Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Setembro de 1978, mais precisamente às 6:00hs da manhã do dia 28, era encontrado nas rochas da Prainha, no Rio de Janeiro, um corpo alvejado por dois tiros no peito, os pés amarrados, rótulas dilaceradas e marcas de queimaduras causadas por pontas de cigarro em todo o corpo.

Um aviso de depósito bancário, encontrado em um dos seus bolsos, identificara-lhe: era o empresário e economista Fernando Moura da Cunha Lima, de 44 anos, àquela época irmão do senador Ivandro Cunha Lima. Seu corpo fora reconhecido horas mais tarde no IML pelo ex-Ministro da Justiça Abelardo Jurema, amigo e um dos diretores da sua empresa.

Fernando era o presidente da ITN Trading Company S.A. - holding de 18 empresas do ramo de exportação -  e estava desaparecido há três dias, quando sua esposa recebera um telefonema avisando-a que seu marido jantaria fora e chegaria mais tarde em casa; Como não retornou até o dia posterior, D. Marlene, sua esposa, durante a angústia do desparecimento, pensou que ele tivesse sido vítima de um sequestro. 

Liberado às 8:30hs do dia 29/09/1978, o corpo seria transladado para seu sepultamento em Campina Grande, onde o então prefeito Enivaldo Ribeiro já decretara luto oficial de três dias. MDB e ARENA, partidos políticos que encontravam-se em Campanha Eleitoral àquele período, suspenderam suas atividades em respeito ao luto. Fernando Cunha Lima era candidato à Deputado Federal, pelo MDB-PB, e diante das circunstâncias políticas, seria eleito deputado, inclusive com expectativa de ser o mais votado.



Contradizendo-se em seus depoimentos e demonstrando traços de lesões físicas nas mãos e nos dedos (lembrando: Fernando fora enforcado com um fio de nylon), José Carlos Succar Farah, seu sócio na ITN Treding foi indiciado como autor do delito que vitimou o próspero empresário paraibano. Seu cúmplice foi o vendedor de automóveis José Abreu Ferraz, o primeiro a confessar o crime.

De acordo com Abelardo Jurema Filho, em seu Blog pessoal, Farah foi preso, mas morreu antes de cumprir a pena.

José Carlos Farah - O Globo
Fonte Pesquisada: Jornal O Globo (1978)

5 comentários

  1. Anônimo on 1 de outubro de 2013 15:43

    O que está acontecendo com a audiência do blog?

     
  2. Anônimo on 3 de outubro de 2013 19:02

    "audiência"??? e é televisão é?? kkk

     
  3. Anônimo on 4 de outubro de 2013 09:21

    Caso o companheiro não saiba, o termo correto para blogs é sim audiência, apesar de ser até certo ponto incongruente, já que audiência seria para RÁDIO e não para televisão como o ilustre alega. Agora eu digo kkk

     
  4. Anônimo on 4 de outubro de 2013 09:21

    Caso o companheiro não saiba, o termo correto para blogs é sim audiência, apesar de ser até certo ponto incongruente, já que audiência seria para RÁDIO e não para televisão como o ilustre alega. Agora eu digo kkk

     
  5. Paulo José de Jesus Lima on 27 de junho de 2016 21:12

    Menos um!
    Morreu. Antes ele do que eu.
    Seu sobrinho, Cássio Cunha Lima, é golpista.

     


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