. Jônatas Rodrigues Pereira on 3 de setembro de 2012 11:37

    A ignorancia que está implantada nas mentes dos homens é assustadora. Pena que ainda existe estas práticas absurdas e ultrapassadas atualmente. Campina Grande com é uma das cidades que mais se destruiu em toda a sua história. Num chamado "progresso", derrubou-se muito de seu passado, infelismente que não voltarás mais.

     
  7. Fernanda Galvão on 12 de abril de 2015 22:25

    Meu pai Rubens Martins de Moraes, não era proprietário do imóvel, era alugado ele era apena proprietário do hotel e bar o Canecão. foi vitima da ganancia do capitalismo selvagem, nunca foi indenizado e nem se quer avisado que o imóvel estava há venda. saiu sem nada e depois disso a sua vida foi arruinada, morreu pobre, mais com a consciência limpa de não ter feito parte dessa historia de ter sido responsável pela destruição do patrimônio de Campina Grande. Lamento há historia não mostras os fatos reais. Atenciosamente . Fernanda Galvão

     
  8. Fernanda Galvão on 12 de abril de 2015 22:25

    Meu pai Rubens Martins de Moraes, não era proprietário do imóvel, era alugado ele era apena proprietário do hotel e bar o Canecão. foi vitima da ganancia do capitalismo selvagem, nunca foi indenizado e nem se quer avisado que o imóvel estava há venda. saiu sem nada e depois disso a sua vida foi arruinada, morreu pobre, mais com a consciência limpa de não ter feito parte dessa historia de ter sido responsável pela destruição do patrimônio de Campina Grande. Lamento há historia não mostras os fatos reais. Atenciosamente . Fernanda Galvão

     


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