Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

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O excelente canal do Youtube "Aviões e Músicas", falou recentemente do acidente do "Lóide Aéreo Brasileiro" ocorrido em Campina Grande no ano de 1958, aquele que teve entre seus passageiros Renato Aragão", mais conhecido como sendo o humorista Didi dos Trapalhões. O vídeo pode ser assistido abaixo:



Este assunto já foi muito abordado pelo blog, podendo ser lido através do links a seguir:
http://cgretalhos.blogspot.com/2009/08/memoria-tragedia-da-queda-do-aviao-em.html
http://cgretalhos.blogspot.com/2010/12/ainda-sobre-tragedia-do-aviao-de-1958.html
http://cgretalhos.blogspot.com/2016/11/recortes-desastre-aereo-em-campina.html 

E sobre Renato Aragão em Campina Grande: 

http://cgretalhos.blogspot.com/2014/03/campina-grande-150-anos-renato-aragao.html


Alvino Pimentel era natural de Alagoas, aportou na Rainha da Borborema e tornou-se um abastado exportador de algodão na época áurea da cultura algodoeira e detinha relações estreitas com grandes personalidades políticas do Brasil. Entre eles, o ex-presidente JK, o qual recebeu e hospedou o mesmo em sua confortável residência situada na Rua Getúlio Vargas, quando o mesmo visitou Campina Grande pela segunda vez, para inauguração da Adutora de Boqueirão, atendendo ao famoso pedido de Alvino: "para mim não quero nada, mas para Campina Grande peço uma adutora".

O livro "Folclore Político", de Sebastião Nery, reúne uma série de contos que foram absorvidos pela História de políticos brasileiros. Entre estes contos, na seção dedicada ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, encontramos a seguinte narrativa:

"Candidato a presidente, hospedou-se em Campina Grande, na casa do coronel Alvino Pimentel, industrial e homem refinado. Tratou JK como um rei: queijos da França e caviar da Rússia. Cinco anos depois, no fim de seu mandato, Juscelino retornou a Campina Grande para inaugurar o serviço de água, promessa de campanha. Quando a porta do avião abriu, a primeira pessoa que apareceu lá embaixo foi um senhor de cabelos brancos. Chamou Abelardo Jurema:
- Quem é aquele de cabelos brancos ali no pé da escada?
- É o compadre Alvino, onde o senhor se hospedou.
Juscelino desceu sorrindo, os abraços abertos:
- Coronel Alvino, e os queijos?"
Hugo Felinto, bisneto do entusiasta Alvino Pimentel, produziu o curta "Compadre Alvino" como resultado do Trabalho de Conclusão do Curso de Arte e Mídia, da UFCG, após disponibilização do autor na rede social YouTube, reproduzimos esta grande contribuição á memória política e empresarial de Campina Grande:


 
Quando criamos o "Retalhos Históricos de Campina Grande", uma de nossas inspirações para tal fato, talvez a maior, foi um documentário que tinha sido feito naquele período, o "Balões de 74" do diretor Luciano Mariz. O filme relatava a tragédia ocorrida no bairro de José Pinheiro no ano de 1974, quando um cilindro de gás explodiu, atingindo várias pessoas que estavam em um parque de diversões. O Blog RHCG já abordou em suas páginas várias vezes o ocorrido, material este, que pode ser lido clicando-se AQUI e AQUI . O fato é que esta tragédia, acabou se tornando um dos fatos marcantes da história de Campina Grande, a exemplo da morte de Félix Araújo, da seita "Borboletas Azuis", da Tragédia da Praça da Bandeira, o "Mão Branca"  e outros menos votados.

Luciano Mariz, gentilmente autorizou a reprodução do seu filme aqui no blog, o que ficamos honrados e agradecidos, pois o material é excelente e agora está acessível para todos os historiadores, curiosos e público em geral, fazendo agora parte do acervo do blog. O filme pode ser assistido clicando-se abaixo:




“Os balões de 74”
Luciano Mariz



SINOPSE


Domingo de natal. Crianças brincam nas calçadas e os fiéis deixam a igreja depois da missa de fim de tarde. A rua, intransitável, divide-se entre pessoas e brinquedos de um simplório parque de diversões. Seria uma imagem poética, se não estivéssemos falando de uma das maiores tragédias ocorridas na cidade de Campina Grande, PB. Em 1974, o cenário de beleza ganhou expressões grotescas e marcas de sangue as quais ecoam até hoje na memória dos sobreviventes. Entre o fictício e o real, a alegria e o sofrimento, o presente e o passado: “Os balões de 74” traz à tona uma história esquecida pelas novas gerações, mas que ainda hoje é uma recordação viva para os mais velhos. Ouvir os sobreviventes e parentes de vítimas da tragédia, cerca de três décadas depois, é como ouvir o ressoar daquela explosão.


