Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?


Belíssima foto atribuída ao acervo de Antonio F. Bióca, mostrando parte do Centro da cidade de Campina Grande, com destaque para a confluência das ruas João Pessoa, João Suassuna, 7 de Setembro e Marquês do Herval; o Monumento João Rique. Ainda no enquadramento o Edifício Rique, a Agência do BNB e o inacabado "Edifício dos Motta" ao fundo.


Recorte encontrado em ALMEIDA, Adriana de. "Modernização e Modernidade-Uma Leitura
sobre a Arquitetura de C. Grande (1940-1970)


ATUALIZAÇÃO: 
Graças a Diogo Almeida, que recortou as fotos abaixos para melhor visualização, podemos fazer o "Ontem e Hoje" com as imagens do centro da cidade:

 

Arquivos enviados por Jonatas Pereira, que foram resgatados das páginas do Diário da Borborema. A foto abaixo mostra a construção do monumento "Ariús" no Parque Evaldo Cruz, antigo Açude Novo:


As obras do Parque Evaldo Cruz já tinham sido registradas pelo blog "RHCG", clique AQUI. Na reportagem que se segue, mais uma vez a Cápsula do Tempo é citada. Mostrando mais uma vez a evidência que ela realmente existe naquele local (Cliquem para ampliar):


Em 2014, Campina Grande completará 150 anos. Se realmente existe tal objeto enterrado ali, nada melhor do que retirá-lo, mostrar o conteúdo a sociedade e colocar novamente no local, outra cápsula, com objetos mostrando a Campina Grande de 2014. Fica a sugestão.
Direto das páginas do passado (Diário da Borborema):

 
 
Foi intenso durante as três sessões de ontem, o movimento no Cine Babilônia, que exibe o filme "Ghost - Do Outro Lado da Vida" desde o último dia 04, já que muitos campinenses optaram por esperar pela quarta-feira, quando é dia de meia-entrada para todos os cinemas da cidade, e o público pagante apenas desembolsou o valor de Cr$ 300, considerado como uma "super promoção".

Estudantes do primeiro e segundo graus, jovens acadêmicos, adultos com idade variada entre os 28 a 40 anos e até mesmo crianças, formaram um público misto no Babilônia, porém todos unidos a um só ideal, assistir "Ghost - Do Outro Lado da Vida", que tem como título original: Ghost, sendo uma produção americana de 1990, que narra a história de um homem que é assassinado e na condição de fantasma tenta comunicar-se com a mulher para avisá-la de que sua vida corre perigo. Considerado como um dos melhores filmes de fantasmas dos últimos anos, o filme é dirigido por Jerry Zucker. O elenco é composto por Patrick Swayze, Demi Moore e Whoopi Goldberg.

De acordo com o gerente dos cinemas de Campina Grande, Luiz Teixeira, o filme deverá permanecer em cartaz por mais duas semanas, e caso corresponda à expectativa poderá se estender por todo o mês. Na opinião do estudante Nóbrega Filho, 22 anos, estudante de História da UFPB, o filme é excelente, "pois já assisti várias vezes e hoje (ontem) estou na fila novamente".
Como sempre, professor Mario Vinicius Carneiro Medeiros nos manda verdadeiras relíquias do passado. Graças ao acervo de Marco Antônio Ferreira, de João Pessoa (PB), seguem abaixo alguns cheques de bancos outrora existentes em nossa cidade (Cliquem para ampliar). 








Olavo Rodrigues (Google Images)
No dia 03 de novembro de 2011, o programa “Mesa de Bar” da Rádio Cariri recebeu o sociólogo e ex-presidente do Treze Futebol Clube, Olavo Rodrigues. A certa altura ele falou de um vídeo de sua propriedade, com o registro de sua posse como presidente do Galo da Borborema, evento realizado no Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, localizado no bairro do Catolé.

Este vídeo, apesar de ser razoavelmente novo (1999), não deixa de ser uma raridade, pois como bem disse Olavo em sua entrevista, 17 pessoas que o ajudaram em sua época de dirigente trezeano, não estão mais entre nós, a exemplo de José Bezerra Sobrinho ex-comerciante, “Seu Machado”, conhecido trezeano de nossa cidade, lendas do Treze como Uray e Josa, além de outros ilustres trezeanos.

No vídeo podemos visualizar também, nomes conhecidos como o ex-vereador Zé Cláudio, Chico Chaves, professor Fernando Luiz ex-presidente do Treze, Romildo Nascimento da Rádio Cariri e outros membros de nossa sociedade, das mais variadas ocupações.

Porém, o momento de maior curiosidade talvez, foi quando o então prefeito de Campina Grande Cássio Cunha Lima, relatou sua paixão pelo Treze e também, quando destacou a importância da privatização da CELB, que ainda hoje causa polêmica nos meios políticos, gerando debates positivos e negativos sobre a então decisão do hoje Senador da República. Assistam a seguir a mais um “retalho” da história de Campina Grande:





Agradecemos a Gláucia Marques pelo empenho em conseguir este material e principalmente ao sociólogo Olavo Rodrigues, pela gentileza de ceder ao “RHCG” tamanho documento áudio-visual.

