Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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Eu fui integrante do corpo funcional da Wallig Nordeste desde a sua implantação em 1967 como titular da Secretaria Geral da Superintendencia que na época era exercida pelo gaúcho Dr. Paulo José Berta Becker. Posteriormente, fui transferido para o Departamento de Acionistas a quem competia processar a distribuição de dividendos em forma de ações a todos os aplicantes de recursos fiscais na forma dos Artigos 34/18 regulamentados pela SUDENE. Foi exatamente naquela oportunidade quando eu pude me inteirar do grande desvio de recursos da Wallig Nordeste em favor da sua congênere em Porto Alegre, a Metalúrgica Wallig. Não obstante a sua grandeza e o respeito do qual era merecedora, no entanto o seu desempenho mostrava visivelmente uma curva decrescente. Em 1972 solicitei desligamento e pouco tempo depois ela encerraria suas atividades, deixando, dentre outras, o rastro de um plano fracassado que tinha como meta o desenvolvimento do nordeste mediante a aplicação de recursos ficais na forma estabelecida nos Art. 34/18 regulamentado pela SUDENE em parceria com o Banco do Nordeste. Tudo não passou de um arrojado projeto fracassado.




Nesta casa em destaque em frente a Praça da Ternura, aliás a única daquela área que ainda se encontra na sua originalidade, e que se localiza próxima a Igreja Batista, foi durante muitos anos a residência do Sr. Bêda Vale que era um excelente profissional em arte de ouriversaria. No ano de 1960 ele esculpiu para mim, sob encomenda, um broche para lapela, desmontável, e com a fotografia convencional de uma pessoa de estimação. Esta relíquia existe até hoje. O Sr. Bêda Vale foi provavelmente o mais famoso e renomado ourives da história de Campina Grande com as suas pequenas peças artezanais executadas exclusivamente sob encomendas. A foto desta velha casa me sensibilizou muito.
Postagem Original: "Açude de Bodocongó":

Escrevi um artigo intitulado "A tal “urbanização” do açude de Bodocongó" para ajudar no debate (ou na falta dele!!!). Há muita "divulgação" de um projeto concretista e pouca ou nenhuma ação com relação a revitalização do Açude de Bodocongó ... enquanto isto vai se transformando num penico como o Açude Velho ou tenderá a desaparecer como o Açude Novo que foi aterrado ... quem se interessar em ler o artigo completo acesse nosso blog Memórias de um ambientalista ... http://ramiromanoel.blogspot.com.br/2012/11/a-tal-urbanizacao-do-acude-de-bodocongo.html#more ...

Finalizo o texto dizendo: "Por que não fazer o correto? Por que não cumprir a lei ambiental? Por que não tratar os esgotos antes de voltar aos nossos rios, açudes e riachos, já que pagamos mensalmente a taxa para tratamento de esgoto a Companhia de Águas e Esgotos do Estado da Paraíba – CAGEPA? Por que não recuperar a mata ciliar do açude de Bodocongó? Por que cometer os mesmos erros do açude velho e do açude novo (que foi aterrado!)?"

"Se este projeto concretista for efetivado, iremos testemunhar mais uma vez a agressão a Lei Ambiental do Brasil, a mutilação de mais um importante açude no semiárido, o descaso com a cidade de Campina Grande, a falta de sensibilidade para utilização do meio ambiente em favor da saúde e lazer da população, só nos resta cantar a letra da música de Humberto Teixeira e Cícero Nunes … “Eu fui feliz lá no Bodocongó. Com meu barquinho de um remo só. Quando era lua. Com meu bem. Remava à toa. Ai ai ai que coisa boa. Lá no meu Bodocongó ...”

Um abraço a tod@s,

Ramiro Manoel Pinto Gomes Pereira
ambientalista, professor, pesquisador, doutor em Recursos Naturais
Ponto de vista do colaborador Edmilson Rodrigues do Ó sobre a postagem "A Escola Técnica Redentorista" :


"A postagem sobre a ESCOLA TÉCNICA REDENTORISTA (ETER) passa a ocupar um dos mais merecidos e justos espaços deste extraordinário RHCG. A ETER foi, continua e continuará sempre sendo um dos maiores patrimônios culturais e tecnológicos que enobrece a formação não somente educacional como sobretudo na área de tecnologia de ponta da juventude de Campina Grande e adjacências. 

