Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Em suas muitas homenagens, durante seus anos de Emancipação Política, a cidade de Campina Grande recebeu uma ode às suas origens com a música "Tropeiros da Borborema", através da letra de Rosil Cavalcante e do saudoso tribuno Raymundo Yasbeck Asfora, antigo senhorio da Fazenda Uirapuru, hoje séde da Reitoria e Biblioteca Central da UEPB, no bairro de Bodocongó.

Eternizada na voz do chantre pernambucano Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, a música "Tropeiros da Borborema" retrata de forma simples e objetiva a epopéia dos antigos tropeiros, os verdadeiros "fundadores" da antiga Vila Nova da Rainha.

Segue a música e letra daquela que para muitos, é considerada o Hino extra-Oficial de Campina Grande!


Tropeiros da Borborema

Composição: Raimundo Asfora / Rosil Cavalcante

Estala relho marvado
Recordar hoje é meu tema
Quero é rever os antigos tropeiros da Borborema

São tropas de burros que vêm do sertão
Trazendo seus fardos de pele e algodão
O passo moroso só a fome galopa
Pois tudo atropela os passos da tropa
O duro chicote cortando seus lombos
Os cascos feridos nas pedras aos tompos
A sede e a poeira o sol que desaba
Rolando caminho que nunca se acaba

Estala relho marvado
Recordar hoje é meu tema
Quero é rever os antigos tropeiros da Borborema

Assim caminhavam as tropas cansadas
E os bravos tropeiros buscando pousada
Nos ranchos e aguadas dos tempos de outrora
Saindo mais cedo que a barra da aurora
Riqueza da terra que tanto se expande
E se hoje se chama de Campina Grande
Foi grande por eles que foram os primeiros
Ó tropas de burros, ó velhos tropeiros.

15 comentários

  1. moema on 2 de maio de 2011 18:31

    A letra tem erros como relho, leia-se reino.Mais adiante," ó longo caminho que nunca se acaba¨".

     
  2. Anônimo on 14 de julho de 2011 07:55

    Desculpe ,mas, lembro do meu pai falando relho referindo-se ao chicote.

     
  3. Anônimo on 6 de agosto de 2011 16:29

    Mas relho é o mesmo que chicote. Um abraço.

     
  4. Rau Ferreira on 23 de novembro de 2011 16:24

    Caros amigos do RHCG,
    Adriano e Emmanuel.

    Este hino evoca a minha infância e o convívio com meu avô materno, que era tropeiro. Muitas vezes o ouvi falar sobre suas andanças pelo Sertão e brejo, levando cargas em jumento de rapadura, queijo e carne seca, e trazendo couro para o curtume de Antonio Vilarim.
    Parabéns pelas postagens.

    Um forte abraço,

    Rau Ferreira
    Blog HE
    http://historiaesperancense.blogspot.com

     
  5. Rau Ferreira on 23 de novembro de 2011 16:24

    Caros amigos do RHCG,
    Adriano e Emmanuel.

    Este hino evoca a minha infância e o convívio com meu avô materno, que era tropeiro. Muitas vezes o ouvi falar sobre suas andanças pelo Sertão e brejo, levando cargas em jumento de rapadura, queijo e carne seca, e trazendo couro para o curtume de Antonio Vilarim.
    Parabéns pelas postagens.

    Um forte abraço,

    Rau Ferreira
    Blog HE
    http://historiaesperancense.blogspot.com

     
  6. Ludy on 4 de dezembro de 2011 10:02

    Inicialmente peço ao mediador minhas desculpas por meu atrevimento Fique a vontade p/apagar.

    Relho: açoite, chicote e chiqueirador.

    Acessório fabricado com couro trançado e cabo de madeira, fixado com uma argola entre os mesmos. Muito utilizado para açoite de animais como o cavalo em carroças ou charretes na região Sul.(Dicionário Aurélio e outros).

    Meu Deus! Isto é um HINO á Campina Grande onde homenagear-se àqueles que contribuíram para o engrandecimento da Rainha da Borborema, que viajavam dias e dias nos lombos de cavalos, éguas, burros etc., para hoje ela ser o que é! Não há erros na letra a música é belíssima o interprete os compositores são “hors concours”. Recebam nossa eterna gratidão. Deus os tenham em sua glória.

