Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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Por Vanderley de Brito

Em 1975, na gestão do prefeito Evaldo Cruz (1974-1976), a Prefeitura Municipal de Campina Grande estava edificando o monumento obelisco no meio do largo do Açude Novo, que deveria ser o marco zero das coordenadas urbanas da Cidade e também uma homenagem aos índios Ariú, então considerados os primeiros habitantes de Campina Grande.

Monumento sendo construído em 1975
(Imagem enviada por Jonatas Pereira - Diário da Borborema)

Todavia, o obelisco em construção para homenagear estes indígenas acabou por gerar uma dúvida em meio aos vereadores de Campina: teria sido mesmo os índios Ariú os primeiros habitantes de Campina?

A dúvida era pertinente e para tentar elucidar esta questão o líder arenista da Câmara Municipal de Campina, vereador José Luís Júnior, trouxe para palestrar na sessão do dia 03 de setembro do corrente ano o pesquisador Balduíno Lélis (presidente da seção paraibana do Centro Brasileiro de Arqueologia), sobre este assunto. Lélis, com um longo e eloquente discurso, acabou por afirmar que os indígenas Cariri já habitavam a região antes dos Ariú serem trazidos do sertão e aldeados em Campina pelo famoso sertanista.

Prof. Balduíno Lélis, em 1975, ocasião em que discursava para a Câmara Municipal de Campina Grande.
  
Ainda não satisfeitos, os vereadores preferiram consultar outro especialista e para a sessão da Câmara Municipal do dia 16 de setembro o vereador Lindaci de Medeiros convidou o professor José Elias Borges, profundo conhecedor sobre os indígenas paraibanos, para esclarecer este impasse sobre para quem se deveria dirigir à homenagem: aos Ariú ou aos Cariri?

Enfático, o professor Borges endossou o diagnóstico de Lélis afirmando que a região de Campina já era aldeamento de índios Cariri, e que os Ariú, vindos do sertão trazidos pelo sertanista Teodósio de oliveira Ledo em 1697, foram acrescidos à aldeia já existente na Campina Grande.

Particularmente, há anos sou amigo do velho Balduíno Lélis e também fui amigo de José Elias Borges, que lamentavelmente faleceu em 2010. Ambos se dedicaram com afinco e responsabilidade ao estudo dos povos indígenas da Paraíba e, de fato, tinham anuência para resolver o impasse, como o fizeram. Meus estudos sobre esta questão, alçados em documentos coevos que estes estudiosos não tiveram oportunidade de manusear na época, não deixam dúvidas de que Campina Grande já era uma aldeia de índios Bultrins, da nação Cariri, muito antes de Teodósio chegar com os nativos Ariú e os assentar nesta aldeia. Portanto, os verdadeiros fundadores de Campina Grande foram de fato os índios Cariri.

Apesar do esforço da Câmara para elucidar o caso e mesmo ante o diagnóstico apresentado por estes importantes estudiosos, o monumento obelisco, construído em concreto armado em forma piramidal no centro do largo do Açude Novo, circundado por um lago e medindo 45 metros de altura, contrariou a História e foi erigido em homenagem aos índios Ariú. Coisa de políticos!

O Monumento ainda em obras
(Imagem enviada por Calina Lígia Teixeira)

No projeto inicial, o monumento deveria receber imagens em alto relevo nas suas quatro faces com esculturas de cimento simbolizando os índios Ariú. Mas esta decoração artística acabou não sendo feita, creio que em virtude da dúvida lançada.

Obelisco do Parque Evaldo Cruz. Foto de Vanderley de Brito em 08 de abril de 2013

Nota do autor: 

Na verdade, nenhum grupo nativo ocupava a região de Campina Grande quando se deram as primeiras entradas nesta região por curraleiros e sertanistas brancos. Os Cariri vieram para a região trazidos do São Francisco por missionários capuchinhos, eram grupos agricultores e tinham um remoto parentesco com os tupi. Já os Ariú habitavam os sertões semiáridos, eram grupos caçadores e coletores, tinham grande estatura física e pertenciam ao tronco lingüístico Macro-jê. É convenção entre os estudiosos de línguas indígenas não utilizar o plural nos termos nativos, uma vez que nenhuma língua indígena no Brasil utilizava plural, se valendo de gerúndios para indicar quantidade.

Dona Anália Barbosa, uma autêntica
descendente dos Cariri da região de Campina Grande. Foto 1976.


Uma das mais antigas edificações de Campina Grande é o Edifício Prata, localizado na Rua Semeão Leal, centro da cidade. Foi construído por um ex-prefeito de Campina Grande, Raymundo Vianna de Macedo, que governou a cidade durante o período de 1945 e 1946.


