Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

por Emmanuel Sousa

Quando eu era aluno do Colégio Alfredo Dantas, lá pelos idos dos anos 80, uma lenda urbana nos tornava apavorados por "sabermos" que o prédio do educandário fora construído sobre um antigo cemitério.

Na verdade, anos mais tarde, estudando a História do nosso município, veio à tona a verdadeira versão sobre o terreno "macabro".

O fato é que a "lenda", era verdadeira.

Em 1856, ainda quando éramos a Vila Nova da Rainha e nossa população somava, aproximadamente, 17.900 pessoas, contando-se cidadãos livres e escravos (lembremos que a Lei Áurea somente fora publicada em 1889), uma epidemia de cólera-morbo dizimou cerca de 1.550 habitantes da Vila.

Quase 10% da população pereceu.

Então, foram improvisados vários terrenos para acolher as centenas de habitantes que foram à óbito.

Entre esses locais, estava a área onde está edificado o CAD atual e os demais estabelecimentos comerciais, conhecida como Boninas.

Essa região tornou-se o Cemitério Velho, sendo inutilizado a partir de 1867, após a construção do Cemitério Nsa. Sra. do Carmo em 1895, no alto da Rua da Areia (hoje Rua João Pessoa).


Entrada do cemitério das Boninas. Foi interditado em 1923 e demolido em 1931
(Acervo de Professor Mario Vinicius Carneiro)



Por Emmanuel Sousa

Uma das obras que, como diz em seu título, tornou-se fundamento para o estudo da cronologia da cidade de Campina Grande, escrito pela esperancense Epaminondas Câmara, tendo sua primeira edição lançada em 1943. 

Reeditado em 1999 pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, o livro traz apanhados históricos desde sua origem em 1697, 'fundada' por Teodósio de Oliveira Lêdo até 1864, ano de sua elevação a categoria de cidade. 

Um dos mais ricos e preciosos livros sobre a origem desta importante cidade do Nordeste Brasileiro, suas páginas - ainda que não tão nítidas - podem ser folheadas abaixo.

Por Adriano Araújo

Campina Grande é a única cidade do interior do Brasil a ser sede de uma Federação das Indústrias. Tudo começou em 17 de julho de 1949, quando foi fundada a primeira sede, a Rua João Pessoa. O primeiro Presidente foi o senhor Domício Veloso da Silveira, tendo como vice-presidente, José Marques de Almeida Júnior; Primeiro Secretário, Milton Bezerra Cabral (que foi governador do Estado); Segundo Secretário, Jorge Gomes de Freitas.

Após funcionar também na Rua Floriano Peixoto, em 02 de setembro de 1983 mudaria para a Avenida Canal, em fotos que reproduzimos nesse tópico, um prédio que na época era a mais moderna sede de uma Federação das Indústrias no Brasil.



A Fiep em fotos da época de sua fundação

Em 2009, comemorou em grande estilo os seus 60 anos, em evento com a presença do Governador do Estado da Paraíba e várias personalidades da Indústria do Brasil, com transmissão ao vivo pela TV Itararé.

Neste link,  nossos leitores podem ler mais sobre a criação da sede da Avenida Canal.


 Por Adriano Araújo


Até em importante site de vendas online, podemos encontrar registros do passado campinense como é o caso das imagens postadas abaixo. As duas primeiras imagens, possivelmente dos anos 30 mostram senhores posando ao lado de carro da época:


Outro registro,  na espécie de cartão postal, diz que a foto é do ano de 1948:



Por Adriano Araujo


Era uma bela tarde no animado bairro de Zé Pinheiro. Todavia, o dia 25 de dezembro de 1974 entrou para os anais da história campinense, como o dia da maior tragédia da cidade. Em virtude da explosão de um garrafão de oxigênio, que era utilizado para encher balões infantis. Campina Grande tornou-se manchete em todo o Brasil devido às várias mortes ocorridas naquele dia, além das centenas de pessoas feridas.

Tudo isso ocorreu, em virtude do descuido de um garrafeiro que enchia balões durante a festa, quando imprimiu uma alta pressão na recarga do cilindro, provocando o rompimento do mesmo em vários pedaços.

