Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa

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Voltamos a postar mais um especial, realizado pelo Blog RHCG para a Rádio Cariri, o quadro "Campina, uma grande história em destaque", exibido no programa "Cariri em Destaque". O programa foi sobre Rosil Cavalcanti e o áudio, pode ser escutado clicando-se logo a seguir:
O Programa Cariri em Destaque é apresentado diariamente na Rádio Cariri, das 17:00hs às 18:00hs, sob o comando dos jornalistas Márcio Furtado e Eliomar Gouveia. O podcast aqui disponibilizado foi produzido por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa.



Foto captada após a retirada da Igreja do Rosário para o prolongamento da Av. Floriano Peixoto na Década de 1940.

A imagem mostra o cruzamento da Avenida Floriano Peixoto com a Rua Marquês do Herval, com destaque para a Praça Clementino Procópio em sua versão reduzida e o Cine-Theatro Capitólio.

Colaboração Fernando Azevedo


Infelizmente sem data precisa, porém trata-se de mais um espetacular registro trazido por Fernando Azevedo, que media a fanpage "Amigos_Estadual_Prata", no Facebook, onde vemos a Rua Marquês do Herval em determinada época.

À esquerda da foto lê-se o final da palavra "PETRÓPOLIS", estabelecimento que até hoje mantém este nome fantasia, operando no comércio de produtos farmacêuticos. 

Também é possível identificar o letreiro do 'Banco Mercantil' bem como Azevedo identifica o sobrado ao centro como sendo a "Mesa de Rendas", instituição á qual hoje corresponde à Recebedoria de Rendas.
O nosso já assíduo colaborador, Sérgio Gaiafi, nos mandou uma interessante reportagem que saiu na lendária "Revista O Cruzeiro", destacando-se o fato da entrega de quadros para o acervo do Museu de Campina Grande:


Interessante notar, o destaque dado por esta publicação nacional ao fato:


No primeiro e quarto quadro de imagem, de perfil, identificamos "possivelmente" o ex-prefeito de Campina Grande, Newton Rique. Agradecemos a Sérgio por mais esta raridade ao RHCG.

Recebemos do colaborador Sergio Gaiafi, um pequeno trecho em vídeo da participação de Maria do Socorro Braga no concurso Miss Brasil 1984, que à época era realizado pelo Grupo Silvio Santos.


Socorro Braga foi Miss Campina Grande, vencendo também o concurso Miss Paraíba, que lhe deu o direito de participar do certame nacional:

Socorro Braga é a sétima mulher na imagem (Fonte: http://missesnapassarela.blogspot.com.br)

O Concurso foi realizado no dia 02 de junho de 1984, no Palácio de Convenções do Anhembi em São Paulo-SP. Socorro Braga foi escolhida a Miss Simpatia entre as 27 candidatas.


Acerca da foto acima, que eternizou uma reunião realizada no interior do Grêmio Renascença 31, imagem de alto teor histórico datada do ano de 1933, escreve  Fernando Azevedo, que media a página "Amigos_Estadual_Prata" no Facebook:

"No dia 28 de agosto de 1922, um grupo de 31 pessoas resolveu encarar as festas carnavalescas de uma forma diferente, e criaram o "bloco dos 31". Esse grupo além de buscar a diversão, ainda daria um caráter lúdico as atividades do bloco, promovendo diversas atividades culturais junto a população; como não tinha sede própria, costumava reunir-se na sede do "gabinete de leitura 7 de setembro". 

No dia 25 de março de 1923, os membros do bloco 31 se reúnem e acordam em dar a nova sociedade diversional a denominação "Grêmio Renascença". 

No dia 19 de agosto de 1923, foi inaugurado no pavimento térreo do Pavilhão Epitácio, o "Bar 31" pertencente ao grupo, e finalmente no dia 26 de agosto do mesmo ano, foi instalado em sua sede definitiva o "grêmio renascença", no "pavilhão epitácio", construído para esse fim."

