Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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Foto: Diário da Borborema, 16 de Junho de 1991
Inaugurado em 15 de Junho de 1991, o Shopping Luiza Motta agregou importância à nossa sociedade consumidora por representar o escoamento da produção do setor fabril local. 

O 'Shopping das Fábricas' como era popularmente conhecido oferecia uma grande quantidade de lojas comercializando peças do vestuário e acessórios em couro e bijouterias produzidos na nossa própria região, oferencendo, inclusive, preços mais convidativos já que operava nos sistemas comerciais do atacado e do varejo.

Contando com uma estrutura física moderna, o ambiente também oferecia uma praça de alimentação e seu 'hall' era comumente utilizado para desfiles, o que determinava o caráter de 'shopping center da cidade', uma vez que o Shopping Iguatemi somente viria ser inaugurado em 1998.

Ao contrário do que encontramos em algumas postagens informativas da internet, o Certro de Comercializão Luiza Motta não foi o primeiro shopping de Campina Grande. O primeiro Shopping Center de Campina Grande foi construído no Parque Evaldo Cruz, no final da Década de 70 pelo então prefeito Enivaldo Ribeiro, revitalizado e rebatizado de Shopping Lindaci Medeiros em 2004 na gestão da prefeita Cozete Barbosa.

O, hoje, Shopping Luiz Motta perdeu um pouco do seu fôlego após a inauguração do Shopping Iguatemi, uma vez que vários lojistas preferiram migrar para o novo empreendimento, disposto de maior visibilidade dentro de promoções de marketing além de deter as ÚNICAS salas de cinemas da cidade, os Multiplex. Aliás, dentro da carência municipal, a instalação de salas de exibição no Luiza Motta poderia resgatar esse público, além de suprir a necessidade dos amantes da Sétima Arte.

Diário da Borborema - 16 de Junho de 1991

1 Comment

  1. gustavo ribeiro on 15 de junho de 2011 10:50

    Pelo que tá escrito na placa, Milton Cabral projetou, Burity construiu e Ronaldo concluiu e inaugurou. Tudo muito parecido com o que acontece hoje com a "paternidade" do Hospital de Traumas de Campina Grande.
    Mais importante que a autoria, é a própria obra.

     


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