Os Balões de 74
Direção Geral: Luciano Mariz
Direção de Produção: Hingrit Nitsche

Patrocinadores:

- Prefeitura Municipal de Campina Grande – Secretaria de Educação, Esporte e Cultura
- Prefeitura Municipal de Boqueirão – CEFAR
- Câmara Municipal de Campina Grande
- Nutricarnes
- Universidade Federal da Campina Grande - UFCG

FICHA TÉCNICA

Direção Geral
Luciano Mariz

Produção Executiva
Hingrit Nitsche
Luciano Mariz

Roteiro
Luciano Mariz
Nathan Cirino

Assistência de Direção
1º. Assistente: Fabiano Raposo
2º. Assistente: Sabrina Moura

Direção de Produção
Hingrit Nitsche

Assistência de Produção
Cristiane Patrícia Melo Amorim
Lunara Araújo
Mainara Rodrigues Nóbrega

Pesquisa
Sabrina Moura
Rebecca Cirino

Assistência de pesquisa
Vinicius Queiroz

Direção de fotografia
Helton Paulino
Jhésus Tribuzi Lula

Assistência de Fotografia
1º. Assistente: Ian Abé Mafiollete
2º. Assistente: Hugo Felinto

Cinegrafistas:
Anderson Santiago
Paulo Calixto
Hoberdan Dias

Direção de Arte 
Fernando Rabelo
Ricardo Garrido

Assistência de Arte
Emídio Medeiros

Arte Gráfica
Elton Fernandes Ramos

Direção de Áudio e Edição de Som
Gustavo Sobreira Rocha

Assistência de Áudio
1º. Assistente: Rennan Ribeiro
2º. Assistente: Bernardo Hennys

Técnico de som de gravações de áudios off
Zé Newton Sousa Filho

Trilha Sonora Original
Nilson Lopes

Vozes off
Evilásio Junqueira
Flávio Barros
Hingrit Nitsche
Iuska Cyntia Mariz Galvão
Massilon Gonzaga

Direção de Platô
André Luiz Almeida

Assistência de Platô
1º. Assistente: Ludemberg Bezerra
Adriana Sá
André de Brito Leano
Estela Maris de Medeiros e Oliveira
Liliana Patrício Vieira
Luciana Nascimento Urtiga
Marina Moura Ribeiro
Moema Vilar
Nicole Camelo Felipe
Pâmella Leite
Priscylla Araújo Lucena
Renata Fernandes
Vinicius Queiroz

Still
Daniela Morais
Poliana Urtiga

Story Board
Luís Carlos Venceslau

Claquete
Giotto Andrade Braz

Contra-regra
Emídio Medeiros

Montagem
Luciano Mariz
Sabrina Moura

Edição e Finalização
Leandro Ponciano


Contatos:

Luciano Mariz - 8858 0766
lucianomariz@gmail.com

Documentário produzido em 1988 pela JTP Publicidade, para a Prefeitura de Campina Grande (Governo Ronaldo Cunha Lima), a partir de imagens do São João de 1987 e anos anteriores.

As imagens foram feitas por Carlos Alberto Xapéu, Sílvio Vieira, Marco Sousa e Emerson Saraiva. Roteiro e Narração de Geraldo Batista. Edição de Imagens e Áudio Marco Sousa e Emerson Saraiva. Direção Geral de José Tadeu Pereira.


Fonte: https://www.youtube.com/user/emersonsaraiva

Apresentamos, abaixo, uma das grandes raridades da filmografia campinense; trata-se do documentário "A Feira de Campina Grande", produzido por Elyseu Visconti Cavalleiro.

O filme, original em 35mm, possui 9 minutos de imagens retratando o cotidiano de um dos grandes patrimônios culturais de Campina Grande e foi lançado em 23/02/1981, no Rio de Janeiro, pelo diretor/produtor.

Segundo a sinopse da obra, o documentário versa "... sobre a tradicional Feira de Campina Grande, na Paraíba, e que com o passar dos anos transformou-se na principal fonte de abastecimento de outras feiras da região, tornando-se a 'feira das feiras'. Para ela convergem produtos típicos do Sertão, do Agreste e do Cariri. Sua importância comercial, econômica, histórica, política e o folclore sempre presente, indica o papel de grande depositário de valores culturais dessa Feira para a comunidade."  

Direitos Autorais Preservados: (c) Elyseu Visconti Cavalleiro Produções Cinematográficas


Foi lançado no último dia 07 o documentário A Alma das Ruas, do diretor campinense Jaime Guimarães. O curta foi exibido no Canal Futura e é proveniente de um edital de incentivo financiado pela própria emissora, em parceria com o Globo Universidade. Para quem não pôde acompanhar pela TV, agora o filme se encontra disponível na internet.

A obra trata-se de um recorte poético sobre o cotidiano das ruas centrais de Campina Grande, e mostra como as pessoas se relacionam com o espaço urbano. Com uma bela fotografia e narração de um personagem, o Flanêur, o curta consegue criar uma outra visão da cidade, não percebida por muitos dos próprios habitantes.

A alma das ruas é uma livre adaptação da obra do escritor João do Rio, autor do livro A Alma Encantadora das Ruas, e foi gravado no final do ano passado nas ruas do centro da cidade. O projeto contou com uma equipe de 20 pessoas, entre técnica e produção. Agora o curta segue se inscrevendo em festivais e mostras de Cinema, a fim de divulgar a beleza e poesia contidas nas ruas de Campina Grande.



Sinopse: As ruas tem alma, afirmava o jornalista e cronista carioca João do Rio. Este documentário traz uma livre adaptação da obra do escritor e capta a essência das vias centrais da cidade de Campina Grande, localizada no interior da Paraíba. O flâneur acompanha os movimentos dos cidadãos e as relações que se desenvolve, dando vida ao espaço urbano. A partir de uma narração poética, o filme mostra o que muitas vezes passa despercebido aos olhos das pessoas.

