Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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Foto dos primórdios do Colégio Estadual da Prata nos anos 50, do acervo de Lêda Santos de Andrade e cedida ao RHCG por Júlio César Oliveira:


14 comentários

  1. Anônimo on 14 de novembro de 2012 12:40

    Lembro-me dessa vista do comêço dos anos 50s. Os padres falavam preocupados: "Êsse colégio tão longe da cidade..." kkk

     
  2. Anônimo on 14 de novembro de 2012 12:40

    Lembro-me dessa vista do comêço dos anos 50s. Os padres falavam preocupados: "Êsse colégio tão longe da cidade..." kkk

     
  3. maniaco_da_camera on 14 de novembro de 2012 19:43

    das antigas geral muuuuuuito massa essa postagem

     
  4. rômulo azevêdo on 14 de novembro de 2012 20:20

    Muito boa a fotografia.
    No lado direito da foto,bem atrás, o imponente "Castelo da Prata".
    Na verdade era uma casa de pedra que curiosamente deu nome ao bairro, que depois passou a se chamar Centenário.

     
  5. Soahd Arruda on 14 de novembro de 2012 20:39

    Muito bonito...percebendo que a imagem deve ter sido registrada da torre da Igreja do Rosário, e o quarteirão totalmente desocupado entre a Nilo Peçanha e a Duque de Caxias.

     
  6. Mônica Torres on 14 de novembro de 2012 20:40

    Meu irmão, um primo e duas primas estudaram lá na década de 60. Tinha um conceito altíssimo na época. Um tempo em que a escola pública era valorizada no Brasil e o ensino de 1ª qualidade. Daí saíram médicos, engenheiros e outros importantes formados. Lembro que a farda das meninas continham listras nas saias, que eram adicionadas conforme a série que iam fazendo. Se falava e escrevia português corretamente..

     
  7. Gutenberge Viana on 14 de novembro de 2012 20:41

    Que massa!!! Isso aí hoje em dia tudo urbanizado!! Curti demais

     
  8. VALFRÊDO FARIAS on 15 de novembro de 2012 00:37

    Rapaz, ainda tô arrepiado!!! Essa do quarteirão vazio aí na Nilo Peçanha com Rodrigues Alves...

     
  9. Anônimo on 15 de novembro de 2012 06:54

    Eu também tô arrepiado. Lembrei-me de coisas dessa época: Fui com meus irmãos a olhar a "misteriosa casa de pedra". Estava abandonada, não tinha portas e dormian mendigos pelas noites. Contavam que o dono tinha sonhado que se acabasse de construir a casa morria. Por isso havia abandonado...
    Era perigôso andar de noite pêlo descampado perto do Estadual. As mocinhas nunca iam sósinhas...Eu era adolescente e bastante medrozo.kkk. Uma noite passando por ali, vi un jeep que ia muito rápido e umas vozes femininas gritavam "socorro"...Eu, assustado, corri prá casa.
    Houve muitas estórias com as estudantes noturnas. Uma famôsa foi a de três estudantes, lindas mocinhas conhecidas na cidade que foram encontradas em Bodocongó, no outro dia: havian sido maltratadas e estrupadas.Não senhalaram os culpados e as familhas ocultaram os fatos e esconderam as filhas. Eu conhecia às três...
    São coisas da época!

     
  10. Anônimo on 15 de novembro de 2012 09:37

    É impressionante o poder de evocação que tem uma imágem!

     
  11. Anônimo on 15 de novembro de 2012 14:55

    Meu nobre Ròmulo Azevedo;

    Eu o admiro muito e é exatamente por isso que não quero me identificar.
    A Casa de Pedra que se localizava no lado esquerdo do Estadual da Prata tendo a Rua Rodrigues Alves entre ambos, tratava-se de fato do lendário Castelo do Raimundo Viana o homem que fez a doação de todo o quarteirão no qual foi construido o célebre "Gigantão". Agora, vamos retificar a inversão. Eu tive o privilégio de conhecer fìsicamente a belíssima e centenária CASA DE PEDRA que se localizava nas imediações da EMBRAPA e que deu o nome ao báirro de Cada de Pedra, que injustamente teve o seu nome mudado para báirro do Centenário, em 1964, em homenagem ao centénário de Campina Grande, Uma injustiça imperdoavel.

     
  12. Anônimo on 15 de novembro de 2012 15:01

    Mônica Torees;

    As listras nas saias das fardas, eram tres listras verdes paralelas na barra da saia de cáque independentemente do ano que cada estudante estava cursando. O ano em curso era edentificado por listras paralelas verdes, na manga da blusa branca.

     
  13. Anônimo on 15 de novembro de 2012 15:02

    Mônica Torees;

    As listras nas saias das fardas, eram tres listras verdes paralelas na barra da saia de cáque independentemente do ano que cada estudante estava cursando. O ano em curso era edentificado por listras paralelas verdes, na manga da blusa branca.

     
  14. Edmilson Rodrigues do Ó on 15 de novembro de 2012 15:13

    Já falei tanto sobre o Colégio Estadual da Prata neste espaço, que só me resta recordar com profunda saudade os dias longínquos de 1953, quando tínhamos felicidade farta e não sabíamos que ela existia. Foi aí, o meu primeiro dia de aula em janeiro de 1953.
    A última vez sobre o qual me referí aqui, foi sobre a construção dos anexos que eclipsaram a suntuosa fachada original que caracterizava a magnitude daquele capítulo da história de Campina Grande. Foi uma insensatez...

     


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