Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Através dos recursos tecnológicos, nossos Colaboradores têm prestado um serviço interessante para nossa atualidade: 'reconstruir', pelo menos em computação gráfica, o patrimônio arquitetônico municipal.

O legal nesse procedimento, é a possibilidade de vermos, em 3D, alguns edifícios que nem existem mais, que só os conhecemos através de fotografias.

Marcus Nogueira, estudante do Curso de Arquitetura e Urbanismo da CESED-FACISA nos presenteou com mais uma obra dessa arte: O Casino Eldorado. Porém, sua perspectiva nos mostra um casino recuperado, sua fachada nos dias de hoje, em duas situações: uma imagem diurna, e outra noturna.



"O Cassino Eldorado foi construído pelo comerciante João Veríssimo de Souza e projetado em Art Déco pelo arquiteto Isac Soares. Possuía apartamentos para mulheres e dependências para jogos e diversão. Era dotado de gerador, pois a luz, deficiente na época, apagava cedo. A sala do Show-Room tinha espaço para 36 dançarinas, exibição de artistas e 40 mesas para os espectadores. Nas salas de jogos havia roletas, mesas de ronda, bacará, campistas, espadim e pocker, e um elegante palco para a orquestra.

O Eldorado foi inaugurado em 1 de julho de 1937. Os artistas da estreia vieram da Rússia: Trótsky and Mary, e o apresentador oficial era Catalano, artista do cinema brasileiro.

De 1937 a 1941, o Cassino Eldorado não parou de trazer artistas famosos como: Teda Diamante, as vedetes Nenen e Sereia Negra, o casal mexicano Tapiá Rúbio, que fez sucesso nos filmes de Hollywood, Paraguaíta, Glória Dias, que era famosa cantora de tango na Argentina, além da atração permanente que era a sua orquestra fixa, que tinha entre os músicos o "Rei do Ritmo" Jackson do Pandeiro.

O elenco de famosas mulheres que brilhavam na noite do Eldorado era formado por Neide, Toinha Moreno, Lourdinha Futebol, Chiquinha Dantas, Chiquinha Moreno, Licor, Mercedes, Josefa Tiburtino e a legendária Maria Garrafada, entre outras famosas pela elegância e beleza. Muitas das mulheres eram oriundas de Recife e do Rio de Janeiro. (Fonte: MHCG)" 

(Comentário postado por "Isso é Paraíba" na fanpage do BlogRHCG no Facebook)

6 comentários

  1. walmir chaves on 18 de agosto de 2013 14:38

    Parabéns Marcuss Nogueira, pelo ótimo trabalho!

     
  2. Nildo Andrade on 18 de agosto de 2013 16:47

    muito bom mesmo !!!!!!!!!!

     
  3. marcos vinicius on 18 de agosto de 2013 20:22

    Sou um estudante e estou fazendo um trabalho sobre o ciclo do algodão, mas sinto dificuldade quando vou procurar sobre o tema, sugiro criarem um link com temas das postagens da história de Campina Grande para que fique mais fácil a pesquisa dos estudantes.

     
  4. Anônimo on 19 de agosto de 2013 01:39

    Quem diria as mulheres que frequentava esse cassino eram mais descente do que muita jovem de familia de hoje em dia.

     
  5. H. Racine on 19 de agosto de 2013 15:11

    O ambiente era dos adultos, principalmente dos homens que tinham dinheiro para gastar. Havia temporadas que não restavam mesas; estavam todas reservadas. A era do jazz que revolucionou os Estados Unidos nas décadas de 20/30, teve os seus reflexos na vida noturna campinense. Era comum, aos sábados, chegarem carros com placas de João Pessoa, Recife , Natal e de outras cidades, de boêmios dessas cidades que vinham assistir shows no famoso "Eldorado"." Antonio Pereira de Moraes-VI, OUVI E SENTI.

     
  6. Anônimo on 28 de agosto de 2013 14:58

    Tá precisando mesmo, ia ficar massa

     


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