Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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A imagem acima mostra o processo de construção do prédio localizado à Rua Afonso Campos, por trás da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, onde funcionou a Faculdade de Filosofia de Campina Grande, onde, além do ensino superior, eram desenvolvidas ações extra-curriculares como cursos de extensão universitária.

Iniciadas suas ações letivas no ano de 1967, em seu quadro discente constavam: Manuel Figueiredo, Ivanildo de Holanda, Valdo Lima do Valle, Pe. Francisco Henriques Maia Souza, Célia Miranda de Aguiar Loureiro, Manuel Viana Correia, José Elias Barbosa Borges e Jacinto Neves dos Santos.

No primeiro andar deste prédio também funcionou o Centro de Estudos Audiovisuais, como unidade complementar ao Curso de Filosofia, porém dispondo-se a prestar suporte à toda comunidade acadêmica através da utilização de aparelhos de projeção e de gravação, além de outros recursos audiovisuais.

Continha um "[...]arquivo com mais de 2000 (dois mil) 'slides', cerca de uma centena de filmes, três projetores de 'slides', três retroprojetores, um projetor de filmes, gravadores, mapas, formas e acessórios diversos. O material era dos mais valiosos. [...] lamentavelmente esse complexo foi destruído e seus equipamentos simplesmente queimados pela intervenção" (Edvaldo do Ó)

A intervenção federal foi determinada pelo governo militar em 10 de Abril de 1969, tendo sido nomeado o Sr. José Geraldo de Araújo, interventor da Universidade Regional do Nordeste.

Este prédio também abrigou, anos mais tarde, as atividades administrativas da UEPB, como suas pré-reitorias, até poucos anos atrás, quando centralizou estes serviços e o Gabinete da Reitoria no Campus I, localizado no Bairro de Bodocongó. 

Fonte Pesquisada: DO Ó, Edvaldo Sousa. "História da Universidade Regional do Nordeste"

2 comentários

  1. Braulio Tavares on 10 de outubro de 2010 17:55

    Eu trabalhei no setor Audiovisual da ex-FURNe, quando Edvaldo do Ó era o Reitor, em 1968. O chefe do setor era Ubirajara, "Bira", cujo sobrenome esqueço agora; os assistentes éramos eu e Alexandre Magno Paz. Ambos tínhamos cerca de 17 anos. Havia uma filmoteca com numerosos documentários em 16mm que projetávamos quando os professores traziam alunos, ou às vezes, quando ninguém os requisitava, ficávamos exibindo para nós mesmos, por curiosidade. Havia uma sala só com mapas geográficos e econômicos, muitos modelos tridimensionais de borracha para aulas de anatomia e biologia.

     
  2. RANGEL JUNIOR on 9 de outubro de 2012 20:40

    Bira ainda cuida de vários materiais destes na UEPB. Pretendemos criar um setor específico, com toda infraestrutura para abrigar, preservar e assegurar o registro digital de todo o material que ainda está preservado. Vamos criar uma divisão específica para estes materiais, sonhando com um futuro MIS para CG. Abraços.

     


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