O ilustre e destemido Padre Edelzino de Araújo Pittiá, ou simplesmente Padre Pitiá como era intimamente tratado, em saudosa memória, foi a "Pedra Roseta" da respeitavel Escola Técnica Redentorista que formou e continua formando técnicos de alto nível, os quais, na sua maioria prestam serviços como técnicos executivos de grandes empresas de atuação internacional como por exemplo a Companhia Vale do Rio Doce, ou simplesmente VALE uma das maiores mineradoras do mundo, que mantem no seu staff a maior colonia de técnicos formados pela ETER. 

Eu tive o privilégio de privar da amizade pessoal com o Padre Pitiá e, em atendimento ao seu pedido pessoal fui durante um determinado período o responsável técnico pela estação de Radioamadores instalada numa das suas dependências, e, em outra oportunidade, nas mesmas circunstancias proferi um longa palestra no auditório da referida escola para os tecnolandos da turma de 1978 sobre o tema "Comunicações via Satélites". À memória do Padre Pitiá a minha imortal reverência e, ao autor da postagem a minha eterna gratidão.
Alexandre Gomes entrou em contato com o blog e emitiu um comentário interessante sobre a postagem "Programação das TVs em 1987" e que reproduzimos abaixo:

TV Tropical de Caruaru


Pouco se fala da TV Tropical.

Até 1985 só existia a TV Borborema e tinhamos saudades do Programa Silvio Santos, principalmente quando via suas fotos na Loja do Baú da Felicidade.

Foi Eraldo Cesar que batalhou pra Campina Grande ter as imagens da TVS no seu programa diario na Radio Caturité, mas só o ouvia mesmo nas quartas-feiras, pois era quando ele dava notícias sobre a vinda da TVS, acompanhei cada capitulo dessa novela.

Foi o anuncio da autorização do DENTEL (hoje ANATEL), a vinda da torre, o anúncio que seria uma repetidora da TVS pela TV Tropical, que era uma emissora nova que pertencia ao governo do Estado de Pernambuco (Sistema DETELPE), com sinal vindo de Caruaru, a instalação da torre no alto da Bela Vista, o anúncio que seria o Canal 5, a pintura da torre, a instalação dos equipamentos, e finalmente o anúncio dos testes, o sinal ficaria no ar das 16:00 às 20:00 Hs.

Foi em dezembro de 1985, a tarde, no início não deu pra ver na televisão de casa, mas minha mãe abriu aquilo que parecia ser uma porta secreta, uma portinha que ficava ao lado das teclas dos canais e mexendo nos botões ela consegiu sintonizar e ver a imagem da TV Tropical canal 5. Me lembro do programa que passava no momento,"Tropical nos esportes". Achei ruim quando naquele dia o sinal saiu porque naquela noite iria passar a série Super Máquina.

A ansiedade não era só minha, meus colegas de escola e da rua nunca tínhamos visto outra imagem na tv a não ser a a TV Borborema.

Víamos, mesmo na Globo, propaganda de brinquedos das series "Esquadrão Classe A", "Super Maquina", "As Aventuras de BJ"...

Além de ver os briquedos nas Lojas Brasileiras e ficarmos especulando como seriam essas series. Poder usar o seletor de canais na tv era algo nova para a minha geração.

Por um bom tempo a TV Tropical tinha um bom sinal, em 1989 a TV Tropical muda de nome, passa a se chamar TV Pernambuco, meses depois muda do SBT para a Bandeirantes...

Se precisarem posso fazer outros relatos sobre o SBT em Campina Grande.


***

Obs: A TVS hoje denomina-se "SBT". Alexandre fique a vontade para nos brindar como mais registros.
Nosso colaborador Helder Racine teceu comentários sobre a postagem da Rua da Emboca:

"Outro dia ao revisitar o blogger "Retalhos Históricos de Campina Grande" tive a grata surpresa de me deparar com uma foto não datada da "RUA DO EMBOCA", atual Rua: Peregrino de Carvalho; artéria localizada na área central de Campina, foi passagem dos tropeiros e suas mulas que para não atrapalhar o fluxo da Rua Grande (R. Maciel Pinheiro), embocavam por trás daquela e daí vem o nome. Entre o final do séc.XIX e as duas primeiras décadas do séc.XX a Rua do Emboca tinha a má fama de servir de moradia e pouso das "quengas" que ali se instalaram no intuito de vender AMOR, aos viajantes que por ali transitavam. Célebres eram as serestas do Emboca, eternizadas na letra de Rosil!! Antigo reduto boêmio de nossa urbe e logradouro de memórias que não são minhas, mas me chegaram através do relato familiar dos mais velhos. No final dos anos 20 do século XX as "quengas" foram expulsas para o "Roi couro" e para a feira-central, a cidade já não podia abrigar o baixo meretrício em um logradouro tão próximo de onde as ditas "boas famílias" residiam. A Rua do Emboca passou a ser habitada por famílias de classe média, comerciantes, forasteiros, pequenos-burgueses. Num dia de 1930 minha avó Nydia passou a residir ali, juntamente com sua mãe e irmãos, provenientes de Areia-PB e não mais voltariam, como tantos outros escolheram Campina para morar e aqui ficaram definitivamente e o Emboca foi seu primeiro e inesquecível pouso. Algumas passagens eram sempre evocadas nas tertúlias famíliares!!! Os perrepistas quebrando a casa do Dr. Agra, as tropas do Governo marchando para lutarem contra Zé Pereira e vovó escondida embaixo da cama, o surto de tuberculose que ceifou várias vidas, a morte de João Pessoa, etc. A memória genética se manifestou ao ver aquela imagem apagada em preto-e-branco, como se um pouco da minha história pessoal estivesse ali."
Elba Ramalho nasceu em Conceição do Piancó, em 17 de agosto de 1951. Logo cedo começou sua história com Campina Grande, quando inclusive, estudou no Colégio Estadual da Prata. Sua iniciação nas artes, também foi nessa cidade, quando participou de teatros e cantava com bandas amadoras. Nos anos 80, seu filho Luan nasceu na cidade, após um show no São João na casa de espetáculos "Spazzio".

Em 1992, no auge do seu sucesso, Elba Ramalho foi agraciada com o título de "Cidadã Campinense", de autoria do vereador Tota Agra. A reportagem a seguir, registra esse acontecimento na vida da cantora paraibana, além de imagens de um show histórico no Parque do Povo em 1992:


* Crédito da foto de Elba criança ao site do Estadual da Prata

Obs: Vídeos da TV Paraíba e TV Borborema
Sobre Postagem: "Memória Fotográfica: O Prédio do Cine Avenida":


"O Avenida foi o cinema da minha infãncia.Eu gostava de morar na Prata porque achava um luxo o bairro ter um cinema(era perto lá de casa porque eu morava na Nilo Peçanha). Ia quase todo dia ao cinema, que tinha um ingresso barato e exibia (com um certo atraso)os mesmos filmes do Babilônia.

O ingresso era barato mas em compensação a projeção era muito ruim(som & imagem)e as acomodações não eram confortáveis(cadeiras de madeira). O cinema tinha uma sessão diária as 19:45, e três sessões aos domingos: a primeira as 15:30 e as duas outras as 19 e 21 horas.

Ví muitos filmes no velho Avenida, a matinê do domingo era obrigatória.

Quem não podia pagar o ingresso,fazia uma arriscada caminhada pelo muro de trás do cinema(passando por dentro de um esgoto)indo sair dentro do banheiro do Avenida.

Apesar de ser uma sala pequena, o cinema tinha balcão(na cidade,somente o Capitólio e o Avenida tinham balcão).

Uma curiosidade: em 1964, quando exibia uma festival de chanchadas, o teto do cinema desabou depois de uma forte chuva que caiu na cidade. Por sorte o desabamento foi de madrugada,quando não tinha mais ninguém no interior.

Ironicamente o filme em cartaz era a comédia "Sai de baixo" com a dupla Carequinha e Fred."
Por EDMILSON RODRIGUES DO Ó

A respeito da postagem feita neste respeitável blog  sobre IRINEU CECILIANO PEREIRA JÓFFILY, quero comentar o seguinte: Irineu Jóffily nasceu na cidade de POCINHOS, Paraiba, no dia 15 de dezembro de 1843, filho do segundo matrimônio do tenente-coronel José Luis Pereira da Costa com d. Isabel Americana. Irineu Jóffily faleceu  em sua residência, na Praça Municipal, atualmente Av Marechal Floriano Peixoto em Campina Grande, no dia 7 de fevereiro de 1902. Esta citação é feita no livro História de Campina Grande de autoria do historiador Dr. Elpídio de Almeida, Edições da Livraria Pedrosa, pag. 358.