Ficha Técnica:
Produção Executiva, Roteiro e Direção - Jaime Guimarães
Assistente de Direção - Giovanni Peres
Narrador (O Flâneur) - Chico Oliveira
Direção de Produção - Mikaely Batista e Rafaela Marques
Direção de Fotografia - Breno César 
Som Direto e Finalização de Áudio - Giancarlo Galdino
Montagem - Renato Hennys
Finalização de Imagem e Arte Gráfica - Emerson Saraiva
Assistente de Fotografia - Pablo Giorgio
Assistente de Som - Arthur Dantas
Still - Everton David 
Orientadora - Cássia Lobão 
Entrevistados - Paulo Loló, Reginaldo Ramos e Thiago D'angelo

Apoio Cultural:
Universidade Estadual da Paraíba/Departamento de Comunicação
Vitrola Bar e Restaurante
BLOG RHCG SERVIU DE REFERÊNCIA PARA O DOCUMENTÁRIO

Convidamos a todos a conhecer o documentário da TV Senado "O Homem que Viu Zé Limeira", que conta a história de Orlando Tejo, poeta paraibano, autor do livro Zé Limeira, o poeta do absurdo, considerado um ícone da cultura popular nordestina. O livro traz a história de um cantador da Paraíba, Zé Limeira, que viveu os primórdios da cantoria e foi responsável pela criação dos versos mais surrealistas da história do repente. 

Como visto na imagem, o blog "Retalhos Históricos de Campina Grande" foi utilizado na produção do excelente documentário, já que o especial da TV conta algumas curiosidades de nossa cidade. 

O filme pode ser baixado pelo site da TV Senado clicando-se AQUI, ou assistido diretamente no link a seguir:


A direção é de Mauricio Melo Junior, a quem agradecemos a citação ao nosso blog.
O período do "Mão Branca" foi um momento controverso da história de Campina Grande. Já foi abordado aqui no RHCG em postagem especial, que gerou um forte debate. Fabiano Raposo produziu um documentário chamado "Enquanto a Justiça Tarda", que entrevistou algumas pessoas que vivenciaram aquele período de nossa história. A visualização do documentário foi autorizada para o "Retalhos Históricos de Campina Grande" e pode ser assistido clicando-se abaixo:



Voltamos ao assunto "Ufologia em Campina Grande". Este documentário realizado pela TV Paraíba nos anos 90 é bastante interessante, mesmo se tratando de histórias que mexem com o desconhecido. Primeiro, por podermos observar no auge de sua forma, o grande jornalista e professor Romulo Azevedo, bem como Polion Araújo,  e segundo, por termos acesso a algumas imagens raras, como por exemplo a de Machado Bittencourt, um dos maiores cineastas de nossa heroica Paraíba. Também poderemos ver, um Paulo Coelho ainda sem tanta fama, sendo entrevistado por Rômulo, além de uma história interessante sobre  Gilvan Barbosa, um dos grandes nomes do Campinense Clube, que afirmou ter visto várias vezes um Disco Voador. O link segue abaixo e aproveitamos para agradecer a Gustavo Carneiro da TV Itararé por nos ter cedido o DVD:




Com este título que mais parece uma afronta aos dogmas religiosos, esteve montada em Campina Grande no período de 13 a 20 de Maio de 2012, a instalação artística criada por Jarrier Alves e Nivaldo Rodrigues, componentes do Coletivo Mídias, que propôs ao cidadão campinense o desafio de atravessar o Açude Velho, caminhando sobre suas águas!

Buscando aliar História, Sustentabilidade e Arte, o projeto desenvolvido em parceria com a Ágora Produções construiu uma ponte localizada na chamada “cintura” do Açude Velho, partindo do CUCA (antigo CEU) à Rua Paulo de Frontim, até a outra margem do reservatório, na Rua Dr. Severino Cruz. 

A ponte foi construída com garrafas PETI, montadas sobre tablados de madeira, tudo recolhido de forma consciente com base nos descartes promovidos pela sociedade. Uma das curiosidades que dava sentido ao projeto, em termos ecológicos, é que o total de garrafas PETI utilizadas, cerca de 8.000 (oito mil), corresponde ao consumo diário na cidade de Campina Grande!

A data escolhida não foi ao acaso, houve a coincidência do dia 13 de Maio de 1980 ter inserido Campina Grande nos noticiários, quando uma gama de  jornalistas locais, além da equipe do Fantástico da Rede Globo, esteve  de plantão na Rainha da Borborema, à espera do grande dilúvio profetizado por Roldão Mangueira, líder do movimento messiânico conhecido como ‘Borboletas Azuis’.

Chamando à atenção dos transeuntes e de toda a sociedade, inclusive as autoridades políticas para a degradante situação em que se encontra o Açude Velho, sendo exclusivamente mantido em função da deposição dos esgotos da cidade, o Coletivo Mídias, representado pelo professor Nivaldo Rodrigues, nos concedeu uma pequena entrevista, da qual formatamos no vídeo-documentário postado a seguir:




Acesse o texto-manifesto que justifica a instalação no seguinte endereço:
http://coletivomidias.blogspot.com

Contatos:
e-mail.: coletivomidias@gmail.com
Twitter: @coletivomidias
Rua Marquês do Herval,1922 (ao fundo nota-se a Igreja do Rosário)

Através da intervenção colaborativa de Saulo Araújo, postamos neste Blog uma das fotos mais raras do auge da cotonicultura em Campina Grande, assim como a imagem acima, da mesma época.