Com a explosão do artefato, vários pedaços de seres humanos foram arremessados em casas e na Igreja de José Pinheiro. Durante dias, o mau cheiro foi predominante naquele local, chegando a ser comum, pessoas encontrarem nos tetos de suas casas, restos de gente.

O garrafeiro Adval foi apontado com o principal responsável pela explosão, recebendo do Diário da Borborema a alcunha de “O Garrafeiro da Morte”.

Adval


Os Bombeiros da cidade trabalharam como nunca naquele dia. Uma das testemunhas da tragédia foi o então cabo José Barbosa da Silva, que relatou a seguinte passagem ao Diário da Borborema: "O telefone não parava de tocar. Muita gente, quase que ao mesmo tempo, ligou desesperado pedindo socorro. Nós estávamos passando pelas margens do Açude Velho quando fomos informados que havia muitas vítimas fatais e que muitas pessoas estavam feridas. Eu estava há pouco tempo no Corpo de Bombeiros, tinha feito o curso de formação de oficiais em João Pessoa e nunca tinha visto uma coisa daquelas. Era muito grito, pessoas chorando em um desespero total. Sangue por toda parte, pedaços de gente pelo chão. Cabeça esbagaçada, pedaço de gente em cima de casa. Tudo foi chocante. Foi um estrago muito grande".

As pessoas feridas, foram para os hospitais Antônio Targino e Pedro I. Aqueles que morreram, foram para a denominada “pedra”, que funcionava ao lado da Central de Polícia.


Um dos sobreviventes da tragédia foi Marcelho Felipe, que ao lado de seus amigos, se aproximaram do cilindro. Felipe chegou a tocar no objeto: "Quem primeiro tocou nele foi Damião que era um amigo. Depois eu toquei nele e logo tirei a mão. Estava muito quente", contou ao Diário da Borborema. Marcelho falou também, que viu o garrafeiro pouco antes da explosão saindo muito depressa. Após isso, só escutou o grande estrondo, sendo Marcelho arremessado para longe. "Foi uma sensação inexplicável. Não sei se eu cai. Eu senti como se estivesse voando. Igual uma folha quando a gente solta", disse ao DB. Após o desastre, o então garoto de 8 anos teve sua perna esquerda amputada e ficou cego de um olho.

Segundo outra testemunha da explosão, Givanildo Pereira da Silva, o garrafão estava vazando desde o momento que foi instalado a alguns metros da Igreja de José Pinheiro. "Eu vi quando ele mandou buscar água em uma mercearia da Rua Campos Sales para colocar em cima da garrafa que estava quente. Era visível que a garrafa estava com defeito. Parte dela apresentava ferrugem. Quando ele abriu, eu vi tudo. A garrafa não tinha nada. Não tinha relógio nem registro. Só tinha a válvula de sair o ar e a tampa de sair e fechar", relatou ao Diário. Givanildo após a explosão, passou quatro dias em coma, com seqüelas nas mãos e nas pernas.

Oficialmente, foram oito crianças mortas, além de centenas de feridos. Em 2007, a triste história foi resgatada em curta-metragem chamado “Os Balões de 74”, do diretor de cinema Luciano Mariz. “Em Meados de novembro de 2006, fazendo uma pesquisa de rotina nos arquivos do Diário da Borborema, me deparei com a primeira página do dia 27 de Dezembro de 1974. A notícia da primeira página atraiu minha atenção: ‘Garrafão explode e enluta Campina nas festas natalinas’, naquele momento a curiosidade foi maior, me esqueci da pesquisa que estava em andamento e passei horas buscando saber mais informação sobre o acidente do garrafão no bairro do José Pinheiro”, relatou Mariz em seu Blog.

Tivemos acesso ao curta e realmente, relata com fidelidade o drama daquela tragédia. O filme é muito bom, com entrevistas de sobreviventes, além dos jornalistas que trabalharam no relato para jornais. (O FILME PODE SER ASSISTIDO AQUI)

O cilindro foi doado para o Museu Histórico da Cidade, infelizmente, não temos a informação se o mesmo ainda se encontra lá. Quem tiver mais relatos sobre esse inesquecível fato, deixem seus comentários aqui no blog, pois se forem pertinentes ao enriquecimento do tópico, serão inseridos.

