Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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O Edifício "Esial", que se localizava bem na subida da Praça da Bandeira, foi de grande importância para Campina Grande em seu passado. Inaugurado em 17 de janeiro de 1944, era uma propriedade de Luiz da Silva Mota, industrial. Foi  lá, em algumas salas do 1º andar, que funcionava a difusora "A Voz de Campina". No prédio eram realizadas várias "calouradas" por Hilton Mota e José Jatahi, que contavam inclusive, com a participação de Jackson do Pandeiro ainda em início da carreira. Também se apresentariam nesse local, Marinês, além de outros artistas consagrados.

No Esial, os políticos utilizavam-se da sacada do 1º andar para falar a seus eleitores em verdadeiros comícios, que atraiam muita gente. No térreo, chegou a funcionar a famosa sorveteria "Flórida", ponto de encontro para os campinenses.

Na foto abaixo, enviada pelo colaborador Antonio Pereira de Souza Neto, podemos visualizar  a direita o antigo Esial. Esta foto, provavelmente, foi tirada em meados dos anos 60. No fantástico registro, detalhe ainda para o então novíssimo Edifício Rique.

13 comentários

  1. clotildetavares on 30 de outubro de 2009 18:39

    Morei no edifício Esial quando era criança, em 1948 ou 1949... Estou contando essas histórias nas minhas memorias, que vou publicar na Internet. Aguardem.

     
  2. Anônimo on 24 de novembro de 2009 05:15

    Subida da praca da bandeira? Que local eh esse hoje? O mesmo local das antigas Lojas Brasileiras (esquina com a Marques do Herval)?

     
  3. Ewerton Emmanuel on 20 de fevereiro de 2010 21:13

    Nossa! Mas que bela foto! Mudou bastante!

     
  4. Anônimo on 24 de fevereiro de 2011 22:17

    O edificio ESIAL era de Luiz Francisco da Motta(Luiz Motta)

     
  5. Anônimo on 19 de fevereiro de 2013 07:38

    Pobre do homem na primeira foto, já deve ter morrido :(

     
  6. Anônimo on 19 de fevereiro de 2013 09:36

    O nome do edificio era um anagrama com o nome da mulher do dono, Elisa.

     
  7. Paulo Gomes on 19 de fevereiro de 2013 12:07

    O Mercadinho Bandeirante que aparece à direita era também uma excelente revistaria, onde compre varias revistas, jornais e até alguns livros. Bela postagem.

     
  8. Mário Vinicius on 19 de fevereiro de 2013 18:17

    Com tristeza, vi o Esial sendo derrubado em junho de 1982... Era o dia 24 eu combinara de sair com uma colega... Aí, fui comprar o jornal "O Globo" na Banca do Orlando, uma vez que havia uma reportagem que eu gostaria de guardar. O plano era comprar o jornal e ir para a casa dela... Muito bem... Todo pronto, eu comprei o jornal... Quando estava voltando para o carro, vi os operários derrubando o prédio... Havia uma parede que resistia em cair. Fiquei vendo tudo aquilo e, comecei a lembrar o que fora aquele local, as manifestações artísticas, políticas e por aí afora... Quando notei, já havia passado mais de uma hora... Fui até a casa dela e, claro, já havia saído... Sem graça, fui para casa. No outro dia, liguei para me justificar e contei a verdade. Ela foi bem direta.. "Tudo bem. Aceitei o convite de outro amigo, que ainda bem que não tem nenhum interesse por história..." Para um bom entendedor, esta frase bastou. Mas, sinceramente, hoje não me arrependo de ter ficado ali vendo a cena... Deus sabe o que faz...

     
  9. Edmilson Rodrigues do Ó on 19 de fevereiro de 2013 19:03

    É; a vida é como uma filmagem ao vivo. Tudo passa, fica apenas a história, as imagens e as lembranças. O Esial! O ví erguer-se o o ví desmoronar-se. Entre uma cena e outra, muitas coisas se passaram. Entre as coisas marcantes do Esial era A VOZ DE CAMPINA GRANDE, de João Aquino, cuja programação diária abria e encerrava ao som do prefixo musical a valsa "Branca", de Zequinha de Abreu. Era a época dourada dos serviços de Alto Falantes. Além dela, entre as mais tradicionais, funcionaram "Gaúcho" em Zé Pinheiro e "A VOZ GUARANÍ" la do alto da Bela Vista.

     
  10. Walmir Chaves on 20 de fevereiro de 2013 08:53

    Que saudade me dá vêr o edificio Esial. O escritório do Curtume São José (do mesmo dono) estava aí.Eu era muito pequeno e vinha, algumas vezes, passar a tarde com meu pai que trabalhava com seus primos Luis, Manoel,Severino, Zezé e etc. Não me lembro do ano, porém seguem na minha memória o cheiro do gostoso café (de cafeteira a álcool)e os biscoitos que serviam na merenda. Nos auto-falantes as belissimas valsas nas vozes de Orlando Silva, Francisco Alves, Linda Batista etc. Não esqueço nunca: "Lábios que eu beijei, mãos que eu afaguei, numa noite de luar assim." Isso misturado com café e biscoito, aos 3 ou 4 anos de idade, é algo sublime e eterno...rsrsrs

     
  11. Leandro Mota on 24 de fevereiro de 2013 22:12

    O nome do edificil era o nome da filha do dono escrito de tras para frente - Laise,o nome da mulher do dono era Luisa.

     
  12. Walmir Chaves on 25 de fevereiro de 2013 06:02

    Certo, Leandro Mota. O casal se chamava: Luis/Luisa Motta. Nomes que estão imortalizados nas ruas de Campina...

     
  13. aguidaph aguidaph on 8 de março de 2017 08:31

    Alguém sabe o nome desse prédio que fica ao lado do Edifício Esial, onde hoje é a Casa do Colegial e a Eydental? E o que funcionava lá?

     


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