As fotos foram extraídas de uma publicação internacional, denominada "Some observations on the cotton industry of Brazil", artigo do Dr. Andrew MacNairn Soule, professor da Faculdade Estadual de Agricultura da Geórgia, que correspondia ao relatório da Delegação Oficial dos Estados Unidos, que participou do II Congresso Americano de Expansão Econômica e Comercial e Congresso Mundial de Algodão, realizado no Rio de Janeiro, realizado no mês de Outubro de 1922.
 
Abaixo, a publicação virtual, original em inglês, pertencente ao acervo bibliotecário da Cornell University, de Nova Iorque, que cita Campina Grande com dados e fotos sobre a cultura algodoeira naquela época.

Fonte:
Cornell University: http://www.cornell.edu/
Um achado raríssimo, feito oportunizado pelo Historiador Bruno Gaudêncio, trata-se de um soneto construído à quatro mãos, as mãos e os intelectos de dois 'monstros' da poesia e da oratória que escreveram seus nomes na História de Campina Grande: Raymundo Asfora e Félix Araújo.

O soneto 'Hino Pagão à Mocidade' foi publicado no Jornal Formação, órgão do Centro Estudantal Campinense, famoso reduto juvenil, no dia 6 de Outubro de 1948,e tem em sua peculiaridade o fato desse poema ter sido 'montado' durante um passeio dos dois jovens boêmiossobre um jeep, pelas ruas de Campina Grande (Claro, que o cenário não poderia ser outro!).

Outro detalhe: as famílias Asfora e Araújo foram tomadas pela surpresa em conhecer esta obra literária através da postagem de Bruno Gaudêncio, em seu perfil no Facebook, onde o mesmo justifica a pesquisa: "Os dois são personagens da minha dissertação de mestrado: Da Academia ao Bar: Círculos intelectuais, cultura impressa e repercussões do modernismo em Campina Grande-PB (1913-1953). Espero, logo logo, publicar. Outros achados virão!"  

Recorte Jornal "Formação", 06/10/1948

Agradecimento:
Bruno Gaudêncio
Escritor, Jornalista e Historiador

Co-Editor da Revista Blecaute
Publicou: O Ofício de Engordar as Sombras (poemas)
e Cântico Voraz do Precipício (Contos)
Membro dos Núcleos Literários Blecaute e Caixa Baixa
Mestrando em História - UFCG
Graduado em Jornalismo e História - UEPB

Blog: http://acasocaos.blogspot.com/
Twitter: http://twitter.com/BrunoGaudencio
Para celebrar o ápice do "Maior São João do Mundo", nada melhor do que assistir a este documentário de Machado Bittencourt, gravado nas dependências do "Clube dos Caçadores" em 1980. Agradecimentos a Mario Vinicius Carneiro Medeiros, por nos ceder esta raridade:


Ficha Completa (www.cinemateca.com.br)

FESTAS JUNINAS
Categorias
Curta-metragem / Sonoro / Não ficção

Material original
16mm, COR, 8min, 88m, 24q


Data e local de produção
Ano: 1980
País: BR
Cidade: Campina Grande
Estado: PB


Sinopse

    "Uma das mais tradicionais festas populares do Nordeste Brasileiro sob a ótica do cineasta. Com a participação dos alunos do curso de comunicação social da URNE, o filme flagra uma festa junina realizada num arraial montado no Clube dos Caçadores. Um trabalho de caráter informativo e didático." (ECJP/SMB)

Gênero

    Documentário

Dados de produção

Companhia(s) produtora(s): Cinética Filmes Ltda.
Produção: Bitencourt, Machado
Direção: Bitencourt, Machado
Direção de fotografia: Bitencourt, Machado
Identidades/elenco:
Alunos da URNE


Documentário feito como projeto de conclusão de Rebecca Cirino do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande em 2010. Ganhador de 2 prêmios de menção honrosa pelo valor histórico no Comunicuras 2011 e Curta Taquary 2011.

"O patrimônio histórico de uma cidade é testemunha de uma transformação urbana; sua preservação é importante para apresentar as futuras gerações sua história através da arquitetura.
Campina Grande é uma cidade como várias outras no país que chama atenção por ter um rico patrimônio histórico. Porém o que se conhece de patrimônio hoje na cidade está sendo destruído pouco a pouco.
A identidade da memória morta é um documentário que expõe e questiona essas destruições que se não ocorrer uma mudança rápida de pensamento geral, tanto política, quando comunitária, esse patrimônio em breve deixará de existir."


Para nós do RHCG, foi uma honra publicar o documentário de Rebecca e ficamos a disposição de todos aqueles, que têm documentários sobre a história de nossa cidade.


