Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?



Entre as grandes manchetes que prenunciaram as matérias noticiadas nos Anos 80, aquelas relacionadas ao grupo "Mão Branca" foram recorrentemente evidenciadas nos primeiros anos daquela década.
  
A primeira página do jornal Diário da Borborema do dia 05 de Setembro de 1983, apresentou como manchete a confirmação da sentença de 76 anos para 'Zezé Basílio', um dos integrantes do grupo de extermínio. Ao tempo, o Tribunal de Justiça da Paraíba também determinava um novo julgamento para outros dois envolvidos, que estavam em liberdade; 'Zé Cacau' e Cícero Tomé, ambos absolvidos em julgamento ocorrido no ano anterior. 

Em sequência, vem o resultado de um jogo entre TrezeFC e Botafogo, partida válida pelo Segundo Turno do Campeonato Paraibano de 1983, que contou com uma derrota do Campinense Club em partida realizada em Patos, contra o Esporte.

Outra notícia que, infelizmente, nos atenta para esta publicação é a que reporta o falecimento de uma garota de 15 anos, que brincava de bicicleta às margens do Açude Velho em companhia de outras crianças;



Geoclécia Ferreira Rocha, de 15 anos, era aluna do Colégio Estadual da Prata e morava no Bairro da Liberdade. No momento do acidente, ela e outros amigos se dirigiam ao Açude Velho para um tradicional pic-nic e, nas proximidades do CEU-Clube dos Estudantes Universitários, fora irresponsavelmente colhida por um veículo em alta velocidade conduzido por um motorista que não lhe prestou socorro, tendo a violência do impacto determinado seu óbito poucos instantes após o ocorrido.

Este caderno do DB nos foi gentilmente cedido pelo advogado João Fábio Ferreira Rocha, mais conhecido como Fábio Rocha, conceituado locutor radiofônico que vem a ser irmão da Geoclécia, a jovem que teve a vida interrompida no dia anterior, em meio a tantos outros assuntos compilados dia à dia, através da equipe de jornalismo do Diário da Borborema.

Leia, abaixo as notícias citadas; clique nas imagens para ampliá-las!






Uma imagem nostálgica retratada provavelmente no final da Década de 1990, mostrando em primeiro plano parte do Açude Velho, mais precisamente margeando a conhecida residência do ilustre ex-senador Ivandro Cunha Lima (à direita) e a Sociedade Médica (à esquerda).

Ao centro da foto, notemos o girador onde hoje estão as famosas e turísticas estátuas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro e, mais atrás um pouquinho, o Restaurante Monreale Piano Bar, no finalzinho da Rua Desembargador Trindade, onde hoje encontra-se erguido o Edifício Residencial Monalisa.

O horizonte ainda mostra poucos condomínios, imperando soberano o Residencial Porto Bello, nas proximidades do Açude. 

Aspecto Atual da Localidade - Foto (c) Google


Foto: Arquivo Ricardo Souto
A imagem acima é uma produção do tradicional Foto Vilar, em homenagem a D. Anselmo Pietrulla, 1º Bispo de Campina Grande, que esteve à frente da Diocese de 13 de Novembro de 1949, um dia após sua instalação, até 1955.

Hoje, calha esta postagem, pelo fato de toda comunidade católica local estar convidada à recepção e posse do seu 8º Bispo Diocesano, Dom Dulcênio Fontes, egresso do vizinho estado de Alagoas, onde passou 11 anos como Bispo da Diocese de Palmeira dos Índios.

De acordo com a PASCOM - Pastoral da Comunicação da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, os eventos dedicados a acolhida do novo Bisco de Campina Grande seguirá o seguinte roteiro:

Chegada à Campina Grande:

Previsão de horário: 15:00h
Carreata: Dom Dulcênio chegará na Avenida Assis Chateaubriand, em Campina Grande, às 15h [em frente à empresa Alpargatas], onde será recebido pelos fiéis católicos, e em seguida, participa de uma carreata percorrendo as Ruas José do Patrocínio, Lino Gomes da Silva [passando pela frente da AABB], e Treze de Maio com destino à Praça da Bandeira.

Entrevista coletiva: Ao chegar na Praça da Bandeira, Dom Dulcênio caminhará até o Colégio Damas, onde concederá entrevista coletiva à imprensa, às 15h45.

Solenidade aberta: Após conceder entrevista à imprensa, o novo Bispo participa na Praça da Bandeira, de uma solenidade aberta, programada para às 16h, onde será recebido pelas autoridades religiosas, civis e militares. Um palco será montado no local. Dom Dulcênio vai receber a bandeira de Campina Grande e a chave simbólica da cidade.

