Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Carregando...

A foto acima não está tão nítida, porém mostra uma concentração de estudantes participando dos eventos comemorativos ao 'Dia da Juventude'. 

O 'Dia Nacional da Juventude Brasileira' foi instituído pelo presidente Getúlio Vargas, através do Decreto-lei nº 5045, de 05/12/1942, tendo como data comemorativa o dia 19 de Abril.

Havia uma valorização da imagem dos jovens brasileiros e eles eram considerados como importantes ferramentas para o desenvolvimento da nação. Esta data "coincidentemente", era o mesmo dia do aniversário natalício do presidente Getúlio Vargas. Os grandes eventos cívicos realizados nesta época saudavam a Pátria e, obviamente, a figura pessoal do presidente.

Em Campina Grande, a foto acima foi publicada na edição do dia 26 de Abril de 1941, n'A União, órgão oficial do Estado da Paraíba, onde estudantes de toda a cidade se reuniam na Praça Coronel Antonio Pessoa para saudar o 'Dia da Juventude' naquele ano. 
Em meio aos boatos da venda da casa de shows "Spazzio", relembramos um momento inesquecível de Campina Grande, a primeira apresentação do Maestro Ray Conniff e Banda, em nossa cidade no ano de 1988:

Ray Conniff e Banda no palco do Spazzio em 1988 (Foto de Mario Vinicius Carneiro Medeiros)

Naquela já distante década de 80, a Rainha da Borborema vivia uma fase de entusiasmo, com os primeiros anos do Maior São João do Mundo, uma TV que estava revolucionando a programação local, a TV Paraíba e o fato de ter duas grandes casas de Shows, o Spazzio e o Forrock, possibilitando assim a realização de grandes eventos.

Casa de Shows "Spazzio" em 1990 (Acervo Blog RHCG)

Naquele ano de 1988, no dia 23 de janeiro, o Spazzio recebera Julio Iglesias para um show exclusivo até então na Paraíba. Naquela época, o espanhol estava "estourado" mundialmente, o que ainda dá mais força ao feito de tê-lo trazido a Campina Grande (ele só voltou ao Estado muitos anos depois, em João Pessoa, sem a mesma fama do passado).

Assim, a presença de Ray Conniff em Campina Grande não era algo anormal, o que de fato ocorreu no 04 de junho de 1988, show que contou com a presença de nosso colaborador Mario Vinicius Carneiro Medeiros, que na posse de uma máquina fotográfica sem grandes recursos, não se acanhou e registrou as imagens que disponibilizamos hoje.

Ray Conniff e Mario Vinicius Carneiro Medeiros em 1988

No dia seguinte, Mario Vinicius foi ao Hotel Serrano, local da hospedagem de Ray Conniff e fez as fotos abaixo, quando ele estava se preparando para deixar Campina Grande, rumo a Maceió-AL:

Ray Conniff em ônibus da Real, quando se preparava para deixar Campina Grande
(Foto de Mario Vinicius Carneiro Medeiros)

Registrou também o popular Biu do Violão, tentando chamar a atenção do Maestro Internacional:

Ray Connif acima e Biu do Violão
(Foto de Mario Vinicius Carneiro Medeiros)

"Biu" acabou conseguindo seu intento:

Ray Connif  e Biu do Violão
(Foto de Mario Vinicius Carneiro Medeiros)
Ray Conniff voltaria a Campina Grande para fazer show novamente no Spazzio em 29 de setembro de 1990, desta vez em show duplo, a outra atração seria Beto Barbosa, o então "Rei da Lambada". O show do maestro internacional em Campina Grande em 90, foi na época do vídeo abaixo, um especial do programa Amaury Jr.:


Já Biu do Violão, podemos dizer, teve a honra de ter fotos com 2 "reis":

Biu do Violão, com Graziela Emerenciano e o Rei Roberto Carlos




Quando lemos ‘Genival Cassiano dos Santos’... Nos indagamos: “Um homem, um nome... mais um?!”

“Mais um”, não! Esse tal ‘Cassiano’ é um dos maiores nomes da MPB; cantado, reconhecido e reverenciado por grandes nomes do cenário musical nacional, um dos fundadores da moderna música negra brasileira.

Genival Cassiano, ou simplesmente Cassiano, como ficou conhecido no meio artístico, é cantor, compositor e guitarrista, e para surpresa de muitos, nasceu em Campina Grande em 16 de Setembro de 1943.

