Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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Um dos mais polêmicos estaduais da Paraíba foi o certame de 1975. Tanto o Treze, como o Campinense, se consideram campeões daquele Estadual, ao lado do Botafogo de João Pessoa. O Campinense amparado por uma decisão judicial da Justiça Desportiva marcou este campeonato em seu rol de títulos.

O Botafogo foi o campeão do primeiro turno e o Galo da Borborema, conquistou o segundo turno. Devido ao início de um Torneio promovido pela CBD, que envolveria clubes paraibanos, o Campeonato Estadual ficou sem datas para conclusão, daí a decisão da FPF de promover Botafogo e Treze os campeões de 1975. Foi aí que começou a discórdia: por causa de um jogador do Nacional de Patos que atuou irregular, o Campinense após recorrer a Justiça Desportiva conquistou os pontos da partida contra o time de Patos (apesar de ter perdido o jogo), o que mudaria o resultado final do segundo turno. Só que a FPF e a CBD (hoje CBF), não reconheceram tal fato e semelhante ao caso “Sport e Flamengo de 1987”, fizeram de Treze e Botafogo, os campeões de direito do ano de 1975.

Polêmica a parte, do acervo de José Modesto, que fez parte da diretoria do Treze em 1975, apresentamos hoje um especial, que o Diário da Borborema publicou na época e que nos foi cedido, por esse apaixonado torcedor do Galo da Borborema (Cliquem para ampliar):




Finalizando este especial, um depoimento de José Agra, o presidente do Treze em 1975, ao jornalista Roberto Hugo da Rádio Caturité. No áudio histórico, o advogado conta particularidades do Treze naquela época, além de falar do polêmico estadual da discórdia:


Fontes Utilizadas:

-Diário da Borborema (Acervo de José Modesto)
-Áudio do Programa “Debate na Caturité” – Rádio Caturité
-Foto do livro dos 50 anos do Treze (1975)

2 comentários

  1. gustavo ribeiro on 6 de setembro de 2010 07:06

    Só para que seja registrado também a outra versão, que tal publicar o vasto material (Íntegra do áudio do julgamento do atleta Dadinha, do Nacional de Patos, no STJD, última e máxima instância dos tribunais esportivos do país, que deu ganho de causa ao Campinense Clube, desmoralizando a decisão da FPF em proclamar o Treze campeão, ANTES do julgamento do recurso no Rio de Janeiro) em poder de Joselito Lucena.
    A HOMOLOGAÇÃO do título de 1975 para o Campinense, foi sempre evitada pela FPF, alegando perda de documentos por conta de um "incêndio".
    A CBF não julga. Depois de notificada, proclama as decisões julgadas pelo SUPERIOR TRIBUNAL JUSTIÇA DESPORTIVA.

     
  2. gustavo ribeiro on 6 de setembro de 2010 07:37

    As polêmicas (Como a do Campeão 1975), e principalmente, a rivalidade saudável que existe entre Galo e Raposa, é quem impede que nossos filhos adotem times de fora para torcer.
    Campina Grande não toma emprestado clubes do sudeste. Campina tem seus próprios clubes.
    Na semana do seu aniversário, vida longa ao glorioso Galo da Borborema.

     


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