Reportagens da TV Paraíba sobre o filme:




Fontes Utilizadas:

Diário da Borborema (Pesquisa e Fotos)
TV Paraíba (Vídeos)
Jornal da Paraíba (Fotos)
Por Adriano Araujo

Um dos personagens mais marcantes para a criançada campinense foi sem dúvida o Palhaço Carrapeta. Frases e músicas do tipo “Ô pelêga-pêga-pêga, eu peguei no pé da nega... Benedito Bacurau, tá no osso, tá no pau... o teu pai toca apito e tua mãe o berimbau... Pompeu, Pompeu tua mãe morreu...” fizeram de Luiz de Holanda Cavalcanti um ícone em se tratando da cultura infantil paraibana.

O jovem Luiz de Holanda

Em 03 de março de 1980 começou o programa “Clube do Palhaço Carrapeta”, exibido na TV Borborema então afiliada da TV Tupi. “Era bem simples, eu ficava em frente à câmera e produzia o programa ao mesmo tempo. Mas eu sempre tive o auxílio das crianças, que participavam fazendo brincadeiras. Meu público era variado, mas composto por crianças filhas de personalidades de Campina Grande, por meninos e meninas carentes, a exemplo de crianças que moravam no Lar do Garoto. Também fazia parte do público, alunos de escolas públicas e particulares”, disse Luiz Holanda em entrevista ao Diário da Borborema.

Ex-professor de Artes do Colégio Pio XI, Holanda trabalhava fazendo vinhetas publicitárias, algumas chegando a ficar bastante conhecidas. Também era compositor de marchas de carnaval, jingles políticos, além de campanhas de vacinação. Mas foi como Carrapeta, que conquistou sua fama em Campina Grande. Seu programa era vinculado nas “janelas”, entre um filme e outro. Não dispunha de uma duração específica, já que dependia da grade de programação da TV Tupi. “Às vezes eu fazia uma apresentação prevista para um minuto e a rede me concedia mais tempo. Às vezes também acontecia o contrário”, relatou ao DB.

Imagens do programa de Carrapeta na TV Borborema

O Programa era sucesso absoluto na cidade, fazendo com que Carrapeta fosse tratado como uma celebridade, a exemplo do show ocorrido no Teatro Municipal em 1983, quando várias crianças compareceram ao local para comemorar o 1º ano do suplemento do Diário da Borborema: “DB Infantil”.

Carrapeta no Teatro Municipal em 1983

Após o fim de seu programa na Televisão, Carrapeta continuou animando festas infantis, mantendo sua bela história com as crianças.

Se a vida profissional ia bem, a pessoal nem tanto. Apesar de ser uma pessoa culta e inteligente, Luiz Holanda as vezes era bastante temperamental, mesmo assim sempre era transparente em suas idéias. Luiz era soropositivo, convivendo por 14 anos com o vírus HIV, mas, sempre levou uma vida normal. Só se entregou a doença quando começou a perder peso, ficando incapacitado de trabalhar. Veio a falecer aos 55 anos, deixando seu dom de animar o público, porém, sem jamais ser esquecido por várias gerações de Campina Grande. Uma pena, que talvez não exista nem um registro em vídeo do programa de Carrapeta na TV Borborema.

Luiz Holanda atrás das câmeras

Fontes Utilizadas:

Diário da Borborema
Site do Estadual da Prata
Comunidade de Carrapeta no Orkut

Por Emmanuel Sousa



Um dos maiores sortimentos de instrumentos musicais, discos (LPs) e fitas K-7 de Campina Grande foi a loja MUSIDISCO, de propriedade do Eng. Elétrico Edilson Morais. 

A MUSIDISCO foi inaugurada no ano de 1980 e, ao longo de 24 anos de atuação marcou época no mercado fonográfico antes do 'boom' das mídias digitais, provendo o consumidor campinense dos grandes lançamentos da música nacional e internacional, bem como oferecendo aos músicos locais uma grande variedade de instrumentos e equipamentos de som.

A loja era localizada na Rua Semeão Leal, em frente à Feirinha de Frutas (Praça Lauritzen), e encerrou suas atividades no ano de 2004.