Morou pouco tempo na Rainha da Borborema. No final da Década de 1940, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro - mas das poucas lembranças dessa época, é marcante a amizade que havia entre seu pai e o ritmista Jackson do Pandeiro.

Foi seu pai quem lhe ensinou as primeiras noções de violão e bandolim.

Já na Cidade Maravilhosa lutou pela sobrevivência junto à sua família, tendo trabalhado como servente de pedreiro. Mas, as aulas recebidas do seu pai lhe abriram as portas para iniciar sua carreira artística na Década de 1960.

Aos 21 anos, fundou o grupo ‘Bossa Trio’, tocando pelas noites do Rio de Janeiro e São Paulo. Mais tarde, no entanto, o ‘Bossa Trio’ deu origem ao grupo vocal “Os Diagonais”, que passou a acompanhar o cantor Tim Maia desde o início. O estilo vocal marcante do grupo lhe permitiu gravar alguns LPs pela gravadora RCA.

Influenciado tanto pela ‘soul-music’ norte-americana de Otis Redding e Stevie Wonder bem como pelo samba-canção de Lupicínio Rodrigues, foi um dos precursores do gênero ‘soul’ no Brasil, a moderna música negra brasileira, que ficou conhecida como ‘Black Rio’.

No ano de 1969, participou como guitarrista no primeiro disco lançado por Tim Maia. Nesta mesma obra, Tim Maia cantou dois dos maiores sucessos da ‘hit parede’ nacional não só daquele ano, como de toda a História da MPB, as músicas “Eu Amo Você” e “Primavera” – É aquela mesma; “Quando o inverno chegar, eu quero estar junto à ti...”, composições de autoria de Cassiano, junto à Sílvio Roachel!

Ainda que tenha gravado o LP “Apresentamos o Nosso Cassiano”, em 1973, pela gravadora Odeon, foi em 1976 que alcançou o ápice como cantor e compositor, quando interpretou seus maiores sucessos (letra em parceria com Paulo Zdanowski), as músicas “A Lua e Eu” (1976)”, tema da novela “O Grito” e, no ano seguinte com “Coleção”, incluída na trilha sonora da novela “Locomotivas”, ambas da Rede Globo de Televisão.

Como intérprete em carreira solo, lançou os LPs: “Cassiano, Imagem e Som” (1971, RCA), “Apresentamos Nosso Cassiano” (1973, Odeon) e “Cuban Soul — 18 quilates” (1976, Polydor).

Em 1978 interrompeu a carreira de intérprete por motivos de saúde, mas continuou compondo sucessos como  “Mister Samba”, gravado por Alcione, e “Morena”, por Gilberto Gil. Voltou a gravar em 1991, quando participou do ‘songbook’ da editora Lumiar dedicado a Noel Rosa e lançou o LP “Cedo ou Tarde” (Columbia), com participação de Ed Motta, Sandra de Sá, Marisa Monte, Djavan entre outros, que mesclou antigos sucessos e composições inéditas como “Know-how”.

De acordo com os amigos, Cassiano – hoje - mora em um modesto apartamento no bairro carioca do Flamengo e vive dos direitos autorais de suas canções. Já que as músicas de sua autoria nunca deixaram de ser sucesso. Recentemente o grupo de pagode Pixote regravou “A Lua e Eu” e a cantora Ivete Sangalo incluiu a música “Postal” em um dos seus novos CDs.

Este ilustre campinense pouco conhecido por sua origem, mas muito reverenciado pela classe artística nacional, sonha com uma volta aos discos, mesmo sabendo que é difícil competir com a banalidade dos gêneros “comercialmente viáveis” que hoje imperam no mercado musical brasileiro.

"Se Tim Maia é a voz dessa nova escola (Black Rio), a sua grande cabeça é o compositor Cassiano!" (Nelson Motta, Produtor Musical)

Apresentamos nosso Cassiano - Odeon 1973

http://veja.abril.com.br/251000/p_180.html;

Contando com a dica do leitor Sandro Sousa, que nos enviou por e-mail o link para o vídeo abaixo, que corresponde à Coluna de Nelson Motta do dia 04 de Dezembro de 2009, homenageando o precursor da soul music no Brasil, o grande letrista Genival Cassiano, Gente da Gente!