Raymundo Vianna de Macedo

Vianna tinha vários imóveis, entre eles, o terreno onde hoje se localiza a “Feira da Prata”, que inclusive leva o seu nome. Foi um dos fundadores do Jornal “Praça de Campina” em 1934, do Rotary, da Embrapa, da Sociedade Rural e da Sociedade Beneficente dos Artistas, além de ser um dos responsáveis pela construção da Igreja do Rosário e do Colégio da Prata. Ainda seria deputado estadual no ano de 1946.

O Edifício Prata, de estrutura de concreto armado, tem o alvará de construção nº. 1.179, registrado em livro em 07 de julho de 1962, no Departamento de Urbanismo da Prefeitura Municipal de Campina Grande. Porém, vale destacar que sua construção foi bem antes disso, infelizmente, não temos o ano correto de tal ato.


Foto do Edifício

José Paulino da Costa, que trabalhou no Edifício Prata desde 1975, nos relatou em 2009 uma curiosidade na construção do prédio. Segundo ele, vários maquinários utilizados para construir o Açude de Boqueirão, reservatório de água de nossa cidade, foram empregados na construção do edifício, chegando inclusive a ser alvo de piadas, ao indagarem Vianna se ele estava construindo um açude no centro da cidade.

O Edifício tem uma área total construída de sete mil, novecentos e oitenta e oito metros e quarenta centímetros quadrados (7.988.040 m2). Já foi sede dos grandes escritórios e comércios da cidade em sua fase áurea, sendo em determinada época, grande centro mercantil. Hoje, basicamente, é local de moradia de estudantes, que chegam a Campina Grande para estudar nas nossas diversas universidades.


Outra Vista do Edifício

Fontes Utilizadas:

-Arquivos de José Paulino da Costa
-Arquivos Pessoais

O Estádio Governador Ernani Sátyro, ou o “Amigão” como é mais conhecido, foi uma obra do governo do patoense Ernani Sátyro, o “amigo velho”. Construído entre 1974 e 1975, foram necessários 14 meses desde o desmatamento do local, até a situação de se poder sediar jogos. Situa-se na Avenida Chesf, s/nº.

 
(O Amigão sendo construído)

O ex-presidente do Campinense Clube, Germano Cruz, contou no programa de rádio “Debate da Caturité” fatos inéditos sobre a construção do “Colosso da Borborema”, apelido dado pelo narrador esportivo Joselito Lucena. Germano disse que em 1973, ocorreu uma reunião de prefeitos em Fortaleza, no Ceará. Dorgival Terceiro Neto representou João Pessoa e Evaldo Cruz, Campina Grande.

Evaldo estava decidido a construir um Estádio em Campina Grande, já que na época, essa era a grande vontade do município. Políticos, Imprensa e Sociedade estavam imanados nesse sentido, ou seja, da construção de um campo de futebol de grandes dimensões, para uma cidade que sempre respirou futebol.

Em Fortaleza, Evaldo Cruz após uma conversa com o prefeito da capital cearense, que construiu um grande estádio por lá, procurou o húngaro Janos Tatray, para que esse fosse a Belo Horizonte procurar o arquiteto do Mineirão e que esse fizesse uma maquete para o Estádio de Campina Grande.

O governador da Paraíba na época Ernani Sátyro, em visita a Prefeitura de Campina Grande, viu a maquete que tinha vindo de Recife e perguntou ao prefeito de Campina Grande com qual recurso iria ser financiado tal projeto. Evaldo Cruz disse que seria com a ajuda do Governo do Estado. Como sempre ocorreu em nossa histórica Paraíba, para que algum local tenha de ser beneficiado, primeiro tem de se fazer na capital. Assim foi feito, o prefeito de João Pessoa cedeu um terreno para a construção do Almeidão e o de Campina Grande, o local do Amigão.

No local onde hoje se localiza o Amigão, antes só existiam plantações das mais variadas. Com cerca de 15.000 metros cúbicos de concreto, a escavação da obra foi feita com explosivos, com aproximadamente 800 homens trabalhando dia a dia. O estádio infelizmente não chegou a ser concluído, tendo apenas a metade sul da marquise terminada. Aquilo que era pra ser uma réplica do Estádio do Mineirão em Belo Horizonte ficou mais parecendo um canteiro de obras. O mesmo ocorreu com o Almeidão em João Pessoa. Talvez o dinheiro destinado às obras, que daria para se construir um Estádio de verdade, foi desviado para que interesses fossem atendidos, ou seja, acabou em cada cidade se destinando a construção da metade de um estádio, infelizmente.

(Operários nas obras do Estádio Amigão)

Com dimensões do gramado de 110m x 75m, o Estádio felizmente é ótimo para grandes jogos de futebol. Por muitos anos, seu gramado foi considerado o melhor do Brasil, chegando a ser mencionado na Revista Placar, pelo ex-craque do Botafogo do Rio, Paulinho Criciúma.