Missa e posse canônica: Na sequência, Dom Dulcênio seguirá a pé até a Catedral de Nossa Senhora da Conceição, seguido por um grande cortejo de religiosos e fiéis. A celebração da missa e a posse canônica do novo Bispo acontece às 17h. Dom Dulcênio tomará posse como 8º Bispo da Diocese de Campina Grande.

Primeira celebração: A primeira celebração religiosa a ser presidida pelo Bispo Dom Dulcênio acontecerá no domingo (3), às 10h também na Catedral de Nossa Senhora da Conceição, no Centro.



DIOCESE DE CAMPINA GRANDE, BREVE HISTÓRICO:

Criada a 14 de Maio de 1949, a Diocese de Campina Grande foi desmembrada da Arquidiocese da Paraíba, pertencendo ao Regional Nordeste 2 da CNBB, através de um documento Papal chamado Bula, com o título “Supremum Universi” do Papa Pio XII.

O 1º Bispo de nossa Diocese foi Dom Frei Anselmo Pietrulla OFM. 
Período:13/11/1949 até 1955.

2º Bispo: Dom Otávio Barbosa Aguiar. 
Período: 19 de maio de 1956 até 08/07/1962.

3º Bispo: Dom Manuel Pereira da Costa. 
Período: 30/09/1962, ficando no pastoreio até 1981.

4º Bispo: Dom Luís Gonzaga Fernandes. 
Período: 17/10/1981 até 29/08/2001.

5º Bispo: Dom Matias Patrício de Macêdo. 
Período: 22/09/2000 até 26/11/2003.

6º Bispo: Dom Jaime Vieira Rocha.
Período: 16/02/2005 a 21/12/2011

7º Bispo: Dom Manoel Delson.
Período: 2012 a 2017

Dom Dulcênio Fontes




A inauguração do primeiro Museu de Arte da cidade, em 20 de Outubro de 1967 foi tão grandioso, que mereceu reportagem especial da maior publicação impressa do Brasil nos anos 60, a lendária revista "O Cruzeiro".

As páginas a seguir contam, em fotos, essa história (cliquem nas imagens para ampliá-las):







Texto extraído da Wikipédia:

O Museu de Arte Assis Chateaubriand (MAC) foi criado em 1967, fruto da Campanha Nacional dos Museus Regionais, idealizada pelo magnata das comunicações Assis Chateaubriand, que tinha por objetivo dotar as diferentes regiões do Brasil com expressivos acervos de arte. Foi administrado pela Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne), uma instituição privada sem fins lucrativos, que atualmente se chama Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O museu estava sediado em um edifício histórico, erguido na década de 1920 para abrigar a primeira escola estadual de Campina Grande, e foi transferido para um novo prédio no bairro do Catolé. Sua coleção é composta por mais de 500 objetos, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e colagens, produzidos por artistas brasileiros e estrangeiros, abrangendo majoritariamente o período que vai do Academicismo oitocentista às vanguardas da década de 1960.
Uma propaganda da empresa "Socimasa", que marcou época em Campina Grande. A Socimasa era de origem pernambucana, atuando no atacado. A partir da década de 80, resolveu se expandir pelo Nordeste, tornando-se uma das maiores no setor. A partir de 1986, a Socimasa começou a atuar no varejo, até seu encerramento na década de 90.

Campanha 1976 - Jornal O Globo

Ainda carente de uma postagem à altura da sua representatividade histórica para Campina Grande, apresentamos um apanhado raro de três jingles eleitorais de campanhas pretéritas na Rainha da Borborema, do candidato Juracy Palhano.

O economista e empresário João Juracy Palhano Freire nasceu em 19/6/1935 em Remígio-PB, filho de Manoel Cardoso Palhano e Cora Freire Palhano. Foi funcionário do Banco do Brasil no período de 1958 a 1971, tendo exercido a função de Diretor de Colégio Estadual no ano de 1967.

Perseguiu por mais de uma vez a chance de governar Campina Grande, não obtendo sucesso. Porém, foi deputado estadual de 1968 a 1973 e, em maio de 1986, como suplente, veio assumir em definitivo uma cadeira como Deputado Federal, pelo PDS, com o falecimento do então Deputado Ernani Sátyro, cumprindo seu mandato até o final daquela legislatura em janeiro de 1987. 

Apesar de não termos a referência à qual ano cada jingle pertence, agradecemos a colaboração de Manoel Leite, o Leitinho, que nos cedeu os áudios, que podem ser ouvidos abaixo:

 Jingle 1:
Jingle 2:
Jingle 3:



Com o propósito de reapresentar a maestria de Marinês à nova geração de campinenses e, conseqüentemente, de paraibanos, o professor Noaldo Ribeiro, um dos grandes expoentes do ativismo cultural de Campina Grande desenvolveu o projeto “Marinês Canta a Paraíba”, gravado no ano de 2004 no Cine Banguê, em João Pessoa.