O Pavilhão Epitácio é um dos poucos imóveis históricos ainda de pé, em Campina Grande. Sua arquitetura externa está preservada, porém, por estar tão 'espremido' por trás da Livraria Pedrosa, pouco é notado pelos transeuntes.

Pavilhão Epitácio, Sobrado Cristiano Lauritzen: Praça Epitácio Pessoa


Aspecto Atual

Aspecto Atual


Após inserirmos o assunto "Miss" em um dos posts anteriores do nosso Blog, devemos enaltecer a figura do ilustre cronista social campinense Josildo Albuquerque, o "Jô", que caracterizou-se por ser o grande incentivador dos concursos de misses na Rainha da Borborema, além das badaladas "Festas das Debutantes" que reunia todas as garotas que, durante o ano, debutaram em glamourosos Bailes de 15 Anos.

Durante as décadas de 1980/1990, Josildo Albuquerque ilustrava a Coluna Social do Jornal da Paraíba com os campinenses que se destacavam no cenário social. Na foto acima, em um dos seus característicos eventos realizados em Campina Grande, o colunista aparece ladeado por um dos símbolos sexuais brasileiros dos anos 80, a modelo Márcia Gabrielli, além do ator global Lauro Corona, falecido em 1989.

A vida de Josildo Albuquerque foi encerrada por iniciativa própria, quando  no ano de 1994 o mesmo se lançou ao vazio do último andar do Hotel Serrano, pondo um fim na evidência do brilho dos socialites da Serra da Borborema, o "crème de la crème",  como diria com suas próprias palavras.

O também colunista Edson Félix, falecido em 2006, desenvolvia um trabalho biográfico sobre Josildo, porém, a obra ficou inconclusa.

P.S.#01: Comentário Enviado por Gustavo Ribeiro:
"Josildo antes de ser colunista social foi atleta e professor de natação. A depressão por conta do diagnóstico recebido, motivou o salto para a morte. Por ironia do destino, o ator Lauro Corona, que aparece ao seu lado na foto, contraiu o mesmo vírus.
É bom lembrar que Josildo Albuquerque foi o primeiro colunista social de Campina Grande a fazer sucesso também na Capital, monopolizando o setor de grandes festas e concursos.
Era um batalhador."


P.S.#02: Comentário Enviado por Clotilde Tavares:
"Eu conheci Josildo quando ambos éramos adolescentes. Tínhamos 15, 16 anos. Ele dançava muito bem, com aquelas pernonas compridas, muito magro, o cabelo na testa bem antes da moda lançada pelos Beatles. Era um garoto diferente dos outros e como sempre gostei dos diferentes vivia colada com ele, uma espécie de namoro inocente e bobo. Dançávamos a noite toda nas festas do Gresse, Caçadores... Por causa do cabelo na testa e do rosto miúdo, Mamãe o chamava de "Macaquinho", e é assim que ele está mencionado nos meus diários daquela época. Fui muitas vezes à piscina do Clube dos Caçadores torcer por ele. Em 1964 ele ganhou um campeonato de natação naquele clube, lembro bem porque era o ano do Centenário de Campina, e saímos da área da piscina abraçados, ele todo molhado... Depois que ele ficou adulto e se tornou cronista social, nunca nos distanciamos e sempre eu o via nas festas em Natal. Josildo Albuquerque, "Macaquinho": uma das mais doces recordações da minha adolescência." 


Cléa Cordeiro, Ivan Gomes e Josildo Albuquerque - Club Campestre


Quanta informação não se esconde por trás das imensas fachadas em vinil das lojas de Campina Grande...

Curiosamente, enquanto uma dessas casas comerciais promovia uma reforma em sua frente, aproveitando-se do último final de semana com feriado prolongado, podemos perceber um antigo letreiro que remetia ao "Banco Industrial", no imóvel nº 08, da Rua Pres. João Pessoa.