(O Amigão ainda em obras)

O Estádio foi inaugurado em 08 de março de 1975, com um jogo entre Botafogo do Rio de Janeiro, time do então governador do Estado e o Campinense, clube local. Segundo o ex-presidente do Treze em 1975, Zé Agra, o Treze foi preterido por este (Agra) fazer algumas exigências ao governador, que foram consideradas desaforo por Ivan Bichara, o mandatário da Paraíba na época.

Em 16 de março de 1975, o primeiro clássico dos maiorais no Amigão, com um empate em 1 a 1. Pedrinho Cangula, o pai de Marcelinho Paraíba, foi o autor do primeiro gol do Ernani Sátyro.


(O time do Botafogo do Rio que enfrentou o Campinense)

A capacidade máxima de público atingida foi no encontro entre Treze e Flamengo, no dia 07 de fevereiro de 1982, com 42.149 torcedores. Esse público talvez, poderá ser nunca mais superado, devido as colocação de assentos no estádio, que diminuiu consideravelmente sua capacidade.

(O Amigão terminado ???)

Esperamos que nos próximos anos, grandes reformas sejam implantadas no Estádio, pois se o mesmo não for emergencialmente observado, o campo infelizmente poderá mudar seu objeto principal: o de dar alegrias, para um local de uma grande tragédia.

(O Estádio atualmente)

Abaixo, nossos visitantes podem acessar mais algumas informações referentes ao Amigão. Do acervo de professor Mario Vinicius, registros da época da inauguração do Estádio. São recortes de jornais, com fotos e textos:







Do acervo de Joselito Lucena, que apresenta o programa “Reminiscências” na Rádio Caturité, momentos da inauguração do Amigão, entrevistas, curiosidades e diversas informações sobre o “Colosso da Borborema”, como por exemplo, uma entrevista com João Havelange, o primeiro gol do Estádio e outros interessantes registros:



Fontes Utilizadas:

Wikipedia
Livro dos 50 anos do Treze Futebol Clube
Programa “Debate na Caturité” – Rádio Caturité
Arquivos Pessoais
Acervo Pessoal de Professor Mario Vinicius Carneiro
Programa “Reminiscências” – Rádio Caturité
Comunidade de Campina Grande no Orkut - Fotos
Quando a casa de shows “Forrock” foi inaugurada em Campina Grande, no já distante ano de 1985, os campinenses ficaram encantados com aquele local, o nome diferente e principalmente, com as atrações que vieram a se apresentar na cidade, geralmente grandes nomes de nossa música popular.

O local do Forrock, situado na Avenida Almirante Barroso no bairro do Cruzeiro, entrou para a história cultural de Campina Grande, infelizmente, o grupo que comandava o local resolveu investir apenas em João Pessoa, fato comum nos investimentos em Campina Grande. Percebe-se, que ao se ganhar dinheiro e fama na cidade, o próximo passo é encerrar o empreendimento e se transferir para João Pessoa ou outra cidade maior.

Porém, os tempos eram outros e ao se perceber que a cidade era viável economicamente para grandes eventos musicais, vários empresários se interessaram em investir no ramo, como foi o caso de um grupo comandado por Luiz Augusto Nóbrega Oliveira, que na década de 70 ficou conhecido em Campina Grande, por comandar uma torcida organizada do Treze Futebol Clube, a “Guga”. Foram exatamente os eventos promovidos pela Guga, que deu a experiência necessária a Luiz Augusto para a promoção de eventos.

No dia 16 de junho de 1987, foi inaugurada na época, a maior casa de shows da América Latina, o Spazzio. A grandiosidade do local chamava a atenção de todos os brasileiros, já que a pergunta geral era: como é que uma cidade do interior da Paraíba tinha “bala na agulha” para tamanho empreendimento? Um dos maiores fãs do Spazzio era Chico Anísio, que sempre se referia a casa de shows em algumas entrevistas, isso no final dos anos 80.

Com capacidade para acomodar 18 mil espectadores, o Spazzio já teve a honra de ter em seu palco, nomes como Ray Connif, Julio Iglesias, Jimmy Cliff, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Gilberto Gil, The Platters e vários outros ícones da música em geral. “O Spazzio é uma casa rústica mais para a região é muito ousada. Logo no início levamos o Júlio Iglesias, pela primeira vez, quando ele veio ao Brasil e foi cantar no Nordeste”, relatou Luiz Augusto a um site de Pernambuco.

O sócio de Luiz Augusto é o empresário Zito Buarque, conhecido na região por suas Usinas de Cana-de-Açúcar e outros ramos empresariais, além de ser apaixonado pelo Campinense Clube, o qual ajuda financeiramente. No áudio abaixo, retirado do programa “Mesa de Bar” da Rádio Cariri, Buarque fala de como começou seu envolvimento com o Spazzio, além de uma engraçada história sobre um show de Roberto Carlos:
     


 

Com 22 anos de serviços prestados a cidade, o Spazzio mantém sua história de shows, apesar de nos últimos anos a qualidade musical ter caído um pouco. Esperamos mais shows de uma qualidade de um Djavan, Ana Carolina etc., pois Campina Grande não é apenas forró, porém, é verdade que o gosto popular não deve ser esquecido. Talvez a grande pedida seja encontrar um meio termo entre os vários gostos musicais.

