Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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Campina – “a capital econômica da Paraíba” – comemorou com muito entusiasmo o dia da pátria de ’57, ano que provocou grandes mudanças em nosso município. Primeiro, cogitava-se acerca da federalização da Escola Politécnica que havia sido instalada, inicialmente, no Colégio da Prata e que se concretizou através da Lei nº 3.835, de 13 de dezembro de 1960.
A iniciativa cívica partira do CENTRO ESTUDANTIL CAMPINENSE, do GRÊMIO LITERÁRIO MACHADO DE ASSIS, do DIRETÓRIO ESTUDANTIL 21 DE ABRIL e da ESCOLA TÉCNICA DO COMÉRCIO.
A essas comemorações, aderiu o Prefeito Elpídio de Almeida – contrariando a emissora de rádio de Assis Chateaubriand – que recebeu os manifestantes em sua residência, pronunciando naquela oportunidade, uma vigorosa profissão de fé nacionalista.
Acusado pela oposição de querer vender o lendário GRANDE HOTEL para construir um teatro, o prefeito campinense usou da palavra com grande emoção, enquanto carros alegóricos rendiam homenagens aos mártires da Inconfidência Mineira e demais heróis da pátria.
Os campinenses, tendo os estudantes à frente, desfilaram pelas ruas principais carregando faixas com dísticos alusivos à PETROBRÁS, PELA PÁTRIA E PELO POVO. Uma imitação da torre de petróleo de Volta Redonda chegou a circular na cidade, denotando o empreendedorismo brasileiro que ficou deveras conhecido através da famosa frase: “O Petróleo é nosso!”.

 Referências:
- ANNAES. Congresso Nacional. Câmara dos Deputados. Vol. VI. Impr. Nacional: 1959.
- O SEMANÁRIO, Jornal. Ano II, Nº 75. Edição de 3 à 10 de outubro. Rio de Janeiro/RJ: 1957

1 Comment

  1. Anônimo on 8 de novembro de 2012 12:38

    Campina "capital econômica"... É uma pena, perseguiram tanto nossa cidade e administrações como diria um ministro "imprestáveis", conseguiram acabar Campina. Se a Paraíba tivesse sido inteligente, teria aproveitado esta sina de querer ser grande de Campina Grande, e teria a transformado em uma metrópole, assim puxando todo o desenvolvimento do Estado, mas não, a inveja dos da "capitar" e sobretudo a fraqueza e malandragem de uns que nasceram na própria terra, acabaram o sonho.

     


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