Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

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Registro de um encontro de amigos, provavelmente dos anos 70, onde pode-se visualizar os senhores Josman Celino, Geraldo Medeiros de Araújo, Severino Arruda (Mimi) e Sady Gonzaga de Melo. Agradecemos ao Professor Edmilson e a Geraldo Medeiros de Araujo Junior, pelo envio de mais uma foto do pretérito campinense.

 



Recebemos a foto acima, gentilmente cedida por Gilmara Rodrigues, à quem agradecemos, e já nos surpreendemos pela inusitada presença da famosa estátua da Samaritana, do artista plástico pernambucano Abelardo da Hora! 

Surpresa, sim, pois em postagens mais antigas, com fotos da Década de 1960, vemos a citada estátua do outro lado da Praça!

Ao longo do tempo, entre reformas ocorridas, esta área funcionou as Praças Índios Cariris e José Américo na Praça da Bandeira e, esta foto nos mostra parte do seu aspecto no ano de 1975, onde vemos uma fonte com a sugestiva estátua da Samaritana com o pote na cabeça ao lado e ao fundo o abrigo de ônibus onde, hoje, se encontra o famoso ponto de encontro do Café Aurora.





Álbum de Família de Fabrício da Matta, que retrata a presença do Bandeirantismo em Campina Grande, no ano de 1950. 

O "Bandeirantismo" é uma associação de jovens que visa o exercicio da cidadania, através de uma interação com a comunidade em que vivem, sempre com a supervisão de voluntários preparados pela organização. 

Era muito comum em nossa cidade entre as décadas de 50 e 60 do século passado. 

Álbum de Família: Iara Alcântara 

"Essa foto é de meu pai (Eurivaldo Antônio de Alcântara) , ele era entregador de telegrama nessa época, lá pelos anos de 1945-1947 acho, tinha 16 anos. (...) ele passou seis meses garoto entregando telegramas para somente depois ser efetivado nos Correios (de Campina Grande), trabalhou por 46 anos, durante este período se formou em Ciências econômicas e também foi tesoureiro e chefe de setores nos Correios em Campina Grande!"


Sabe aquela foto que está a anos nos arquivos do pai ou da mãe, do avô ou da avó, e que nem sabemos quem está no registro (era do tempo que amigos e parentes ofereciam fotos como lembrança)? 

Pois bem, nelas podem estar o nosso passado paisagístico, nosso cenário pretérito...

Observando a foto acima, do acervo da Família Arruda Rached, notemos a igreja presente do lado esquerdo desta imagem... é a Igreja Nossa Senhora do Rosário (inicio dos anos 50), na Prata, em seu aspecto original, construída em terreno doado pelo Senhor Raimundo Vianna.

E o rapaz? O cidadão está sentado no muro do Colégio Estadual da Prata!

É assim que contamos nossa História, através dos registros que estão 'esquecidos' nos baús familiares. Colabore conosco, ajude a tecer esta grande colcha de 'retalhos' históricos.

Agrad.: Profª Soahd Arruda Rached Farias


"Até a década de 1990, o Açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, era um lugar de lazer e divertimento para os campinenses e moradores da região. Em um local de difícil acesso próximo ao manancial, dois canos imensos jorravam água a torto e a direito para o deleite dos que se banhavam nas piscinas artificiais que se formavam. As fotografias abaixo são de 1997 e eu contava então 11 anos de idade. 

Hoje, em meio à vivência da passagem de mais um racionamento de água em Campina Grande, ficamos pensando quando vamos nos deparar mais uma vez com a bonança no Açude de Boqueirão. Isto é, quando ele irá sangrar mais uma vez deixando-nos confortados quanto a segurança hídrica da cidade."

Bráulio Nóbrega
  

Década de 1950 - Acervo Familiar D. Alba Villarim (última em pé, à direita)
Cenário: Praça Clementino Procópio
Detalhes: Ao fundo (esquerda) Posto Esso (Futurama); à direita a Rua Afonso Campos
Agradecimentos pelo envio: Gustavo Villarim F. Leite
 
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