Abaixo, uma relação de shows realizados no Spazzio até o ano de 2003:

1987

19/06 – Jorge de Altinho/ Alceu Valença
20/06 – Luiz Gonzaga/ Marinês/ Capilé
21/06 – Chiclete c/ Banana/ Dominguinhos
23/06 – Elba Ramalho / Luis Gonzaga/ Jorge de Altinho
24/06 – Nando Cordel/ Dominguinhos
26/06 – Luiz Gonzaga/ Fagner/ Alcimar Monteiro
27/06 – Elba Ramalho/ Chiclete com Banana / Capilé
28/06 – Alceu Valença/ Nando Cordel
08/08 – Elba Ramalho/ Chiclete com Banana
28/08 – Fagner/ Chico Buarque
04/10 – Trem da Alegria
17/10 – Ivan Lins/ Morais Moreira/ Capilé
23/10 – Lobão
28/11 – Toquinho (Desfile de Modas)
04/12 – Roberto Carlos
05/12 – Roberto Carlos
13/12 – Festival do Chopp
31/12 – Chiclete c/ Banana ( Reveillon )


1988

23/01 – Julio Iglesias
05/03 – Tokyo Banda de Supla/ Zero/ Capital Inicial ( Festival do Rock )
04/04 – Fevers/ Renato e Seus Blue Caps/ Ivanildo Sax ( Festa Anos 60 )
04/06 – Ray Conniff
11/06 – Amelinha/ Madruga/ Nando Cordel
18/06 – Chiclete c/ Banana/ Fagner/ Almanarte Brasil
23/06 – Elba Ramalho/ Nando Cordel/ Capilé
24/06 – Jorge de Altinho/ Fagner/ Três do Nordeste
25/06 – Caetano Veloso/ Dominguinhos/ Chiclete com Banana/ Gilberto Gil
26/06 – Chiclete c/ Banana/ Almanarte Brasil/ Banda Reflexus
28/06 – Geraldo Azevedo/ Elba Ramalho/ Novinho da Paraíba
02/07 – Chiclete c/ Banana/ Capilé/ Jorge de Altinho/ Os Tropicais
09/07 – Três do Nordeste/ Capilé/ Trio Nordestino/ Os Tropicais
06/08 – Banda Reflexus/ Luis Caldas
27/08 – Adilson Ramos/ Alípio Martins/ Nelson Gonçalves
04/09 – Xou da Xuxa
10/09 – Gal Costa
24/09 – Lulu Santos
15/10 – Homenagem a Luiz Gonzaga
24/12 – Banda Mel
31/12 – Neguinho da Beija Flor


1989

28/04 – Paulinho da Viola/ Fagner/ Chico Buarque
03/06 – Chiclete c/ Banana
10/06 – Fábio Júnior/ Capilé/ Wilma
17/06 – Fafá de Belém/ Assisão/ Alcimar monteiro
23/06 – Elba Ramalho/ Dominguinhos/ Madruga
24/06 – Chiclete c/ Banana/ Nando Cordel/Tânia Alves
28/06 – Trio Nordestino/ Chiclete c/ Banana/ Som da Terra
01/07 – Ney Matogrosso/ Antonio Barros e Ceceu
29/07 – Lulu Santos
02/09 – Simone e Banda Caprichosos de Pilares
24 à 27/09 – Fetec
22/10 – Angélica
09/12 – Roberto Carlos
30/12 – Chiclete c/ Banana/ Luis Caldas


1990

13/03 – Formatura Colégio da Prata
27/04 – Micarande ( Orquestra Popular de Olinda )
01/05 - Micarande ( Orquestra Popular de Olinda )
24 à 27/05 – Campina Grande Mostra Negócio ( Feira )
02/06 – Titãs e Capilé
13/06 – Alceu Valença / Eliane/ Wilma
22/06 – Elba Ramalho/ Gonzaguinha
23/06 – Chiclete c/ Banana/ Nando Cordel
29/06 – Fagner/ Fafá de Belém
30/06 – Luis Caldas/ Pepeu Gomes/ Morais Moreira
04/08 – Paralamas do Sucesso
01/09 – The Platters/ Milton Nascimento
13 à 16/09 – Fetec
29/09 – Ray Conniff/ Beto Barbosa
27/10 – Roupa Nova/ Banda Beijo ( 13 anos Rádio C.G FM )
28/10 – Dominó
17/11 - Artistas da Terra ( SOS Paraiban)
02/12 – Festival do Chopp ( Capilé e os Feras )
29/12 – Chiclete com Banana / Luis Caldas