Em 1890 se discutia o prologamento da ferrovia Conde D’eu, embora desde 88 a Assembléia Provincial registrasse alguns reclamos desta natureza em suas sessões. Christiano Lauritzen – Chefe da Intendência Municipal – muito se empenhou para o surgimento de uma estação em Campina Grande.
Viajou então o dinamarquês em maio daquele ano à Capital Federal - Rio de Janeiro - com este objetivo, intercedendo junto a “poderosos amigos”, que na voz da Gazeta do Sertão seriam os paraibanos participantes da Proclamação da República. Antes porém já havia ele conseguido os estudos do ramal de Alagoa Grande até Campina.
Irineu Joffily que anseiava este progresso mas duvidava do seu implemento, publicava uma nota em seu jornal congratulando- o:

damo-lhes sem reservas sinceras felicitações, como campinense esforçado pela prosperidade desta terra. (...) Não Guardams ressentimento político, quando se trata de reconhecer serviços de tal ordem. Suun cuique tribuere” (Gazeta: 18/07/1890).

Contudo, advertia JOFFILY que o ponto de partida deveria se dar em local amplo, apropriado para uma estação de trem e seus armazéns, concluindo que: “Esse ponto nos parece ser a planície além do açúde das Piabas, ao nascente, dirigindo-se daí depois de atravessar o riachão Ingá, a enconta meridional da pequena serra Oity, Gravatá, Cachoeira, Chã de Cavana a descer no vale do Jacú, evitando assim ponte sobre o rio Mamanguape” (Gazeta: 18/07/1890).
Este traçado colocava em igual percurso dois centros importantes da época: Alagoa Nova e Serra Redonda, que ficavam igualmente distantes a duas léguas de seus trilhos.
Retornou em junho acompanhado de dois engenheiros que procederiam aos estudos daquela estação, ficando assim registrado:

Última hora – Chegou ontem às 6 horas da tarde de volta de sua viagem à capital federal, o cidadão Christiano Lauritzen; acompanhado de dois engenheiros Drs. Crockratt de Sá, chefe da comissão que vai, segundo nos informam, fazer os estudos da estrada de ferro deta cidade à Mulungú, e o Dr. Corte Real.
Os três distintos Cidadãos foram encontrados por mais de cem cavalheiros.
No seguinte número daremos maiores esclarecimentos a respeito do fim principal da vinda dos dignos engenheiros; cumpre-nos agora somente sauda-los e ao cidadão Christiano Lauritzen pela feliz viagem.
A nossa saudação seria ainda mais cordial se o presidente da intendência tivesse alcançado o fim principal de sua viagem, estrada de ferro de Campina, no corrente ano, coisa que muitos ainda não acreditam; e (confessamos a nossa fraqueza) somos do número deles” (Gazeta do Sertão: 11/07/1890).

A comissão de estudos firmou a primeira balisa no final da rua do Oriente, também conhecida como dos Mulungús, aquém do açude das Piabas. Estava esta primeira estaca na direção do Riachão de Ingá, permeando as fraldas do elevado morro do Araçá e Oity, conforme sugestão de JOFFILY que não exitou em declarar:

A distinta comissão não podia escolher melhor local para ponto terminal da estrada; pois que nenhum outro como ele reúne iguais cômodos não só para a linha férrea, como para a população desta cidade e de fora” (Gazeta do Sertão: 25/07/1890).

Promovidos os estudos necessários, o projeto foi aprovado pelo Ministro da Agricultura, nestes termos:

“Acha-se assentado pelo Ministério da Agricultura estrada de ferro até Campina Grande, melhoramento de tão grande alcance para este Estado.
Tendo-se esforçado desde muito o cidadão Governador para consegui-lo, acaba de ser vitoriado pela notícia recebida da Capital Federal de que foi portador o prestimoso campinense Christiano Lauritzen. Parabéns ao Dr. Venâncio Neiva e ao povo paraibano” (Estado da Parahyba: 09/08/1890).

Após algumas denúncias de irregularidades, o governo federal nomeou Francisco Retumba para fiscalizar as obras da Great Wetern, que ficariam conclusas em 1907.
Assim noticiava O COMMERCIO:
The Great Western of Brazil Railway Company Limited – AVISO – PROLONGAMENTO A CAMPINA GRANDE. No dia 2 de outubro proximo vindouro será aberto ao tráfego de passageiros, mercadorias, animais e serviço telegráfico, o prolongamento de Itabayana à Campina Grande. De acordo com o horário abaixo publicado, os trens correrão nas Segundas, Quartas-feiras e Sábados, e se corresponderão em Itabayana com os trens para a Parahyba e Recife e vice-versa nos dias indicados” (O COMMÉRCIO: 09/10/1907).

Referido anúncio era assinado por J. A. Lorimer, superitendente da companhia sediada em Recife.
A máquina tombada so n° 32 partia da estação de Campina às 6:40 AM com destino a Itabaiana, passando por Galante, Ingá e Mogeiro. O transporte de gadum vacum se fazia aos sábados, havendo lugar apropriado no vagão. Mas era necessário contratar com antecedência com o agente da estação.
O trem chegou a Campina em 02 de outubro daquele ano. Fora recepcionado pelo então prefeito Christiano Lauritzen. O médico Assis Chateaubriand Bandeira de Melo fez a oratória, inaugurando uma onda de progresso que seguiria anos a fio. A partir daí Campina nunca mais fora a mesma.