O leitor Valfrêdo Farias, em comentário juntado à postagem, atualiza com o seguinte texto:

"Muito antes de ser Musidisco, esse endereço dava lugar à Discotape que também era de Edilson. Essa primeira configuração era o verdadeiro refúgio dos amantes do rock e do pop na cidade. Muitas tardes no início dos 80's na loja ouvindo as coleções das grandes figuras da música. Lá, se encontrava basicamente tudo o que se quisesse e montávamos nossos arsenais - Beatles, Queen, Led Zeppelin, Black Sabbath, Iron Maiden, AC/DC... Os progressivos do Yes, Pink Floyd, Triumvirat, ELP, Jethro Tull... Os primeiros discos do Genesis, Marillion... Lembro quando chegou lá o album Jazz do Queen, dificílimo de se achar por essas bandas. 

A Discotape era uma espécie de loja Lado B... De lugar alternativo, underground em meio ao popularesco que já começava a dar as caras. Muita saudade daquele lugar, era difícil ir lá e não voltar pra casa com uma bolacha embaixo do braço. Consegui nas minhas visitas os exemplares da coleção Atlantic Jazz. Saudades dos encontros com os amigos Otávio Neiva, Leonel Medeiros, Pedro Jácome, Emílio Honório... Simplesmente pra ouvir música encostados naquele balcão. Sem falar que muitos se iniciaram como músicos comprando instrumentos por lá. De fato a Discotape tem um lugar em nossas lembranças."


Fotos: Acervo Pessoal Edilson Morais (por Edson Vasconcelos)
Por Adriano Araujo

Ela foi uma das maiores tragédias ocorridas na Paraíba, o acidente de “Maria Cabocla”. Ela não era uma mulher e sim, uma curva fechada, em declive, no fim de uma serra. Era utilizada pela Rede Ferroviária e lá, sempre ocorria descarrilamento de trens de carga, porém, sem vítimas fatais.

Todavia, nada se comparou ao ocorrido no dia 13 de janeiro de 1970. Por volta das 13h35, no distrito campinense de Galante (quilômetro 61 da ferrovia que liga Campina Grande a Recife), local da curva, o trem que era conduzido por José Gomes de Melo, descarrilou matando 10 pessoas na hora, com seis carros, todos com lotação completa, sendo jogados para fora dos trilhos.

Imagem do acidente de Trem

Nos dias posteriores, morreram mais sete pessoas e ao total, 154 pessoas ficaram feridas.

Campina Grande, por onde o trem passou por volta das 12h40 antes do acidente, viu um verdadeiro caos se formar em seus hospitais após o sinistro evento, principalmente no Hospital Pronto Socorro de Campina Grande.

O maquinista José Melo, deu o seguinte depoimento a Revista Veja: “Na curva senti um sopapo, como se os trilhos estivessem afundando. Olhei para trás e vi meus vagões virando, um por um. Naquele momento eu não podia fazer mais nada”. O maquinista negou que tivesse feito a “Maria Cabocla” em alta velocidade, apesar da desconfiança de muitos da imprensa paraibana em 1970.

Outro registro do trem após o descarrilamento

Engenheiros da Rede Ferroviária Nordeste, chegaram a cogitar três hipóteses para o acidente: erro de operação ou aplicação do freio; defeito mecânico; ou excesso de velocidade.

Um diretor da RFN, Gilvani Pessoa Pires, descartou a época as duas primeiras hipóteses a Revista Veja: “A linha tem pedramento recente e todas as locomotivas da Rede funcionam em condições técnicas perfeitas”.

Novamente, a culpabilidade do acidente recaia sobre o maquinista José Melo, que deu sua versão do acidente a mesma revista: “Saí de Campina Grande às 13h05, para chegar a Galante às 13h40. O desastre foi às 13h36, exatamente a cinco minutos de Galante. O trem fazia 35 quilômetros por hora”.

Após esse desastre, a imprensa paraibana começou uma série de reportagens contra os serviços prestados pela Rede Ferroviária, afirmando que o outrora glorioso serviço, que tanto impulsionou o desenvolvimento campinense e paraibano, estava superado e acima de tudo, tornara-se muito perigoso. Quanto ao acidente, nunca foi explicado o que realmente ocorreu.