1991

11 À 12/5 - Cidinho E Seus Convidados (24 Horas De Forró).
01/06 - Gilberto Gil/ Trio Nordestino.
15/06 - Pinto Do Acordeom/ Amazan/ Josinaldo.
21/06 - Elba Ramalho/ Banda Cheiro De Amor.
22/06 - Fagner/ Jorge De Altinho.
23/06 - Chiclete Com Banana/ Nando Cordel/ Capilé.
28/06 - Luis Caldas/ Três Do Nordeste
29/06 – Roupa Nova/ Flávio José
30/06 – Forrorande ( Trio Papa Léguas )
09/11 – Papa Léguas e Banda Beijo
30/11 – Jimmy Cliff
08/12 – Mara Maravilha
28/12 – Chiclete c/ Banana / Capilé


1992

11/04 – Daniela Mercury/ Alceu Valença
01/05 – Os Feras
02/05 – Daniela Mercury
03/05 – Ricardo Chaves
23/05 – Banda Mel
13/06 – Fábio Junior/ Antonio Barros e Ceceu
19/06 – Chiclete c/ Banana/ Jorge de Altinho
20/06 – Fagner/ Três do Nordeste
21/06 – Banda Cheiro/ Biliu de Campina
23/06 – Elba Ramalho/ Capilé
24/06 – Chiclete com Banana
27/06 – Daniela Mercury/ Nando Cordel
28/06 – Banda mel/ Inaldete Amorim
17 à 21/09 – Fetec
17/10 – Eliane/ Nando cordel
05/12 – Roberto Carlos
26/12 – Chiclete c/ Banana/ Alceu Valença/ Banda Feras


1993

27/03 – Lulu santos/ Banda Cheiro ( Prévia da Micarande )
16 à 18/04 – Banda Palov/ Feras
11 à 13/05 – Campina Grande Mostra Negócio
19/06 – Banda Beijo/ Jorge de Altinho
23/06 – Chiclete c/ Banana/ Antonio Barros e Ceceu/ Banda Palov
25/06 – Elba Ramalho/ Banda Cheiro
26/06 – Asa de Águia/ Nando Cordel
10/10 – Os Trapalhões
16/10 – Mastruz c/ Leite/ Reginaldo Rosssi
18/12 – Chiclete c/ Banana
25/12 – Banda Cheiro/ Eliane


1994

26/03 – Asa de Águia / Banda Efan
09/04 – Roberto Carlos/ Banda Feras
23/06 – Elba Ramalho/ Mastruz c/ Leite
24/06 – Jorge Bem Jor/ Banda Cheiro
25/06 – Tim Maia/ Lulu Santos
16/10 – Asa de Águia/ Eliane
26/11 – Zezé di Camargo e Luciano
16/12 – Netinho
30/12 – Chiclete c/ Banana


1995

18/03 – Asa de Águia
25 à 28/05 – IV Campina Mostra Negócio e IV metalmec
23/06 – Elba Ramalho/ Banda Eva/ Amazan
24/06 – Fagner/ Chiclete c/ Banana/ Amazan
29/07 – Raça Negra/ Banda Palov
02/12 – Fábio Júnior/ Banda Efan
30/12 – Chiclete c/ Banana / Alerta Geral/ Capilé


1996

20/03 – Asa De Águia
30/03 – Elba Ramalho/Geraldo Azevedo/Alceu Valença/Zé Ramalho
22/06 – Elba Ramalho /Gera Samba / Amazan
23/06 – Fagner /Mastruz Com Leite /Amazan
21/07 – Chiclete Com Banana /Cavalo De Pau
19/09 – Zezé Di Camargo E Luciano /Sirano E Sirino
23/11 – Roberto Carlos


1997

15/03 - Asa de Águia e Mexe Ville
20/04 - Sirano e Sirino / É O Tchan e Capilé
22/06 - Zezé di Camargo e Luciano / Magníficos / Amazam
23/06 - Daniela Mercury e Baby Som
17/08 - Tiririca/ Capilé
30/08 - Molejo/ Flavio Jose/ Banda Metrópole
18/10 - Chitãozinho e Xororó/ Sirano e Sirino
28/11 - Só Pra Contrariar/ Mexe Ville
13/12 - Banda Mexe Ville/
27/12 - Banda Eva/ Jamil e uma Noites


1998

21/03– Só Pra Contrariar/ Banda Malagueta/ Mexe E Ville
22/05– Roberto Carlos/ Banda Feras
20/06– Chiclete com Banana/ Magníficos/ Amazam
21/07– Chiquititas/ Palhaço Pipoquinha
04/08– Padre Zé Ivanildo ( Show da Igreja de Fátima )
17/10– Terra Samba
12/12– Zezé di Camargo e Luciano/ malagueta e Mexe e Ville
25/12– Araketu/ Ricardo Chaves/ S3
27/12– Padre Zé Vanildo ( Igreja )


1999

26/03 – Daniel e Alerta Geral
09/05 – Padre Zezinho
19/06 – Chiclete Com Banana/ Magníficos / Reginaldo Rossi / Amazan
02/07 – Zezé Di Camargo E Luciano
16/10 – Leonardo/ Mexe Ville/ Luizinho De Irauçuba / Amazan
27/11 – Renato e Seus Blue Caps/Os Feveres / Os Pholhas
25/12 – Ivete Sangalo / Furdunço E Capilé.