Rau Ferreira


Fonte:
- JOFFILY, Irineu. Notas sobre a Paraíba. Edição fac-similar de 1892. Ed. Thesaurus: 1977.
- JOFFILY, José. Entre a monarquia e a república. Livraria Kosmos Editora: 1982.
- PARAHYBA, Estado da. Órgão republicano. Edição de 09 de julho. Parahyba do Norte: 1890.
- SERTÃO, Gazeta do. Edição de 06 de junho. Campina Grande/PB: 1890.
- SERTÃO, Gazeta do. Edição de 11 de julho. Campina Grande/PB: 1890
- SERTÃO, Gazeta do. Edição de 18 de julho. Campina Grande/PB: 1890.
- SERTÃO, Gazeta do. Edição de 25 de julho. Campina Grande/PB: 1890.
- O COMMERCIO, Jornal. N. 3052. Edição de 09 de outubro. Parahyba do Norte: 1907.
Fonte: Google Images
Hoje atingimos mais uma marca da gratificante empreitada dos organizadores deste Blog, em promover o resgate da memória da nossa Rainha da Borborema: atingimos 1.000 (mil) postagens!

Isso quer dizer que, mesmo sem o compromisso formal de atualização diária, em dois anos e meio de atividade, superamos a média de uma postagem por dia! O Blog Retalhos Históricos de Campina Grande promoveu a oferta de mil pontos de discussão entre os assíduos frequentadores desse site, como também, aos visitantes eventuais junto a algum assunto modal ou polêmico.

Ao longo desse período, várias postagens nos impulsionou como forma de alavancagem, promovendo o conteúdo do Blog, inclusive, nas mídias jornalísticas locais.

Segundo informações da plataforma Blogger, que hospeda o BlogRHCG, dentre as postagens mais acessadas, destacam-se “Os Borboletas Azuis”, “Reminiscências dos Antigos Carnavais de Campina Grande”, “Raimundo Asfora: Campinense por Adoção e de Coração”, “A Tragédia da Queda do Avião em 1958”, “Mão Branca”, “A Eleição para Prefeito em Campina Grande em 1982”, entre tantas outras que foram amplamente visitadas, lidas e enriquecidas com os valiosos comentários dos nossos Colaboradores da História, parceiros na construção desse projeto de resgate e preservação da História de Campina Grande.

E apesar da marca ser do blog, quem ganha o presente é nosso visitante. Graças aos préstimos do professor Mário Vinícius Carneiro Medeiros a postagem comemorativa de hoje é possível. O autor do livro sobre a história do Treze Futebol Clube entrou em contato com Célia Bitencourt, viúva do cineasta Machado Bitencourt e conseguiu em primeiro lugar, a confirmação da existência de um filme sobre Campina Grande feito em 1975 e por conseqüência a confirmação da existência da Cápsula do Tempo, que foi abordada em postagem anterior e que causou enorme curiosidade no “RHCG” e que pode ser relembrada, clicando-se AQUI. Em segundo lugar, conseguimos através do professor Mário, o vídeo deste documentário (JUSTAMENTE O FILME DA CÁPSULA), cujo material pode ser definido em apenas uma palavra: FANTÁSTICO. Vejam a riqueza deste vídeo clicando-se no link a seguir:



Detalhes (www.cinemateca.com.br):

CRÔNICA DE CAMPINA GRANDE
Categorias
Curta-metragem / Sonoro / Não ficção
Material original
16mm, COR, 17min, 187m, 24q
Data e local de produção
Ano: 1975
País: BR
Cidade: Campina Grande
Estado: PB
Sinopse
    "Filme realizado com o objetivo principal de ser guardado em uma urna especial no interior do grande monumento aos índios Arius, erguido em 1975, para comemorar mais um aniversário de fundação da cidade. Resguarda um caráter eminentemente otimista apresentando tudo sobre e da cidade Campina Grande: ruas, praças, personalidades, suas riquezas, sua cultura, sua história".

Gênero
    Documentário
Dados de produção
Companhia(s) produtora(s): Cinética Filmes Ltda.; Prefeitura Municipal de Campina Grande
Produção: Bitencourt, Machado
Direção: Bitencourt, Machado
Direção de fotografia: Bitencourt, Machado

Machado Bitencourt também foi o autor de outro documentário sobre Campina Grande, intitulado “Da Prensa de Algodão, Da Prensa de Gutemberg”. Este material, uma verdadeira raridade, retrata um pouco da história do jornalismo campinense, inclusive com imagens históricas da TV Borborema nos anos 70, com Geraldo Batista apresentando um jornal. Cliquem abaixo:



Detalhes (www.cinemateca.com.br):