Nos anais da História de Pocinhos, consta que, pelo Dec.-Lei Estadual nº 520, de 31 de dezembro de 1943, a então vila passou a denominar-se JÓFFILY em homenagem a Irineu Joffily um dos seus filhos mais ilustres. Todavia, a grande maioria do povo de Pocinhos nunca concordou com a nova denominação. Finalmente, a Lei Estadual nº 986 de 10 de dezembro de 1953 foi promulgada criando a cidade e comarca de Pocinhos e revogando o Dec-Lei anterior que mudara o seu nome.

Portanto, o escritor, jornalista e jurista IRINEU CECILIANO PEREIRA JÓFFILY, cujo nome original era Irineu Ceciliano Pereira da Costa, é filho natural da cidade de Pocinhos, Paraiba.
Recebemos um email de Waldez Fernandes Azevedo, sobre a postagem: http://cgretalhos.blogspot.com/2011/08/o-memoravel-jogo-treze-1x0-coritiba.html. Antes de nossa opinião, transcreveremos a seguir o conteúdo do email (clique para ampliar):


CONSIDERAÇÕES DO RHCG:

1. O blog "RHCG" é feito por apaixonados de nossa história, que não tentam contar a sua verdade e sim a verdade dos fatos, do jeito que realmente aconteceram ou pelo menos, se aproximando dela.
2. Campeonato Brasileiro não pode ser medido pelos adversários e sim, se a organização do mesmo foi pelo órgão máximo de nosso futebol a CBF. Assim sendo, quem foi o campeão brasileiro de 1987, Sport ou Flamengo? Desta forma, não podemos medir a importância de uma competição pelos seus participantes. Azar de quem não quis participar.
3. A informação que temos, segundo o http://www.rsssfbrasil.com/tablesae/br1986.htm , foi que o Treze foi o 35º colocado do Campeonato Brasileiro daquele ano. Este site é um dos mais respeitados no mundo, quando se trata de Estatísticas de Futebol. Talvez a confusão, foi a fase em que o Treze entrou na competição, que era classificatória para o Campeonato seguinte, o de 1987, fato que não aconteceu, pois ocorreu a Copa União. Para efeitos de classificação do Campeonato, a CBF reconheceu todas as fases, excluindo-se o Torneio Paralelo (Série B).
4. Erramos sim no nosso post, o Campinense não foi a melhor equipe paraibana no Campeonato Brasileiro da Série A e sim, o Botafogo de João Pessoa, ao obter o 20º posto no Nacional de 1980, conforme pode ser visto aqui: http://www.rsssfbrasil.com/tablesae/br1980.htm.



Quero parabenizá-los por estes mais de 200.000 acessos. Parabéns pela iniciativa que deu certo. Vocês conseguiram abrir este belo espaço e colocar suas pesquisas sobre Campina Grande do passado em ação. Vocês toparam, enfrentaram e encararam essa empreitada repleta de coisas boas do passado de nossa cidade. Voces foram à luta, enfrentaram as novidades tecnológicas com a mente aberta e de forma receptiva. Com isso conseguram ganhar os muitos  seguidores e continuam sendo “acessados” pelos internautas espalhados pelo mundo afora e, mais ainda, vocês abrindo este espaço virtual que já se consolidou como importante espaço de divulgação das notícias e também de participação das pessoas interessadas em contribuir para o melhoramento da cidade por meio de fotos, depoimentos, historias,  debates, opiniões, denúncias e sugestões.
Este site foi também, com certeza, um grande incentivador de outras iniciativas como esta que vieram a seguir. O  'Retalhos Historicos de Campina Grande'  é hoje um site com a magnitude que poucas cidades possuem. Nele, é possível acompanhar desde  galerias de fotos antigas  passando por entrevistas com grandes nomes do desporto campinense do passado. Além de, claro, as últimas informações de tudo que acontece no cenário  local, Estadual,  Nacional e mundial.

