Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Em nossas constantes pesquisas na internet, encontramos um excelente material sobre a genealogia da ascendência da Família Dinoá e nos deparamos com alguns personagens de proa da nossa História, dentre eles, o responsável pelo povoamento da nossa Campina Grande, ao qual repoduzimos em sua totalidade.


REPRODUÇÃO TOTAL, DISPONÍVEL EM:
http://www.tarciziomedeiros.com.br/dinoa/TeodosioOLedo.html
por Tarcísio Dinoá Medeiros

Nomeado Capitão-mor das Fronteiras das Piranhas, Cariri e Piancó em 1694, sucedendo a seu irmão Constantino de Oliveira Ledo, ele era filho de Custódio de Oliveira Ledo, o qual, com seus filhos e com seu irmão Antônio de Oliveira Ledo (primeiro Capitão-mor da Infantaria de Ordenanças a Pé do Sertão da Paraíba), e os filhos deste também, saiu da Bahia, mais precisamente da região sãofranciscana, em 1664, para explorar uma sesmaria que lhe havia sido concedida ao longo do Rio Paraíba, medindo 50 léguas de comprimento por 10 léguas de largura.
A família Oliveira Ledo teve um papel importantíssimo na penetração do gado no sertão paraibano. Segundo registros disponíveis, foram os membros dessa família os primeiros a se situarem no interior da Paraíba, a uma distância superior a 14 léguas de distância do mar.
Inicialmente, os Oliveira Ledo se fixaram onde, atualmente, está Boqueirão, então denominada Carnoió, terra dos ferozes índios Cariri. Sua fazenda tornou-se, então, o centro irradiador da ocupação do Sertão.
Teodósio de Oliveira Ledo, homem destemido, foi participante ativo, com seus irmãos, primos e sobrinhos, da célebre Guerra dos Bárbaros, e em suas andanças para o sertão paraibano, "descobriu" o melhor caminho para atingí-lo, a partir do Cariri: subindo e, depois, vadeando o sopé da Borborema, em cujo cimo, aliás, fundou um arraial que se tornaria a Campina Grande de hoje.
De certo modo, pode-se afirmar que não há uma só cidade do sertão que não se tenha originado de uma fazenda pertencente a um membro da família Oliveira Ledo, mesmo quando tal sobrenome não fosse assinado pelo fazendeiro - é o caso de Brejo do Cruz e de Catolé do Rocha, cujos sobrenomes dos proprietários - Manuel da Cruz Oliveira e Francisco da Rocha Oliveira - não lembram o clã, quando se sabe que o primeiro era tio do segundo, sendo ambos, filho e neto, respectivamente, de Antão da Cruz Portocarreiro e Ana de Oliveira Ledo, esta, irmã do Capitão-mor Teodósio de Oliveira Ledo.
O Capitão-mor alcançou uma idade provecta, ficando cego nos últimos anos de sua vida. Foi casado duas vezes, a primeira com Isabel Paes, a segunda, com Cosma Tavares Leitão, que sobreviveu a ele. Ao falecer, entre novembro de 1731 e agosto de 1732, já cego, ele deixou seis filhos, quatro havidos do primeiro matrimônio e outros dois do segundo.

2 comentários

  1. Anônimo on 7 de janeiro de 2010 17:32

    Estou pesquisando as origens da minha cidade e ao que parece parentes dos Oliveira Ledo fundaram a antiga "Fazenda Banabuyê", que teria sido o marco inicial de Esperança. Se tiver algum subsídio neste sentido ficaria muito grato.

    Rau Ferreira
    Blog: "História Esperancense"
    http://historiaespeancense.blogpsot.com

     
  2. Anônimo on 17 de maio de 2014 20:11

    O português José da Costa Romeu, que diz a tradição que era natural da Vila de Cheleiros, não consta no referido lugar o seu registro de batismo, foi feito uma busca no livro de batizados entre os anos de 1690 até 1720, e nada, mas o mesmo era filho de Domingos Romeu, batizado no mesmo lugar aos 27 de maio de 1669, e de Eulália Ferreira, neto paterno de Manoel Romeu e de Domingas Cristovão, casados no mesmo lugar aos 03 de novembro de 1659, e neto materno de Luiz da Costa e da 1ª esposa Bárbara Ferreira, casados em 17 de setembro de 1671 no mesmo lugar da Vila de Cheleiros, e Bisneto Paterno (Pela parte do Avô) de Antônio Romeu e de Maria Velho.

     


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