2000

23/06 – Chiclete Com Banana/ Nando Cordel / Amazan
01/07 – Zezé Di Camargo & Luciano / Amazan
20/08 – Os Travessos / Ala Ursa / Só Balanço E Furdunço
12/10 – Klb / Furdunço / Los Papas
22/12 – Harmonia Do Samba


2001

22/06 – Zeze Di Camargo & Luciano / Os Feras / Amazan
24/08 – Exaltasamba / Jorge Aragão / Artemanha
26/10 – Skank / Area 51
29/12 – Chiclete Com Banana


2002

21/06 – Zezé Di Camargo E Luciano /Ton Oliveira / Lagosta Bronzeada
23/08 – Roberto Carlos E Across The Beatles
22/09– O GRANDE ENCONTRO DA MUSICA CATOLICA CAMPINENSE
29/12 – Babado Novo / Calypso E Capilé


2003

26/04 – Formatura da UEPB
21/06 – Elba Ramalho / Babado Novo / Palov e Amazan
03/10 - Kid Abelha / Senhoritas e Impossíveis
22/11 - Raça Negra e Eliane
05/12 - Fevers / Pholhas e Renato e seus Blue Cap's
26/12 - Ivete Sangalo /A Zorra / Capile 


Anexos:

Trecho de um show de Djavan  realizado no Spazzio:

Fonte: www.camera21.com.br


Fontes Utilizadas:

-Arquivos Pessoais
-www.spazzio.com.br
-Rádio Cariri
-www.camera21.com.br
Os mais antigos lembram bem, já os mais novos, talvez tenham a curiosidade em saber como era o espaço em que se localiza atualmente o Parque do Povo, antes de sua construção. Nas fotos abaixo, um pouco da  curiosidade é saciada.




Antigamente o local era chamado de “Coqueiros de Zé Rodrigues”. No período de São João, os campinenses realizavam naquele local, alegres quadrilhas e principalmente, saboreavam as comidas e bebidas típicas.

Enivaldo Ribeiro deu o primeiro passo para a futura sede do forró campinense. Logo após, foi a vez de Ronaldo Cunha Lima, que teve a idéia de “profissionalizar” o evento ali existente, construindo um monumento em forma de pirâmide (muito em voga nos anos 80) e o batizando de “Forródromo”. O local foi projetado pelo arquiteto Carlos Alberto de Almeida, sendo construído pela Enarq.

Construção da Pirâmide

Assim, o Parque do Povo seria inaugurado em 14 de maio de 1986 e no dia 31, seria o palco da festa que consagraria Campina Grande nacionalmente, o chamado “Maior São João do Mundo”.

No dia de sua inauguração, não é preciso dizer que o local estava superlotado. Segundo o Diário da Borborema de 03 de junho de 1986, “Ronaldo Cunha Lima chegou ao Parque do Povo por volta das 21h, acompanhado do senador Humberto Lucena, do deputado estadual José Maranhão, João Agripino Neto e outras autoridades. A multidão já esperava o poeta para fazer a festa. Uma girândola anunciou o início dos festejos juninos”.

Inauguração

Ronaldo Cunha Lima, o criador do Parque do Povo

O evento cresceu, atraiu as atenções de todo o Brasil, entrou para o calendário oficial de eventos brasileiros e tornou Campina Grande conhecida internacionalmente.



Desta forma, desde 1986 o Parque do Povo entrou para a história de Campina Grande, sendo utilizado para todos os grandes eventos da cidade, como a Micarande, Feira de Automóveis, Encontros Cristãos, além é claro, pelo próprio São João.

Fontes Utilizadas:

Reprodução de imagens da TV Paraíba
Diário da Borborema
Arquivos Pessoais
Comunidade de Campina Grande no Orkut (Fotos)
Contorno Elpídio de Almeida - Antes do Viaduto (2006)
Foto: Leonardo Silva

O colaborador Bráulio Nóbrega nos enviou alguns recortes do extinto Jornal da Paraíba, datado do ano de 2006 em dois períodos, que retratam a assinatura da ordem de serviço e, posteriormente, o andamento da obra de construção do Viaduto Elpídio de Almeida, na confluência das Avenidas Mal. Floriano Peixoto, Manoel Tavares e a Rua Giló Guedes (Av. Canal).