A instituição fundada em Campina Grande em 13 de maio de 1942, tinha como Diretoria e Conselho Fiscal constituídos por: Diretoria: Diretor-presidente; João Rique Ferreira; diretor gerente, Otávio Teodoro de Amorim; diretor, Protásio Ferreira da Silva. Conselho Fiscal — Efetivos: Vergniaud Wanderley, Plínio Lemos e Luis Soares de Araújo; Suplentes: Antonio Bezerra Cabral, Isaías de Souza do Ó e Pedro Sabino de Farias (conforme Diário Oficial da União, em 16/01/1943). 

Localização atual do imóvel

Em matéria publicada na Revista ‘Campina Século e Meio’, editada pelo jornalista Romero Azevedo, em Maio/2014, surgiu uma curiosidade levantada pelo leitor Alberto de Oliveira, à respeito de uma atração que se exibiu em nossa cidade em determinado ano...

Segundo o texto, o local onde hoje se encontra os prédios da Oi (antiga Telpa) e do Shopping Ramos, obviamente antes das suas construções, era onde se realizava a “Feira de Amostras” e a “Festa da Mocidade”, eventos de entretenimento social, além das constantes instalações de circos nas Décadas de 50 e 60.

Em uma dessas instalações, em época não determinada pelo autor da matéria, apareceu naquela área de espetáculos circenses uma ‘faquiresa misteriosa’, dentro de uma tenda, que se apresentava deitada no interior de uma urna de vidro com cobras passeando pelo seu corpo; dessas bizarrices ao estilo ‘Monga a Mulher Macaco’ que se cobra ingresso para os espectadores.

O show se chamava “A Mulher e as Cobras”;  a faquiresa não comia e não dormia! Suas vestes eram compostas de um biquíni prateado e possuía um véu transparente na sua cabeça, criando um ar de mistério sobre seu rosto.

Terreno Av. Floriano Peixoto - Década de 1950

Nossa curiosidade sobre esse fato veio do contato que recebemos do historiador Alberto de Oliveira, de Junduaí-SP, que vem desenvolvendo pesquisas sobre este assunto e apela aos leitores do BlogRHCG que possuam alguma informação sobre essa moça, que o ajude em sua pesquisa.

Segue e-mail enviado:

"Sou historiador, resido em Jundiaí, no interior de São Paulo, e preciso muito de ajuda.
Estou escrevendo um livro sobre as faquiresas brasileiras. Essas mulheres jejuavam durante muitos dias encerradas em urnas de vidro, cercadas por serpentes.
Uma dessas mulheres jejuou em Campina Grande!
Encontrar uma ou mais reportagens sobre ela seria muito, mas muito importante para a minha pesquisa. Alberto de Oliveira betodec30yahoo@gmail.com"

Sabendo do vasto conteúdo existente na memória dos visitantes deste Blog, pedimos que qualquer referência ao tema seja comentado nesta postagem, para que sirva de subsídio textual para Alberto.

Romero Azevedo, editor da revista, em contato com o Blog RHCG nos esclareceu que não citou o ano em que este evento ocorreu na cidade por falta de certeza porém, alega que foi entre os anos de 1963 e 1964, bem como disponibiliza o acesso para quem quiser ler as revistas na íntegra, já que foram publicadas duas, através do endereço abaixo:


Walmir Chaves
Uma das melhores produções locais, o Programa Diversidade, da TV Itararé, por muitas vezes promove o conteúdo disposto no BlogRHCG, como um dos vieses culturais de Campina Grande. Desta vez ilustrou uma postagem da qual tratamos da música "A Terra Onde eu Nasci", composta por Correia Leite na Década de 40, resgatada pelo esforço do campinense Walmir Chaves, radicado na Espanha desde a década de 1960.


Thaíse Carvalho apresenta a matéria que conta com os depoimentos de Walmir Chaves e de Ivani Macedo, cantora da Rádio Borborema na Era de Ouro do rádio.

Agradecendo o empenho dos protagonistas envolvidos, bem como à produção do Diversidade, curtam a matéria disponibilizada no canal do programa no YouTube:


 
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