O projeto ousou compor em uma única obra, objetiva e compacta, porém riquíssima, um apanhado de depoimentos de grandes ícones da MPB contemporânea, ídolos da atualidade, acerca da importância cultural da presença de Marinês para a música em suas carreiras, como também para todo o cenário musical no Brasil.

Compondo a mídia audível, Marinês interpreta seus grandes e inesquecíveis sucessos acompanhada pela Orquestra Sinfônica da Paraíba, realizando um dos seus maiores sonhos.

Recebemos, com muita honra, a colaboração do professor Noaldo Ribeiro, que nos ofertou um exemplar do livro/CD “Marinês Canta a Paraíba”, que homenageou em vida a grande diva da música regional nordestina, “A Rainha do Xaxado”, patrimônio cultural da Rainha da Borborema.

Sob a autorização do autor, postaremos, em série, parte desta magnífica seleção de depoimentos coletados e publicados por Noaldo Ribeiro, além das belíssimas canções interpretadas por Marinês, componentes do projeto desenvolvido por Noaldo Ribeiro, Regina Albuquerque e Lamarck Melo.


Depoimento de Dominguinhos


"Aquarela Nordestina" Marinês e OSPB
Ficha - Anos 40 (frente)

De forma curiosa, apresentamos aos mais novos (da mesma forma que relembramos os mais experientes), as antigas 'Fichas de Transportes Coletivos'. 

O precursor do atual vale-transporte era fabricado no formado de uma moeda e foi utilizado pelas empresas de transportes públicos no passado. 

Ficha, Anos 40 (verso)
A 'ficha de ônibus', como era conhecida, retratada acima pertencia à empresa Autoviária Rainha da Borborema, de Campina Grande, a atual Empresa de Transportes Borborema, existente até hoje e pertence ao acervo do colecionador Eduardo Cunha, do Rio de Janeiro, que se dedica à colecionar fichas de ônibus de todo o Brasil, como pode ser atestado em matéria postada no Portal Ônibus Paraibano

Atual Vale-Transporte - Sitrans CG

Philippe Figueiredo, que nos encaminhou esta matéria, ressalta para que quem quiser entrar em contato com o colecionador Eduardo Cunha, sobre este assunto pode se utilizar do e-mail ecunha2@bol.com.br.

Apresentação de Frota da Empresa Borborema (hj Pç da Bandeira), Década de 50 - Foto: Acervo Emp. Borborema

Sites/Fontes:
http://www.onibusparaibanos.com
http://www.rdvetc.com
http://www.campinavalemais.clicpersonal.com.br
Antonio Silvino (foto da prisão)

Nascido no dia 02 de Setembro de 1875, em Afogados da Ingazeira-PE, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais, Manoel Batista de Morais, mais conhecido como "Né Batista", era irmão de Higino, Zeferino e Francisco Batista de Morais.

Foi a partir da morte do seu pai, conhecido como "Batistão do Pajeú" que, em companhia do irmão Zeferino, enveredou pelos caminhos do cangaço, no ano de 1896.

Movido pelo sentimento de vingança, mata Desidério, o assassino do seu pai, adota o nome de Antonio Silvino e se torna um dos mais temidos cangaceiros que precederam Lampião, liderando o bando do seu finado tio Silvino Ayres.

No auge da sua vida como bandoleiro, atuou em cidades do Compartimento da Borborema. Agiu em cidades como Fagundes, Esperança, Monteiro, Alagoa Grande e, tendo Campina Grande como centro das suas investidas, haja visto a presença de coiteiros na região e pela amizade que detinha com fazendeiros locais, dentre ele, o Coronel Eufrásio Câmara, adversário do prefeito Cristiano Lauritzen.

No ano de 1907, a sociedade de Campina Grande vivia a expectativa da chegada do trem da Great Western pela primeira vez, em meio a ansiedade gerada com a promessa de Antonio Silvino de tombar o trem no dia da sua inauguração. Silvino já havia arrancado trilhos, prendido funcionários e sequestrado engenheiros da compahia ao longo da implantação do sistema ferroviário no Estado da Paraíba. 

Segundo o 'fac-simile' da reportagem da chegada do trem em Campina Grande, publicado no Diário de Pernambuco em 06 de Outubro de 1907, "[...]No dia da inauguração da estrada de Campina, Antonio Silvino, esteve no Alto Branco, onde soltou diversas girândolas, naturalmente festejando aquelle dia. Nesse logar declarou que o trem de Campina correria sómente três vezes, o numero necessário para as moças da referida cidade conhecerem-no. Ainda esteve no Geraldo e no Areial de Alagoa Nova, a 15 kilometros de Campina Grande, roubando, trucidando, matando animais e comettendo os maiores desatinos. Ante-hontem, à noite, chegou em Campina Grande uma força federal que anda em perseguição do bandido."
Silvino é o segundo de pé, da esquerda p/direita

Na Paraíba teve no Major Joaquim Henriques seu principal perseguidor. Porém, fora preso em Pernambuco no ano de 1914, pelo delegado do município de Taquaritinga, o Alferes Teófanes Ferraz Torres. Nesta época, o governador do vizinho estado era o General Dantas Barreto, ex-Ministro da Guerra do governo Hermes da Fonseca.