Me orgulho como colaborador e participante deste grande site do mundo virtual, agradeço pela oportunidade e pela recepção atenciosa a mim proporcionada quando do meu ingresso neste grande espaço de pesquisa e  de comunicação. Aqui pude mostrar um lado que até eu mesmo desconhecia e exercitar com total liberdade o direito democrático de expor o meu ponto de vista. Neste nosso encontro, com minhas  crônicas pude falar do futebol do passado, de pessoas e de fatos. Pude criticar e elogiar, pude traçar uma linha imaginária do tempo ao pontuar cada crônica com o momento vivido por todos nós.

Tem sido para mim uma experiência única e de grandes aprendizados. Saibam  que nele continuarei acessando, participando com envio de comentários,  historias, remetendo fotos, dando  sugestões e prestigiando. Conte sempre com meu incentivo nesta  caminhada.


Um grande abraço.
Jobedis Magno de Brito Neves
Colaborador/pesquisador
Tópico Memória: A Tragédia da Queda do Avião em 1958

Sou um dos sobreviventes do acidente aéreo ocorrido em Campina Grande no ano de 1958. Vínhamos, eu e mais dois irmãos, filhos do comerciante AFONSO CORDEIRO AGRA, tendo meu irmão, Afonso Cordeiro Agra Filho falecido naquele acidente.Quanto a mim, fiquei em coma durante 4 dias, enquanto meu outro irmão, Feliciano, nada sofreu. Lamentei muito a história contada por Renato Aragão quando se referiu a floresta e aos saques efetuados. As jóias que vinhamos com elas, correntes e relógios em ouro, foram devolvidas ao meu pai pelo pessoal do exército que foram para o local. Não havia mata, floresta, mas sim um roçado de milho. Fico a disposição dos historiadores para qualquer esclarescimento, pois o que está se vendo hoje são várias histórias mal contadas e deturpadas.
Tópico "ARTIGO: O fim da Indústria I.S.A. em Campina Grande-PB"

"No fim tudo dá certo, se não deu certo, é porque ainda não chegou ao fim”... 

Com esta frase, além de se encerrar o texto da colaboradora Ana Santino, também se encerra um ciclo de mais de 50 anos entre a Cia Fracalanza e a outrora próspera cidade de Campina Grande, uma das maiores propulsões comerciais dos anos 30, 40, 50 e 60!

A ISA era uma das poucas indústrias cinquentenárias ainda em atividade na cidade. A História da sua fundação e manutenção ao longo desses anos é emocionante, assim como sua despedida, cedendo espaço a mais um conglomerado comercial do ramo de supermercados, provavelmente a ser instalado em Campina Grande.

Para que a contribuição industrial promovida pela ISA ao longo da História não seja esquecida, seus registros e suas fotos estarão sempre rememorando a lembrança dos campinenses.

Há fatos pitorescos sobre esta partida que o Gavião venceu por 4x1 o Campinense. O Treze iria jogar em Esperança contra o América. Porém, como chovera na noite anterior e o campo estava sem condições de jogo, os trezeanos combinaram de ir ao estádio Amigão. Até parecia ser o Clássico dos Maiorais em termos de torcidas.

Começou a partida e, aí, veio o inesperado. O primeiro tempo terminou 2 x 0 para o tricolor. No final, o Gavião aumentou para 4 x 1 !

Eu recordo que, logo após o jogo,os trezeanos ligavam para os programas esportivos dizendo que o CC iria protestar o jogo, pois soubera que Bispo jogara sem a autorização do Papa ! E no dia seguinte, lá no Calçadão os torcedores do Treze e da Desportiva juntaram-se para azucrinar a torcida raposeira. Chegaram a comprar todo o horário do programa da Rádio Caturité "Postal Sonoro" para oferecer para os rubronegros, inúmeras vezes, uma música dos Golden Boys cujo refrão era: "um, dois, três, fica assim de gavião ! O meu barraco fica assim de gavião..."

Escutem o tema musical "Ninguém Tasca", que originou a gozação dos trezeanos com os raposeiros:



Parabens Campina Grande

Neste dia 11 de outubro Campina Grande completa 146 anos, sendo a segunda maior cidade do estado com quase 400 mil habitantes. A sua economia é voltada para industria de renome nacional, como, as sandálias havainas, as malhas da Embratex da Coteminas (uma das maiores industrias textil do Brasil), entre outras. É possível se afirmar que quase todo o brasileiro possui em sua casa algum produto fabricado em Campina Grande e hoje tem seus produtos exportados para inúmeros países. Além disso, Campina Grande é um dos principais pólos de informática do Brasil. Por todos esses motivos, a cidade atrai muitos investidores e mão de obra qualificada.
O comércio atende às necessidades da cidade e da região, oferecendo produtos e serviços de qualidade. Campina Grande também é servida por excelentes estradas, que permitem o deslocamento com segurança e rapidez a capital João Pessoa (cerca de 120 Km) e às principais cidades do Estado.
Eventos importantes marcam o calendário da cidade, atraindo visitantes e movimentando a economia local. Entre eles está a Festa do São João realizada anualmente no mês de Junho. A festa denominada o “O Maior São João do Mundo” conta com uma tradicional exposição de artistas nacionais famosos, shows, artesanatos e barracas de comidas diversas. Na condição de cidade hospitaleira, Campina Grande abriga com carinho todos os visitantes.
Todos que me conhecem sabem do carinho que tenho por Campina Grande. Nasci e cresci nessa cidade. Acompanhei de perto seu crescimento e seu desenvolvimento. Tenho orgulho de, ainda que minimamente, fazer parte dessa história. E como essa cidade tem histórias. Os Times amadores da cidade e seus causos de antigamente, suas personalidades famosas, as figuras folcloricas e engraçadas das ruas da cidade. Finalmente digo que Campina é uma cidade incrível, que nasceu grande não apenas no nome e com muitos problemas, mas hoje ao completar 146 anos está escrevendo seu nome no desenvolvimento da Região Nordeste.
Jobedis Magno de Brito Neves
Colaborador


Depois do surgimento do site “Retalhos Historicos de Campina Grande” de repente, os campinenses perceberam que possuiam ao alcance gratuito do clique do computador, em tempo real, em casa ou no trabalho, uma especie de “Museu eletrônico” da nossa cidade. Que além de bonitas fotos do passado, noticiava e criticava sem reservas condutas públicas e autoridades, sem maquiar fatos e sem esconder o nome dos envolvidos, mesmo que fossem pessoas influentes. A repercussão das matérias sobre a Campina Grande na midia e em escala nacional foi importante, pois provou que RHCG, um site de uma cidade do “interior” do Nordeste do país, estava no caminho certo. Foi uma demonstração também do poder da internet no mundo.
Com o sucesso do Site aos poucos as pessoas estão se habituando a ter e dar opinião, se bem que algumas vezes anonimamente, porém, o que importa é que tenham opinião. Agumas vezes escrevi coisas que me pareceram interessantes, possa ser que não tenha agradado a todos, outras vezes escrevi coisas que, para meu espanto, fui muito comprimentado (como a Historia do Futebol de salão da cidade), que esta em segundo lugar no site pelo numero de acesso e com muitos comentarios, que bom.
Pouco a pouco muitas pessoas foram introduzindo oxigênio puro no site com fotos e comentários, rajadas de ânimo e multiplicidade nas visões, tornando-se essenciais para fortalecer e arejar os conteúdos. Muitos exalaram sensibilidade, anseio por “ter voz” – e compartilhavam com os responsáveis pelo site com indignação com certa apatia do poder publico local e da administração pública da cidade pelo descaso por alguns predio em ruinas na cidade.
Além da chegada dos colaboradores que se tornaram regulares, o site passou a receber outras contribuições. Ampliava-se, a frequência de visitante, seguia em escalada crescente, exclusivamente pela propaganda boca-a-boca. Algumas pessoas começaram a mandar fotos e informações, outras chegaram e o espaço permanece de pé, atualmente, com varios colaboradores da historia. Poucos integrantes do grupo são jornalista - Os demais (como eu) são formados em outras áreas do conhecimento, o que foi essencial para a pluralidade qualificada dos enfoques.
De minha parte, também colaborador , após o susto inicial ante um número tão expressivo, rogo a Deus que continue a iluminar não apenas aos responsáveis pelo RHCG, mas também a todos os que acreditaram no trabalho que voces iniciaram com tamanha persistência, habilidade e coragem. A presença dos atuais acessos dos leitores que nos visitam nos impulsionam a ajudar e perseguir permanentemente melhorias para corresponder às expectativas. O desafio de voces responsaveis é não envelhecer, manter sempre em movimento e fiéis aos princípios que nortearam a criação desse espaço.
Parabens!!!!!!!!!!!!
Jobedis Magno de Brito Neves
Colaborador