CAMPINA GRANDE, DA PRENSA DE ALGODÃO, DA PRENSA DE GUTEMBERG - (1975)
Categorias
Curta-metragem / Sonoro / Não ficção
Material original
16 mm, BP, 17min, 187m, 24q
Data e local de produção
Ano: 1975
País: BR
Cidade: Campina Grande
Estado: PB
Sinopse: "Filme memorialista que transcreve em todos os momentos uma tentativa para explicar o porquê das coisas ocorrerem em Campina Grande. Explica o papel de diversos de seus filhos na evolução social, econômica, comercial e cultural". (ECJP/SMB)
    "Uma tentativa de explicar o porquê das coisas ocorrerem em Campina Grande. Explica o papel de diversos de seus filhos na evolução social, econômica e comercial. Trabalhando com fotos antigas e utilizando música folclórica, Machado procura reconstruir a ligação e os primeiros jornais, que determinaram o papel de mando naquela próspera comunidade. Falando em tom nostálgico desses primeiros jornais, como 'O Jornal da Paraíba' e 'O Rebate', lembra que, embora a cidade seja um centro universitário e conte com cerca de 300 mil habitantes, apenas três ou quatro mil pessoas lêem jornais. Mesmo assim, com esse antagonismo entre o progresso e a força do jornal, o filme procura destacar a ação construtiva, valorizada, das rádios e TV na formação da própria cidade. Detém-se longamente na evolução do comércio campinense, com a implantação de bancos de caráter familiar (...). Acompanha a ação de líderes políticos, de Félix Araújo a Newton Rique, Argemiro de Figueiredo, Severino Cabral, Ronaldo Cunha Lima, para só se falar nos que surgiram após a Revolução de 30. (...) Cidade caldeada culturalmente, com incrível espírito criador, Campina Grande é, na visão desse documentário, um cidade em transe, isto é, em busca de um novo tempo. E é essa Campina Grande descaracterizada, sem mais as glórias do tempo da prensa do algodão, mas já com jornais em off-set, com estações de rádio e TV".

Prêmios
Prêmio de Seleção Embrafilme INC, 1975.
  
Dados de produção
Companhia(s) produtora(s): Cinética Filmes Ltda.
Produção: Bitencourt, Machado
Direção: Bitencourt, Machado
Direção de fotografia: Bitencourt, Machado
Identidades/elenco:
Araujo, Felix
Rique, Newton
Figueiredo, Argemiro de
Cabral, Severino
Lima, Ronaldo Cunha

Estes dois vídeos fazem parte de uma coletânea sobre o cinema de Machado Bitencourt, o criador da Cinética Vídeos. Para os que amam Campina Grande É OBRIGATÓRIO a aquisição deste DVD, através da viúva de Machado, Célia, que trabalha no Espaço Cultural em João Pessoa-PB. O preço do DVD: 20 reais.

Este DVD foi realizado pela Eliro Produções, com patrocínio do Programa BNB de Cultura Edição 2010 / Parceria BNDES /Governo Federal, com apoio da ABD/PB.

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Conteúdo do DVD O Cinema de Machado Bitencourt

Disco 1


1-      Maria Coragem (Ficção, 42 min, 1977)

Primeiro filme longa-metragem de Machado Bitencourt. A história escrita por ele baseia-se numa ocorrência jornalística verificada num sítio perto da cidade de Remígio-PB. Uma moça havia atirado no pai, em defesa de seu namorado amante. Esse incidente serviu de fio da meada para o argumento de Maria Coragem.

2-      O Caso de Carlota (Ficção, 51 min, 1981)

A história sugerida para filmagem foi o famoso “caso” de Carlota Lúcia de Brito, ocorrido em Areia-PB, no século XIX. Uma espécie de fusão entre jornalismo e ficção, com muitas informações históricas baseadas nos autos do processo da Comarca de Areia e nas visões apresentadas por José Américo de Almeida e Horácio de Almeida em seus livros.

Extras

    Cronologia de Vida e Obra Machado Bitencourt

2.      Depoimento Machado Bitencourt (26min, 1996)

Importante depoimento do cineasta em que ele demonstra sua preocupação com a preservação do acervo e lamenta a desatenção das autoridades com a produção cinematográfica no país e, especialmente na Paraíba.

    O Fio da Memória (DV, 10min, 2008)

Documentário sobre o acervo Machado Bitencourt, realizado em 2008 por Gian Orsini e Lúcio Vilar para integrar as homenagens ao cineasta no IV Festival Aruanda do Audiovisual Universitário Brasileiro. O vídeo traz depoimento da viúva Célia Bitencourt denunciando o estado de abandono no qual se encontra o acervo, quase dez anos após a morte do cineasta.

Disco 2

1 – Crônica de Campina Grande (Doc, 17 min, 1975)

Filme realizado com o objetivo principal de ser guardado em uma urna especial no interior do grande monumento aos índios Arius, erguido em 1975, para comemorar mais um aniversário de fundação da cidade de Campina Grande. Resguarda um caráter eminentemente otimista apresentando tudo sobre e da cidade.

2 – O Último Coronel (Doc, 9min, 1975)

No engenho “Mundo Novo” no município de Areia, na Paraíba, reside José da Cunha Lima, o último dos grandes coronéis vivos do Nordeste. Ganhador do Prêmio Cinemateca do MAM – Rio de Janeiro, na IV Jornada Brasileira de Curta-metragem, o filme mostra o ambiente do ocaso desse coronelato após percorrer “vales e aguadas” da região do Brejo historiando o ciclo econômico da cana-de-açúcar, na Paraíba.

3 – Campina Grande, Da Prensa de Algodão e da Prensa de Gutemberg (Doc, 17min, 1975)

Filme memorialista que transcreve uma tentativa para explicar o porquê das coisas ocorrerem em Campina Grande. Explica o papel de diversos de seus filhos na evolução social, econômica e cultural. Prêmio de seleção Embrafilme INC, esse filme, juntamente com “Crônica de Campina Grande” e “O Último Coronel”, foi um dos que abriram caminho para a produção das primeiras obras da Cinética.