Levado para cumprir pena, era o preso 1122, ocupando a cela 35 da antiga Casa de Detenção do Recife.

Dotando-se de comportamento exemplar, após 22 anos de pena, foi libertado em 1937 após receber um indulto do então presidente Getúlio Vargas.

Como homem livre, adota a residência da prima Teodolina Aires Cavalcanti, localizada na esquina da Rua João Pessoa com a Arrojado Lisboa, onde hoje se localiza uma agência de veículos, em frente à Praça Félix Araújo.

Em Campina Grande viveu de 1937 a 1944, quando enterrou sua alcunha, e dividia a vida caseira com a frequência à Igreja Congregacional da Rua 13 de Maio; embaixo do braço, não mais o rifle e, sim, a Bíblia Sagrada.



Manoel Batista de Moraes, ou melhor, Antonio Silvino faleceu por volta das 19:00hs do dia 28 de Julho de 1944, na casinha de taipa que lhe acolheu em Campina Grande, sete anos após sua saída da prisão.

O cangaceiro teve oito filhos gerados com várias mulheres. Sua última esposa lhe deu quatro filhos.

Antônio Silvino (de chapéu), em frente a Casa de Detenção
Foto:Antonio Silvino, o cangaceiro o homem o mito/Reproducao

Foi enterrado no Cemitério do Monte Santo, de onde, dois anos e meio depois, seus restos mortais foram transferidos para outro local desconhecido no campo santo, pelo fato de ninguém nunca ter reclamado os ossos do bandoleiro.

Seu local de sepultamento, hoje, possui um marco com uma placa de cimento, erguido pelo historiador João Dantas que junto ao pesquisador Olavo Rodrigues intentam a implantação de uma placa de bronze em referência ao cangaceiro.

 Prof. Mário Vinicius Carneiro ao lado do marco erguido sob o local onde
fora sepultado Antônio Silvino o Cemitério do Monte Santo

"Antonio Silvino é um dos principais cangaceiros, morreu e está enterrado em Campina Grande, mas praticamente não existe referência de sua passagem por essa cidade" (pesquisador Olavo Rodrigues para o Diário da Borborema, em matéria do jornalista Severino Lopes)

Teodulina Cavalcante (Prima) - Fonte (*)

Casa de Teodulina Cavalcante, era localizada na Rua Arrojado Lisboa, em Campina Grande - Fonte (*)

Fontes Pesquisadas:
Diário da Borborema (http://www.diariodaborborema.com.br/2010/08/01/cotidiano2_0.php)
Diário de Pernambuco (http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/01/brasil2_0.asp)
Jornal O Norte (http://www.jornalonorte.com.br/2010/08/01/diaadia5_2.php)
Blog Lampião Aceso (http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/11/um-cangaceiro-na-detencao.html)
Vitrine do Cariri (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
(*) BARBOSA, Severino. "Antonio Silvino: O Rifle de Ouro - Vidas, Combates, Prisão e Morte do 
Mais Famoso Cangaceiro do Sertão". 2ª Edição - CEPE, Recife. 1979.

Agradecimentos ao professor Mario Vinicius Carneiro Medeiros pela foto do túmulo de Antônio Silvino
Graças a colaboração de Marconi Alves de Melo, o blog RHCG teve acesso a mais uma grande raridade: o registro em vídeo do que restou do antigo cinema Apollo, que posteriormente passou a se chamar Cine Paratodos.

As imagens foram feitas em 1993, no fundo do imóvel onde funcionava à época a agência da VASP na Rua Maciel Pinheiro, e mostram a parte do cinema onde ficava a tela, que dividia a sala de exibição em duas partes: a que continha as cadeiras, a parte da frente; e a outra, que ficava por trás da sala.

O vídeo pode ser assistido clicando-se abaixo:




Segundo os que frequentaram aquele cinema, as pessoas mais humildes presenciavam os filmes em pé, na parte de trás da tela, pagavam menos por isso.

"Outro ponto importante, para mim, é que o meu pai, Pedro Alves de Melo, trabalhou naquele cinema como pintor, inicialmente, e depois passou a vender ingresso. No começo da década de 40 foi trabalhar no Cine Capitólio, a convite do Sr. Getúlio Cavalcante. 'Seu Getúlio' foi gerente do Cine Apollo, posteriormente foi gerenciar o Capitólio", contou Marconi Alves ao RHCG.
 
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