Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?


por Rau Ferreira
 
Poucos ousaram imaginar que Campina se tornasse a Capital da Parahyba. Mas isso quase foi possível em 1930, por ocasião do movimento denominado de “Revolta de Princesa”.

O governo pretendia concentrar todas as forças de que dispunha naquela cidade para assim resistir ao levante.

A situação era tão tensa que João Pessoa enviou para Campina um avião para ser usado naquela ocasião. O artefato bélico que media seis metros de comprimento chegou desmontado em um caminhão, onde um pequeno campo de pouso foi improvisado. 

Havia, inclusive, notícias de que o Município – “a perola dos sertões parahybanos, talvez a melhor de todas as cidades dos sertões nordestinos” – viesse a ser atacada. Assim noticiava o DIÁRIO DA NOITE, dirigido por Assis Chateaubriand.

O almejado sonho campinense não veio a concretizar-se, apesar do título de grande empório do seu Estado.


Referências:
-  DIÁRIO CARIOCA, Jornal. Ano III, N. 550. Edição de 20 de maio. Rio de Janeiro/RJ: 1930.
- DIÁRIO DA NOITE, Ano II, Edições de 19 de maio, 06 de junho, 13 de agosto. Rio de Janeiro/RJ: 1930

3 comentários

  1. Anônimo on 29 de novembro de 2012 00:42

    Eu acredito que se o estado da Paraiba fosse maior já teria tido uma divisão e Campina já era a capital desse outro estado.

     
  2. Anônimo on 29 de novembro de 2012 05:59

    "A União faz a Força"!!! É mais sábio e lógico, no fim do ano 2012, desejar que exista PAZ e Prosperidade no nosso Estado e esquecer rivalidades arcáicas que não produzem o bem-estar dos cidadãos!!! É minha opinião. Um abraço, amigo!

     
  3. Paulo Gomes on 29 de novembro de 2012 09:47

    Somos partidários incondicionais da paz entre os povos. Devemos sempre fazer nossa parte para contribuirmos com a harmonia entre todos. Entretanto é imprescindível que esta harmonia e paz sejam baseadas na igualdade de condições, na divisão equitativa dos recursos, na equivalência de oportunidades e tantas outras coisas que fazem com que se estreitem os laços da fraternidade verdadeira. Enquanto não nos unirmos como estado, continuaremos a viver à sombra dos vizinhos, e sempre seremos considerados como estado de terceira categoria no âmbito local. Sei que talvez alguém não concorde, mas basta observar e pensar um pouco para chegarmos a esta conclusão. Infelizmente....

     


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