4 – Festas Juninas (Doc, 5min, 1980)

Uma das mais tradicionais festas populares do Nordeste Brasileiro sob a ótica do cineasta Machado Bitencourt. Com a participação dos alunos do curso de Comunicação Social da Urne, o filme flagra uma festa junina realizada num arraial montado num clube recreativo. Um trabalho de caráter informativo e didático.

5 – Com a Palavra, a Mulher (Doc, 7min, cor, 1980)

Um grupo de universitárias responde livremente a questões formuladas em pesquisa. A interpretação das respostas é feita em imagens filmadas, de acordo com a “maioria” das opiniões sobre casamento, a liberdade e comportamento do homem. O filme foi realizado como “laboratório profissionalizante” para alunos de Cinema da Universidade Federal do Nordeste.

6 – O Sol de um Novo Dia (Doc, 22min, 1986)

Média-metragem, O Sol de Um Novo Dia foi realizado sob encomenda de uma agência de publicidade para propaganda do candidato Wilson Braga. A despeito de seus objetivos políticos imediatos, o filme revela a densidade e o esmero do documentarista.

7 – Águas do São Francisco (Doc, 10min, 1993)

Último dos filmes da Cinética. Um documentário sobre a transposição das águas do São Francisco, sob a encomenda da Fundação Tancredo Neves. Obra de grande importância, enquanto registro do monumental projeto que tem gerado polêmica nos bastidores da política e da administração brasileira, em especial nos estados nordestinos.

8 – Getsemani (Fic, 16min, 1995)

Uma homenagem metalingüística ao cinema no seu centenário. Com o título em português de Aconteceu em Aurora, o vídeo esboça a trajetória de um pistonista influenciado pela emoção de ter visto o filme Luzes da Ribalta (Chaplin) bem como da paixão pela atriz principal. Foi apresentado no The Cine Video Continous Festival of Burbank, Califórnia, em janeiro de 1996

Extras

1 – A Festa do Rosário de Pombal (Doc, 23min, P&B, 1978)

Filme de Jurandir Moura, com montagem de Machado Bitencourt, registra a tradicional Festa do Rosário de Pombal, epicentro de inúmeras manifestações da cultura popular no Sertão Paraibano. Foi realizado por encomenda para o Museu da Imagem e do Som da Universidade Federal da Paraíba.

2– A Incrível República do Povo da Silva (Doc, 8min, 1993)

Obra propagandista sobre a cidade de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa, feita sob encomenda para campanha do então candidato a deputado Estadual Marcos Odilon Ribeiro Coutinho, abordando sua administração à frente da Prefeitura Municipal.  -

Ficha Técnica

Coordenação Geral:

Elinaldo Rodrigues
Alessandra Fontes

Supervisão:

Célia Bitencourt

Restauração Mecânica e Telecinagem 16 mm:

João Carlos Beltrão
Pigmento Cinematográfico

Finalização e Autoração:

Thiago Marques

Design gráfico:

Alessandra Fontes

Textos:

Elinaldo Rodrigues

Fotos:

Acervo Machado Bitencourt

Agradecimentos:

ABD-PB
Acauã Produções Culturais
Águia Mendes
Aliança Francesa de João Pessoa – PB
Álvaro Fernandes
André da Costa Pinto
Bruno de Sales
Filippe Denis Langbehn Pinto
Ely Marques
Emmanuel Abrantes Sarmento
J. França
Laércio Ferreira Filho
Liuba de Medeiros
Mikael de la Fuente
Pigmento Cinematográfico
Robsandra Abintes
Sesc Centro de Campina Grande – PB

Realização:

Eliro Produções

Patrocínio:

Programa BNB de Cultura Edição 2010 / Parceria BNDES / Governo Federal

Apoio:
ABD-PB

Eliro Produções
55 83 9950-3271 (TIM)
55 83 8713-1956 (OI)

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Para saber mais sobre Machado Bittencourt, cliquem AQUI, AQUI e AQUI. E agradecemos a todos os que cederam materiais para estes 1000 posts e para todos os que divulgaram e acessaram desde 2009 o “Retalhos Históricos de Campina Grande”.


Fontes Utilizadas:

www.cinemateca.com.br
www.janelacultural.com/
Neste documentário realizado pelo jornalista Rômulo Azevedo, que gentilmente autorizou sua exibição aqui no "RHCG" através do pedido do jornalista da TV Itararé, Gustavo Carneiro, podemos realizar uma verdadeira viagem a história do patrimômio cultural de Campina Grande, quando podemos assistir sobre a famosa "Feira" de Campina Grande, a cultura dos cordéis, patrimônio arquitetônico e inclusive, ter acesso a depoimentos de pessoas que fizeram história na imprensa de Campina Grande, a exemplo de "Seu Gaúcho", Epitácio Soares e Hilton Motta. Cliquem abaixo para a visualização:


Ficha Técnica:

Pesquisa, Texto e Roteiro: Rômulo Azevedo
Colaboração: Raul Córdula
Imagens: Gilsomar Calixto (Popó) e Silvio Vieira
Edição: Rômulo Azevedo e Silvio Vieira
Iluminação: Gilson Bezerra
Caracteres: Gênisson (Saúva)
Direção Geral: Rômulo Azevedo
Realização: NOAR
Idealização e Coordenação Geral do Projeto: Maria Cristina Gomes Negrão
Coordenação Administrativa: Marlene Braz Barros Cavalcante


 
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