Tivemos a grata surpresa de receber de Paulo R. Gomes da Silva, as imagens que disponibilizamos hoje. São cartões de créditos das inesquecíveis lojas "Casas Pernambucanas" e "Socimasa", que fizeram história no ramo do varejo em nossa cidade:




Queremos muito postar fotos das lojas, bem como da inesquecível King Jóia, esperamos os colaboradores. Por outro lado, Paulo também enviou uma imagem dos primórdios do famoso "Hipercard":


O Bompreço ainda continua em Campina Grande, mesmo de certa forma não tendo a forte influência do passado, quando era considerado um shopping:

Bompreço de Campina Grande no seu auge, nos anos 80 - Foto de Lima Nascimento

Outro registro enviado pelo colaborador Paulo, foram as imagens abaixo, pequenos folhetos da inesquecível Livraria Pedrosa:



Retalhos de um belo passado.




A imagem acima é um registro de uma concentração evangélica "Cristo Esperança Nossa" na Praça da Bandeira, parte do movimento onde se reuniram todas as igrejas evangélicas de Campina em 1958, que se deu no estádio Presidente Vargas. A imagem foi cedida ao RHCG por Marconi Alves.

O registro abaixo nos foi cedido pela senhora Mércia Lima, a quem agradecemos mais esta gentileza:


São funcionários do "Banco do Comércio", que ficava situado na Rua João Pessoa. Infelizmente, não temos o ano da imagem e nem a identificação das pessoas. Quem puder nos ajudar é só deixar um comentário,

Texto Originalmente Publicado no site Paraíba Online, em 20/04/2009


Foto: Google (2011)

Há 10 anos atrás escrevi um artigo sobre a Villa América, casa construída na Almirante Barroso, em 1909, conforme se vê em seu frontispício. Pertenceu ao Professor Clementino Procópio, que edificou residência em forma de cruz grega. A casa saiu das mãos dos descendentes, por volta de 1946. Antigamente, corria na sociedade campinense que seu proprietário era dado a construções deste tipo e que teria também assim edificado sua primeira residência onde é hoje o Hospital Pedro I. Não se sabe, ao certo, se o Professor teve realmente esta primeira casa. O que se sabe é que doou o terreno para a construção do referido hospital. E isto já na década de 1930. 

Segundo Epaminondas Câmara, o professor nasceu em Bom Jardim, Pe, em 1855, e veio de Taperoá para Campina, em 1878. Fundou o Colégio São José que atravessou o resto do Império, e chegou até 1932. O professor faleceu na noite de 27 de maio de 1935, com 80 anos. 

Sobre a Villa América, diria o cronista Cristino Pimentel: “Aos domingos, a sua ‘Villa América’, onde residia, era visitada pro gregos e troiano. Bem perto ficava o prédio do colégio, próprio bastante amplo, onde mantido o internato masculino. Foi adquirido dos herdeiros, pelo Estado, para ser aquartelado o 2º Batalhão de Polícia. Nos terrenos adjacentes, outro governo construiu o quartel de bombeiros. O terreno ocupado pelo hospital dos maçons foi doação sua, exigindo apenas que dessem ao nosocômio o nome de D. Pedro Primeiro, o que foi feito. (...) As terras que foram suas, estão divididas. É todo o “Moita”. Aí está localizada a nova estação da Estrada de Ferro. Onde foi sua residência, estão localizados os depósitos da empresa Rainha da Borborema. Aquilo que foi um sítio de ensino e virtude, é agora um centro de bulício militar e de ônibus velhos. Ironia, talvez do destino...” 

E continuava: “Do bucolismo da “Villa América”, nada mais resta, senão a saudade, ao recordarmos que naquelas terras e naquela casa, houve um pomar frutífero, onde os canários e os Galos de Campina vinham acordar o velho professor, chamando-o para a sua missão divina, que era a de fazer luz nos espíritos ignorantes (...) O destino inexorável fez desaparecer tudo que pertencia a Clementino Procópio: terras, colégio, arquivos, móveis, bibliotecas, casa, objetos e pássaros. Não teve quem os conservasse. Pobreza de espírito? Não, falta de amor (...) A “Villa América” e tudo que tinha lá dentro, poderia – se tivéssemos zelo pelas coisas históricas e gratidão à memória dos beneméritos – estar constituindo um museu, a exemplo do que fizeram com os objetos de Pedro Américo, em Areia (...) Campina Grande tem esquecido o seu dever para com a memória do Professor Clementino Procópio”. 