     
  7. Reinaldo Coelho Jr on 17 de janeiro de 2012 16:58

    Deve ser uma brincadeira da Moema. Não posso acreditar em outra alternativa. Deus a perdoe!!!

     
  8. Anônimo on 13 de março de 2012 08:16

    Parabéns e muita gratidão pelos eternos Rosil, Asfora e Gonzagão. Com certeza a Moema é mais uma dessas jovens de hoje que só conhece o presente: Aviões do Forró, Calcinha Preta, etc e etc.............

    Um abraço.
    lulasantos25@hotmail.com

     
  9. WILLIAMS JOSE on 26 de junho de 2012 15:19

    WILLIAMS JOSE DE SÃO LOURENÇO DA MATRA A-PERNANBUCO ADIMIRO MUITO A LETRA E A CIDADE DE CAMPINA GRANDE E FICO FELIZ POR TER LUIZ GONZAGA,NA PARTICIPAÇAO DESSA HISTORIA TÃO LINDA E CHEIA DE CUTURA UM ABRAÇO A TODOS QUE AMAM E ADMIRAM A NOSSA CUTURA.

     
  10. Walmir Chaves on 23 de dezembro de 2012 11:18

    Que diria as associações protetoras dos animais, hoje, com essa letra? Essas mulas açoitadas com os cascos sangrantes, na poeirada sem beber agua... Paulo Gomes não viu isso ? kkk

     
  11. Edmilson Rodrigues do Ó on 16 de janeiro de 2013 20:39

    Moema, me desculpe: REINO refere-se a reinado, ou seja, um pais cuja administração política seja representada por um rei ou uma rainha. A colocação RELHO feita por Raymundo Asfora está corretíssima no "Hino" Tropeiros da Borborema, pois trata-se de um sinônimo de chicote, açoite, etc, já que era então o instrumento utilizado para agilizar a tropam

     
  12. Edmilson Rodrigues do Ó on 20 de janeiro de 2013 08:22

    Meu caro Walmir Chaves;muito oportuna a sua colocação. As ASSOCIAÇÕES PROTETORAS DOS ANIMAIS hoje, no 13º ano do Século XXI são inertes. Quer saber de uma coisa que confirma a minha tese? Hoje, 20 de janeiro de 2013, qualquer pessoa pode constatar o seguinte: As desumanas CARROÇAS DE BURRO. São carroças que possuem uma carroceria mais ou menos do tamanho de um furgão, conduzindo pesadas cargas em regime de frete, e sendo puxadas por uma mula ou um cavalo, na maioria dos casos sedentos e famintos, com os cascos sagrando sobre o asfalto quente, sendo duramente chicoteadas, e causando transtornos no intenso transito da cidade. Agora eu pergunto: Fora do papel ou do gabinete, As ASSOCIAÇÕES PROTETORAS DOS ANIMAIS existem de fato?

     
  13. Anônimo on 7 de novembro de 2015 19:04

    estes animais sofriam, mas era questao de sobrevivencia, eram animais que tinham comida farta e a carga era a forma que eles tinham de transportar a produçao, isto era as consequencias de um pais cujo governo nao investia em estradas e os homens tinham que usar a tração animal para sobreviverem, no fim se salvavam os homens e os animais, sofriam os homens e os animais, voce ja imaginou passar 15 dias comendo farinha carne seca e rapadura?

     
  14. PISO NOVO on 26 de fevereiro de 2017 12:01

    Quem vive na cidade grande, desconhece a realidade dos tropeiros e da nossa gente sertaneja. Em alguns casos deveriam ate ficar caladas. Senão conhece não fale.Tropeiros da Borborema é o que existe de mais belo na nossa música. Os gênios: Rosil, Asfora e Gonzaga.

     
  15. PISO NOVO on 26 de fevereiro de 2017 12:01

    Quem vive na cidade grande, desconhece a realidade dos tropeiros e da nossa gente sertaneja. Em alguns casos deveriam ate ficar caladas. Senão conhece não fale.Tropeiros da Borborema é o que existe de mais belo na nossa música. Os gênios: Rosil, Asfora e Gonzaga.

     


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