Em 25 de fevereiro de 2006 a foto acima, em primeira página no Jornal da Paraíba, e matéria interna que destacava a assinatura da ordem para construção do viaduto:



Em maio daquele mesmo ano, no dia, o jornal publicava propaganda de página inteira do Governo do Estado falando sobre a construção que já se encontrava em execução, na cidade:



O Viaduto Elpídio de Almeida se trata de uma bela e importante obra, contribui com a mobilidade local mas ainda não foi suficiente para atender a necessidade que o tráfego daquele entorno exige.
Segundo o historiador Mario Vinicius Carneiro Medeiros em sua obra sobre a história do Treze Futebol Clube, a idéia para um Estádio de Futebol para o Galo da Borborema surgiu em 1938. Para que fosse possível o sonho, Antônio Fernandes Bióca, Luiz Gomes, Tibúrcio dos Santos, José Rodolfo e Zacarias do Ó, foram ao encontro do então governador da Paraíba, Argemiro de Figueiredo.

Homem de fácil acesso, Argemiro mandou que os dirigentes trezeanos procurassem um terreno, o qual o governo do Estado compraria e consequentemente, o repassaria ao Treze. Um local na rua D. Pedro I no Bairro de São José foi escolhido e no dia 04 de abril de 1938, ele seria doado ao Treze para a construção do Estádio. Na época, o terreno tinha 25.000 metros quadrados.

Logo, o Treze aumentaria as dimensões do lugar, adquirindo na época pelo valor de 10 contos de Réis, um terreno com a frente para a Rua Teixeira de Freitas. O dinheiro foi conseguido através de uma doação do Sr. José Augusto Júnior, sendo o restante obtido através de uma campanha popular e outras doações.

A pedido de Argemiro de Figueiredo, o nome do Estádio seria “Getúlio Vargas” em homenagem ao então presidente do Brasil.

No dia 17 de março de 1940, finalmente o Estádio ficaria pronto. A cidade praticamente parou nesse dia, com festas e mais festas em homenagem a nova casa de esportes. A partida inaugural se deu entre Treze e Ypiranga, com Argemiro de Figueiredo dando o pontapé inicial do jogo.

A ficha técnica da partida foi a seguinte:

Treze 3x3 Ypiranga
Data: 17/03/1940
Local: Estádio Presidente Vargas – Campina Grande-PB
Competição: Campeonato de Campina Grande de 1939
Treze: Álvaro; Clodoaldo e Jiló; Martelo, Pedro Macaco e Delorme; Clóvis, Aderson Eloy, Holanda, Genival e Mota
Ypiranga: Sem dados
Marcadores: Ypiranga: Alcides (primeiro gol do Estádio). Os outros tentos do Ypiranga são desconhecidos. Treze: Aderson Eloy, Pedro Macaco e Genival.


O primeiro jogo interestadual foi contra o Santa Cruz, no dia 14 de abril de 1940 com o Galo vencendo por 5 a 2.

Em 1948, seriam construídas as primeiras arquibancadas do PV. O “Campo do Galo” foi o primeiro estádio de futebol da Paraíba a construir os túneis de acesso ao campo, para jogadores e árbitros, e igualmente o primeiro a instalar refletores para possibilitar a realização de jogos noturnos.


Com os refletores sendo inaugurados em 09 de julho de 1958, foi disputado um jogo contra o Sport Recife. O placar seria de 3 a 3, quando o Treze jogou com Pelado (Mascote); Nelson e Lucas; Joab, Gonzaga e Milton Negrinho; Guedes, Bé, Pedro Negrinho, Ruivo e Josias. Guedes, Ruivo e Josias fariam os tentos do Treze.


O Estádio Presidente Vargas também teve a honra de ter em seu espaço físico, a Taça Jules Rimet, o troféu que era transferido ao Campeão do Mundo de futebol. Além disso, em 1968 veria também a lenda Garrincha vestir o manto do Treze, em jogo frente a Seleção da Romênia.

Em 1972, o Estádio seria ampliado, ganhando um pouco mais de conforto.

PV nos anos 70

Com a inauguração do Estádio Amigão em 1975, o velho “PV de guerra” foi deixado de lado, praticamente só se disputando lá, jogos medianos e principalmente, servindo de local de treino para o time profissional do Treze, além de suas divisões de base.

A exceção a essa regra se deu em 19 de junho de 1986, quando todas as atenções estavam voltadas para a Copa do México. O Flamengo veio jogar com o Treze no PV, com o placar sendo de 3 a 1 para a equipe carioca.

No começo dos anos 90, uma grande tragédia. Parte do muro do Estádio caiu e matou duas menores. Em virtude deste fato, já que as diretorias que fizeram parte do Treze, deixaram a ação promovida pelos pais das menores correr a revelia, o clube foi punido com um leilão, para que os pais das jovens fossem indenizados, que fez com que o Treze perdesse grande parte do terreno do PV. Onde hoje se encontra uma pizzaria e uma mortuária de frente ao Hospital Pedro I, ali no passado era do Treze.

Entre 1998 e 1999, os velhos refletores seriam trocados por melhores equipamentos, fato ocorrido na gestão de Olavo Rodrigues.