Na Vila América, foi comemorado o cinqüentenário do Colégio São José, em 1922. Em 1932, fechava o Colégio São José, depois de 60 anos de serviços à comunidade, por já não poder concorrer com novos educandários como Instituto Pedagógico (dirigido pelo Tenente Alfredo Dantas) e o Colégio da Imaculada Conceição. 

Hoje, sua Villa América apresenta um aspecto decadente em sua arquitetura. Infelizmente não pode ser tombada pelo IPHAEP, pois seus donos atuais não concordaram. Passa-se, assim, um centenário esquecido. 

Frente: Av Alm. Barroso (Zoom Google)
Traseira da casa: Rua Santa Filomena (Zoom Google)



JOSEMIR CAMILO
PhD em História pela UFPE, professor aposentado da UFPB, 
membro do Instituto Histórico de Campina Grande.
Colunista ParaibaOnline
No dia 19 de novembro de 2014, postamos o contato de Carlos Alexandre Brasil, que buscava elucidar parte da História dos seus antepassados, através do seu avô Cornélio Brasil.

A postagem  surtiu efeito e muito foi levantado sobre suas origens. Carlos pôde entrar em contato com pessoas que auxiliaram em sua pesquisa. 

Desta feita, retomamos o assunto, agora trazendo um pouco do que fora colhido sobre o protagonista da pesquisa, novas informações com direito à duas fotos até então desconhecidas por Carlos, em sua busca, pela gênese da Família Brasil.

Quem Foi Cornélio Brasil (por Carlos Alexandre Brasil)

Meu avô paterno, CORNÉLIO WANDERLEY CAVALCANTE BRASIL nasceu em 1907 em Tiuma, distrito de São Lourenço da Mata, Pernambuco, e faleceu de tuberculose em 1938, aos 30 anos, em Campina Grande. Ele se casou em 1929 e, nessa época, trabalhava como guarda-livros na firma "Wharton Pedrosa e cia.". Acreditamos que, por volta de 1936, montou seu próprio negócio, a firma "Cornélio Brasil e cia." recebedores de algodão, em Campina Grande, na rua Presidente João Pessoa, 348. Não temos maiores informações sobre essa firma. Meus avós tiveram cinco filhos (meu pai é o mais novo e o único ainda vivo) dos quais 2 morreram ainda na infância. O padrinho de meu pai - que foi batizado em (Alagoa do) Monteiro - foi o médico Luiz Jacy Diniz e acreditamos que ele orientava o tratamento de meu avô.

Cornélio tinha os seguintes irmãos: 

- Chateaubriand Wanderley Brasil Filho, que herdou não somente o nome como também a profissão do pai, telegrafista - existe uma rua com seu nome em João Pessoa, no bairro Muçumagro - e teve uma filha chamada Terezinha de Jesus;

- Jayme Cavalcante Brasil. No livro "Jackson do Pandeiro: o rei do ritmo", de Fernando Moura e Antonio Vicente, na página 47, se encontra a seguinte passagem: "Jackson já saíra de Alagoa Grande sabendo que iria trabalhar como ajudante de padeiro, ao lados dos primos, no estabelecimento de um amigo do tio Galdino, Jaime Brasil, a Padaria São Joaquim, bem no centro da cidade."

- Paulo, que teria uma filha chamada Valderês;

- Virgínia, que teria uma filha chamada Socorro;

Não sei quais eram as idades relativas dos irmãos, mas acredito que Chateaubriand Brasil Filho era o mais velho de todos. Meus bisavós eram Chateaubriand Wanderley Brasil e Leocádia Cavalcante Brasil.

Este é um resumo das informações sobre meu avô paterno que consegui até agora, e eu ficaria muito agradecido se alguém, em Campina Grande, com base nesse relato, pudesse me fornecer mais dados acerca de meus ancestrais, ou até mesmo refutar algo que escrevi. Até a primeira postagem neste blog, meu avô não passava de um retrato - essa foto em que ele aparece com um terno claro - e um nome, sendo meu objetivo dar a ele, também, uma história de vida - com suas alegrias e tristezas.

Mais uma vez, agradeço.

Carlos Alexandre Brasil
(alexandrebr@bol.com.br)

        

A imagem acima é rara; postada por Zélia Figueiredo na página 'Campina Sesquicentenária' do Facebook e trata-se de um certificado conferindo o título de Perita Contadora, emitido pela Escola de Comércio do Instituo Pedagógico Campinense à Maria Abigail Cavalcanti, no ano de 1939.

