Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Contando com a gentileza e a prestatividade de Gabriela Matos do Ó, jovem acadêmica do Curso de Direito, podemos postar as fotos a seguir, fruto do acervo deixado pelo seu pai, o dinâmico Josemar Pontes do Ó, campinense com uma imensa folha de serviços prestados à municipalidade, o qual postaremos sua biografia ao final da série.

Acervo Josemar do Ó - Foto 1
Acervo Josemar do Ó - Foto2
Acervo Josemar do Ó - Foto3

Dessas ricas imagens do pretérito campinense não foi possível informar a época à que cada foto corresponde, porém, são de fácil identificação em seus aspectos urbanos:

Foto 01.: Cruzamento da Av. Floriano Peixoto com Rua Venâncio Neiva;

Foto 02.: Teatro Municipal Severino Cabral;

Foto 03.: Monumento João Rique, localizado na confluência das Rua Marquês do Herval, João Pessoa e João Suassuna.

ATUALIZAÇÃO DA POSTAGEM:

Já contando com a sapiência do Prof. Mário Vinicius, profundo conhecedor dos detalhes da História de Campina Grande, que prontamente nos brinda com a complementação das informações cronológicas às fotos, aponta:

"Sobre a 1ª fotografia: trata-se de foto de meados da década de 60, pois não havia ainda os atuais postes, implantados em 1972. Na esquina já podem ser vistas algumas construções, algo que não existia no início dos anos 60.

Sobre a 2ª foto: é uma imagem entre 1973 e 1974, uma vez os postes de iluminação já são os atuais, não existia ainda o Parque do Açude Novo e não fora removida a rua que atravessava o terreno por trás do açude e alcançava o Mosteiro das Clarissas. A remoção daquelas casas começou em 1975.

Sobre a 3ª foto: é de 1972 em diante. A estátua de João Rique está voltada para a Rua João Pessoa. No lado em que a estátua estava, havia uma frase "Nunca ninguém amou tanto uma cidade dignificando tanto o trabalho".

Simbolicamente, havia um significado na composição do monumento: a porta representava a passagem para a vida eterna. Daí porque a frase constante no monumento... Mas o povo de Campina Grande, na sua famosa criatividade, logo denominou a praça de "O picolé do prefeito".."

5 comentários

  1. mario vinicius on 13 de setembro de 2011 15:04

    Sobre a 1ª fotografia: trata-se de foto de meados da década de 60, pois não havia ainda os atuais postes, implantados em 1972. Na esquina já podem ser vistas algumas construções, algo que não existia no início dos anos 60.

    Sobre a 2ª foto: é uma imagem entre 1973 e 1974, uma vez os postes de iluminação já são os atuais, não existia ainda o Parque do Açude Novo e não fora removida a rua que atravessava o terreno por trás do açude e alcançava o Mosteiro das Clarissas. A remoção daquelas casas começou em 1975.

    Sobre a 3ª foto: é de 1972 em diante. A estátua de João Rique está voltada para a Rua João Pessoa. No lado em que a estátua estava, havia uma frase "Nunca ninguém amou tanto uma cidade dignificando tanto o trabalho".

    Simbolicamente, havia um significado na composição do monumento: a porta representava a passagem para a vida eterna. Daí porque a frase constante no monumento... Mas o povo de Campina Grande, na sua famosa criatividade, logo denominou a praça de "O picolé do prefeito"...

     
  2. Adriano on 13 de setembro de 2011 15:22

    Professor Mario, as vezes eu fico assustado com o seu grau de conhecimento sobre a história de Campina Grande, hehehe, só tenho a agradecer.

     
  3. Michle on 13 de setembro de 2011 15:45

    Gabriela... Brilhante como seu pai. Filha que todo pai e toda mãe desejaria ter. Me orgulho de ser sua amiga e me orgulho pela pessoa que és em todos os sentidos. Não existe o bom sem defeitos, porém, vale apena se apegar com todos eles. Amiga inesquecível, filha incomparável e amada, creio eu. Ótimo trabalho!

     
  4. Bruno Cunha Lima Branco on 13 de setembro de 2011 16:57

    É verdade, Adriano. O Prof. Mário é um gigante, um baluarte no respeito à ética histórica e moral.
    A história está aí para ser contada, e contada por gente de credibilidade e grandeza - leia-se Mário, Josué Sylvestre, José Octavio de Arruda Mello e tantos outros.

    Parabéns!

     
  5. Wellington Medeiros on 13 de setembro de 2011 23:09

    Cada vez mais conheço profundamente a história de minha terra querida com os esclarecimentos de Mário.

     


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