Estou de volta para agradecer as inúmeras mensagens que alguns deixaram no RHCG e no meu email. Penso que ultrapassou todas as minhas espectativas que tinha quando abracei este projeto de resgatar a historia do futebol de salão de Campina Grande. Dentro dos meus limitados conhecimentos de informática e do pouco tempo que a minha vida profissional me permite e em muitas vezes em detrimento da minha vida pessoal, tentei manter a historia a fiel e com algumas dinâmica, o que tem permitido um elevado número de visitas um pouco espalhadas pelo mundo. Espero que continuem a participar como até aqui e que possam ir dando novas idéias para juntar ás que já vou tendo projetadas para a próxima etapa da historia do futebol de salão 3º parte.Obrigado a todos os que têm participado e espero que este espaço continue a ser um ponto de encontro e de boa disposição. Obrigado pelas mensagens de carinho! È muito bom saber que podemos contar com o apoio de vocês em cada historia e fotos que o Site coloca no ar. Qualquer pergunta é só deixar uma mensagem aqui no blog ou no meu email jobedismagno@hotmail.com, que logo em seguida eu volto com as respostas.
Abraços a todos
Jobedis

No primeiro ano do RHCG eu tenho até por obrigação de tecer e escrever algum coisa a respeito. Afinal, não posso ser um "colaborador" desnaturado...hehehe!! Existem várias maneiras de se expressar sentimentos, mas expressar através da escrita é algo que dá desmedido prazer.É sempre um prazer enorme vir aqui, escrever ou comentar sobre os mais diversos assuntos sobre nossa cidade. Assuntos interessantes e inteligentes e as vezes até engraçados. Prazer por satisfazer desejos, curar ansiedades, liberar sensações contidas. As páginas, do site são límpidas, repleta de fragmentos ordenados e abraça cada tema como em um encontro de amor e os textos vão ganhando sentido. Tudo perfeitamente registrado. Cada texto mostrado tem sua autenticidade e individualidade, que, a cada leitura, ganha um tema diferente. Escrever sobre o passado é alegria, mas ainda pode ser tristeza; sorriso ou lágrima, esperança ou desespero. Simultaneamente pode reunir passado, presente ou futuro, assim como metaforizar a vida. No RHCG todas as materias são abertas a comentários, que permitem aos leitores e colaboradores a troca de ideias, reflexões, críticas e sugestões, em cada publicação e podem registrar suas impressões sobre cada assunto. Em resumo, o site RHCG procura reunir em um mesmo espaço virtual as diferentes perspectivas e interesses relacionados aos mais diversos temas. A ideia, desde o início, é aproximar as contribuições acadêmicas, profissionais e institucionais sobre o tema em um mesmo ambiente de difusão e debates. Este primeiro aniversário me deixa muito feliz por eu poder compartilhar com vocês, e aos seus inumeros amigos leitores, Parabens!

Emmanuel Sousa e Adriano Araújo estão de PARABÉNS pelo registro do site em vários jornais e pelo numero de visitantes. Essa registro e o número de visitantes representa o respeito, a admiração e o reconhecimento pelo site RHCG criado por vocês. Um trabalho feito, no meu entender, com muita competência, muito bom gosto e, o que é mais importante, com muito carinho. Trabalho muito raro, se comparado a qualidade de sites/portais de outras cidades, que existem pela internet. Esse trabalho que o site realiza de divulgação de nossa cidade é de uma profunda importância, que palavras talvez não caracterizem nem consigam expressar a importância que ele significa. Percebemos isso pelo depoimento de carinho, de saudade e de valorização à nossa terra através dos depoimentos, crônicas e trabalhos aqui divulgados. Mais uma vez, PARABÉNS pelo trabalho que o RHCG vem fazendo e que Deus continue iluminando vocês nessa trajetória. Me sinto honrado em ser um dos seus colaboradores. Estou realizando um trabalho no distante Estado do Amapá e sempre que converso com os amigos de lá digo que Campina Grande, além de ser culturalmente bem servida a nossa cidade está muito bem divulgada, também está na net através do Portal. É realmente muito bom poder abrir o site da nossa amada Campina Grande e encontrar tanta alegria e inteligência por parte de toda a equipe. Continuem este trabalho incrível que prestam no intuito de divulgar nossa querida e belíssima cidade.Um forte abraço a todos.
 
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