O Instituto Pedagógico de Campina Grande foi fundado em 17 de fevereiro de 1919, e funcionava à princípio na Rua Barão do Abiaí, no Centro da cidade. 

Primeiramente operou com ensino primário e secundário para ambos os sexos, onde os fundadores do Instituto ministravam aulas aos alunos do sexo masculino, pelo tenente Alfredo Dantas Correia de Góes e às alunas (feminino) pela professora normalista Ester de Azevedo. 

Em 1924, o Instituto mudou-se para um novo prédio, na mesma rua Barão do Abiaí, sendo adaptado para melhores condições higiênicas e pedagógicas, ampliando a oferta de cursos; fundam-se os cursos profissionalizantes, Normal e técnico-comercial.

Em 1929, com Decreto n.1615, de 09 de Dezembro de 1929, do Governo do Estado, integrou o Instituto pedagógico à Escola Normal Oficial do Estado. Assim, foram mantidas as seguintes escolas: - Grupo Modelo, com 3 cadeiras primarias para o ensino de didática às alunas do curso “Normal”; a de Instrução militar, destinada ao preparo dos jovens na defesa da Pátria, aos quais, confere caderneta militar.

Em 1930 o Ten. Alfredo Dantas solicitou à Prefeitura Municipal a autorização para ocupar o prédio onde funcionara o Grêmio de Instrução, localizado à Rua Marquês do Herval, nominando-o mais tarde o Colégio Alfredo Dantas, no ano de 1936!

Pesquisando o tema, nos deparamos com algo tão raro quanto o certificado acima! Uma foto que ilustrou uma das edições da Revista Evolução, publicada pelo próprio Instituto nos anos de 1931 e 1932, disposta no artigo "AULAS DE EDUCAÇÃO PHYSICA NO INSTITUTO PEDAGÓGICO CAMPINENSE (DÉCADA DE 1930): UMA ANÁLISE ADOTANDO A PERSPECTIVA DE GÊNERO" (SANTOS, Alexandro dos. [et al]), mostrando alunas praticando aula de Educação Física nas dependências do Instituto Pedagógico Campinense, no ano de 1931!


Na foto, segundo Regina Coelli Gomes Nascimento, em seu artigo "SENSIBILIDADES E PRÁTICAS ESCOLARES EM CAMPINA GRANDE-PB", vemos as alunas da escola Normal do Instituto Pedagógico Campinense realizando os exercícios de “ginastica” ao ar livre, sendo supervisionadas pelo sargento Moisés Araújo, que aparece na imagem (lado direito) uniformizado e atento.

É curioso para quem estudou no Colégio Alfredo Dantas ver esta imagem do pátio central, local de prática desportiva, cultural e recreativa de quem por lá passou, reconhecendo também o complexo de salas da parte posterior do educandário, no prédio onde abrigou o Grêmio de Instrução.

***      ***      ***      ***

Fonte Consultada:
"AULAS DE EDUCAÇÃO PHYSICA NO INSTITUTO PEDAGÓGICO CAMPINENSE (DÉCADA DE 1930): 
UMA ANÁLISE ADOTANDO A PERSPECTIVA DE GÊNERO" (SANTOS, Alexandro dos. [et al])
Registro enviado ao RHCG, por nossa colaboradora Mércia Lima, trata-se do primeiro time do Campinense Clube:


O Clube "Cartola" que em 2015 estará completando 100 anos, disputava à época partidas amistosas e pouco depois do registro acima, encerraria suas atividades só retornando nos anos 50, já profissionalmente. 

Já a foto abaixo, possivelmente era do adversário do Campinense no jogo da primeira imagem e está escrito acima o seguinte: "scratch pernambucanos de Campina Grande, 22-06-1919", a razão dos dizeres não sabemos, possivelmente de pernambucanos radicados em nossa cidade, ou seja, apenas especulação:


ATUALIZAÇÃO:

O professor Mario Vinicius Carneiro, nos mandou a seguinte mensagem que elucida a segunda imagem: "A foto do "scratch pernambucano", datada de 22-06-19, trata-se de um jogo Paraíba x Pernambuco, idealizado por Bióca. Ele reuniu rapazes nascidos no vizinho estado e que residissem aqui em Campina Grande (PB). A foto é do time que representou Pernambuco".  
 
BlogBlogs.Com.Br