Entra tantas colaborações, Rau Ferreira nos envia mais uma preciosidade registrada em anais da cronologia da nossa cidade.

Desta vez, Rau nos envia um recorte de uma publicação do ano de 1817, no livro "Corografia Brazílica" de 1817, o seguinte registro transcrito sobre Campina Grande:

"Villa da Rainha, vulgo Campina-Grande, por estar solitária numa dilatada planície, obra de trinta e cinco leguas da Capital, não passa ainda de pequena; porem mui frequentada, em razão de lhe passar por dentro a estrada real do sertão. Paupinna era o nome, que a designava antes de ser villa. Seus habitantes bebem d'uma lagoa contigua, a qual faltando d'água nos annos de grande sêca, obriga-os a hir buscalla d'alli duas leguas. A sua Matriz he dedicada a Nossa Senhora da Conceição".

Abre-se a discussão: "Paupinna"? Campina Grande se chamava 'Paupinna'? Com a palavra nossos historiadores, que gentilmente colaboram com nossas postagens.

Fonte:
- CASAL, Manuel Ayres de. Corografia Brazílica, ou Relação Histórico-geográfica do Reino do Brasil. Tomo II. Rio de Janeiro/RJ. Imprensa Régia: 1817.
O raro e espetacular material que se segue nos foi enviado pela colaborada Ana Lúcia Santino. São plantas da cidade de Campina Grande do ano de 1956, na época do governo Elpídio de Almeida. Observem o texto que nos enviou Ana:

As fotos postadas abaixo dispensam maiores detalhes devido a própria riqueza que tem, em função da época. Como vocês podem ver: tratam-se de plantas baixas da cidade de Campina Grande, datadas de 1956, que foram elaboradas motivadas por um estudo realizado nesta cidade, para  instalação da então fábrica de cordas "Cia Mercantil Fracalanza". Tal execução, para época, ressalta a riqueza de detalhes e cuidados nos  estudos e projetos realizados por empreendedores daquela ocasião, que já vislumbravam um período de próspera ascenção e lucratividade na Campina Grande daquela década, que se consolidava continuamente como uma cidade fértil para o segmento industrial.

Para nossos acervos, fica um retrato da época em que nossa Campina se limitava do bairro de José Pinheiro, na saída para João Pessoa, e na outra extremidade findava no Centenário, onde já existia a conhecida "Fundição Centenário" (que deixo para outros colaboradores postarem a respeito, caso tenham algum material disponível), não existindo ainda alguns bairros de grande expressão que atualmente conhecemos e que, conforme podemos ver, eram tomadas por zona rural.

As figuras a seguir devem ser acessadas, clicando-se em cima delas com o mouse, para que possam ser ampliadas:















Agradecimentos a Ana Santino por tamanha raridade.
Hoje resgatamos mais uma das edições do programa “Mesa de Bar” da Rádio Cariri. “Wellington do Queijo”, que tem um conhecido comércio localizado no “Calçadão” de Campina Grande é o entrevistado do programa que disponibilizamos a seguir. O “Mesa de Bar” é veiculado nas quintas-feiras (20 horas), na Rádio Cariri 1160 AM, com os apresentadores Gustavo Ribeiro, Clélio Soares, Joacil Oliveira e Paulo Roberto.

Entrada do cemitério das Boninas. Foi interditado em 1923 e demolido em 1931
(Acervo de Professor Mario Vinicius Carneiro)
Para quem foi aluno do Colégio Alfredo Dantas, quando criança , com certeza foi perturbado por uma lenda urbana que apavorava o boato entre o alunado de que o prédio do educandário fora construído sobre um antigo cemitério.

Na verdade, anos mais tarde, estudando a História do nosso município, veio à tona a verdadeira versão sobre o terreno "macabro".

O fato é que a "lenda", era verdadeira.

Em 1856, ainda quando éramos a Vila Nova da Rainha e nossa população somava, aproximadamente, 17.900 pessoas, contando-se cidadãos livres e escravos (lembremos que a Lei Áurea somente fora publicada em 1888), uma epidemia de cólera-morbo dizimou cerca de 1.550 habitantes da Vila.

Quase 10% da população pereceu.

Então, foram improvisados vários terrenos para acolher as centenas de habitantes que foram à óbito.

Entre esses locais, estava a área onde estava edificado o Grêmio de Instrução Campina-Grandense, o CAD atual e os demais estabelecimentos comerciais, conhecida como Boninas.

Essa região tornou-se o Cemitério Velho, sendo inutilizado a partir de 1867, após a construção do Cemitério Nossa Senhora do Carmo em 1895, no alto da Rua da Areia (hoje Rua João Pessoa).

Anos mais tarde, na década de 30 toda a região central, hoje conhecida como Boninas, foi à haste pública e as relíquias ali existentes foram "ajuntadas" em outro local em um imenso covão.

Acima, foto do antigo prédio dos Correios e Telégrafos, inaugurado em 1933. O prédio foi demolido e encontrava-se edificado em frente a antiga Praça Índios Cariris, onde hoje está a Praça da Bandeira.

Durante o processo de modernização urbana, o atual prédio dos Correios fora inaugurado em 1950, como um dos marcos da edificação moderna no Centro do Município.
 
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