Jogo de Reinauguração dos Refletores em 1999

A partir de 2004, o Estádio foi recebendo grandes melhorias, como uma nova fachada, moderna e mais bonita, novos vestiários, uma academia, melhoria no campo, além de um maior cuidado de conservação naquele que é o segundo maior patrimônio do clube, já que o primeiro é a torcida.

Nova fachada do PV

O Treze recentemente voltou a disputar grande jogos no PV, a exemplo da Série C, Série D, Copa do Brasil etc. A intenção de todos que torcem pelo Treze é que no futuro, o Estádio receba uma grande reforma, arquibancadas maiores, na intenção de transformá-lo numa arena esportiva.

Vídeos interessantes sobre o PV:

O Estádio entre os anos 50 e 60:


Reportagem sobre histórias do Estádio - TV Paraíba:


Imagens recentes do Estádio:


Fontes Utilizadas:

Livro dos 50 anos do Treze Futebol Clube – 1975
Livro dos 80 anos do Treze Futebol Clube – Professor Mário Vinicius Carneiro Medeiros
Comunidade do Treze no Orkut - Fotos do Estádio
www.trezegalo.xpg.com

Registro de grande importância histórica. É o ante-projeto do Estádio Presidente Vargas de propriedade do Treze Futebol Clube, encontrado na Revista "A Noite Ilustrada", edição do ano de 1938 e cedido ao "Retalhos" por Rau Ferreira:


Texto por Rau Ferreira

O Estádio “Presidente Vargas” – carinhosamente denominado PV – é o campo oficial do Treze Futebol Clube, um dos grandes campeões paraibanos e importante equipe futebolística da cidade de Campina Grande.

A concretização do sonho trezeano começou a partir da doação de um terreno localizado no bairro São José, por Argemiro de Figueiredo, no ano de 1937.

No anteprojeto de construção constavam quatro campos de esporte, pista de corridas, piscina olímpica com trampolim e arquibancada para 10.000 pessoas. E mais, estacionamento para 150 carros, hospedaria, restaurante, enfermaria e vestuários. Na entrada, havia previsão da construção de um pórtico monumental.

Pres. José Augusto Jr.
O Presidente do clube, Sr. José Augusto Júnior, estava a frente da obra, cujos trabalhos estavam orçados em 500 contos de réis.

Na primeira disputa realizada em campo, o Treze empatou com o Ypiranga pelo score de 3 a 3, com o gol de abertura de Alcides.

Para a imprensa da época, denominar-se de Presidente Vargas o campo do Treze era uma justa homenagem ao chefe da nação brasileira.

A inauguração do PV aconteceu no dia 17 de março de 1940.

Segundo nosso leitor Luciano Jordan: "O projeto é de Isaac Soares. O mesmo que projetou o Cine Capitólio e o Casino Eldorado!! Sensacional registro!!".
Por Emmanuel Sousa 


O edifício sede da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, FIEP, teve sua construção iniciada no ano de 1978, estendendo-se por cinco anos até sua inauguração em 24 de Setembro de 1983, sob a presidência de Agostinho Velloso da Silveira.

Cydno Silveira apresentando a maquete do projeto

Para o projeto da obra, fora encarregado o arquiteto carioca Cydno da Silveira, profissional competente que trazia em seu curriculum a experiência desenvolvida em projetos realizados em parceria com Oscar Niemayer na Argélia.

A Casa da Indústria, como foi batizado o prédio sede da FIEP, ainda em 1983, após sua inauguração, recebeu o Prêmio Nacional de Prédiono Brasil, promovido pela Revista Módulo de Arte, Cultura e Arquitetura do Rio de Janeiro.

Fotos e Fonte: Memorial FIEP - Seis Décadas de Ações Transformadoras
Tivemos a grata surpresa de receber da senhora Bárbara Araújo Silva, fotos de casas antigas de Campina Grande. A primeira imagem é do ano de 1969 e mostra a então casa do senhor Manoel Elias de Araújo Pereira:


Esta casa ficava na Avenida Floriano Peixoto, no Centro, na esquina com a Rua Peregrino de Carvalho. Segundo nosso colaborador Saulo Araújo: "O que marcava esta casa era a grande parede de tijolo de vidro. Projeto e construção do engenheiro Aurélio Araújo".

A casa sofreu transformações ao longo dos anos e hoje é a sede do "Laboratório Promédica", conforme pode ser visualizado abaixo em um "antes e depois":

Segunda imagem de 2012 do acervo do Google Street View

Outra belíssima foto, uma casa localizada na Rua Vila Nova da Rainha nos anos 70, que foi a residência da senhora Bárbara quando esta morou em Campina Grande: 


A casa, uma obra do arquiteto Geraldino Duda, ainda existe em que pese a modificação feita em sua estrutura:

Casa na Atualidade (Imagem enviada por Fábio Leal - Google Street View)

A casa era de propriedade do senhor José Pedro Sobrinho:



 
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