Cobertura da imprensa do terrível acidente

Fontes Utilizadas:

-Diário da Borborema (Coleção)
-Revista Veja – Editora Abril (Coleção)
-Correio da Paraíba (Coleção)
Por Adriano Araujo

Registro histórico encontrado no acervo do jornal "Estado de São Paulo". Em Junho de 1957, saiu uma notícia naquele lendário jornal paulista, relatando que o então prefeito de Campina Grande, Elpidio de Almeida, queria vender o Grande Hotel (foto abaixo), para a construção de um Teatro em Campina Grande.


A reportagem do Estado de São Paulo de 08 de junho de 1957 pode ser lida abaixo:


Conforme postamos anteriormente, Elpídio de Almeida chegou a apresentar um projeto para construção do Teatro Municipal de Campina Grande, elaborado pelo arquiteto carioca Ayrton Nóbrega.
Equipe RHCG

O Clube dos Caçadores localizado na entrada de Campina Grande (saindo de João Pessoa) era um dos clubes sociais mais tradicionais de Campina Grande.



Logotipo
A Associação surgiu de um grupo de caçadores que tinham como hobby a caça, permitido à época e que era em sua grande maioria, praticada pela elite de Campina Grande e cidades circunvizinhas.

Assim, os primeiros sócios se reuniram na primeira metade do século passado para a fundação do Clube dos Caçadores, que tinha o objetivo de oferecer lazer não só aos próprios caçadores, bem como aos familiares destes.

Nossa colaboradora, professora Soahd Arruda Rached Farias nos cedeu algumas fotos históricas, que retratam um pouco deste começo do clube. A primeira imagem do acervo é raríssima, espetacular e segundo a professora é uma fotografia da primeira diretoria do clube:


A própria Soahd nos explicou a foto: “Diretoria do clube dos Caçadores (segundo minha mãe foi à primeira gestão) e na foto os presentes devem ser sócios fundadores, meu avô Manoel Antonio de Arruda (extremo direito da foto com terno escuro), era um dos diretores (caça e pesca), também na mesma gestão tinha Jaime Coelho, Presidente (escondido atrás do troféu) e José Damião (ao seu lado), ela lembra que fazia parte Rosil Cavalcanti, Belizio Motta, Antonio (Toinho) Alves... infelizmente não tenho mais referencias das pessoas da imagem, porém imagino que foi registrada em meados dos anos 40”.

Jaime Coelho, o primeiro presidente dos Caçadores morreu em 1994, sendo inclusive alvo de uma pequena reportagem do Diário de Pernambuco, que pode ser lida a seguir:

Fonte: Diário de Pernambuco

Retornando a foto da primeira gestão, a professora Soahd ainda enfatizou: “Observando os detalhes, vejo a placa pedindo para que seja retirado o chapéu quando entrasse no recinto, vejo imagens que podem ser da diretoria pioneira ou de homenagem a sócios fundadores, coletânea de imagens, provavelmente durante as caças, inclusive tenho fotos de caçadores, que meu avô acompanhava, porém, não sei se são os mesmo que fundaram o clube dos caçadores”. As fotos podem ser visualizadas a seguir:

Presença de um veado campeiro abatido
 (coisa rara hoje em dia de ser encontrado na região, ou talvez nem exista mais)


Sr. Manoel Antonio de Arruda
com possíveis pássaros abatidos na mão



Grupo de Caçadores

Com o passar dos anos e a consequente expansão da cidade de Campina Grande, o Clube dos Caçadores foi deixando de ser um clube exclusivo dos caçadores para se tornar um Grêmio Recreativo, com a realização de festas, dos famosos carnavais do passado, das festas juninas ou apenas um local para se reunir com amigos, como por exemplo, a foto abaixo cedida ao blog RHCG por Maria Augusta Vilar:

Jovens no Clube dos Caçadores: Entre os presentes, Hugo Bala, Lamarques (Macaxeira), Manoca e Expedito Vilar

Com a chegada dos anos 80, o clube tentou se modernizar como demonstrou a reportagem abaixo, publicada em um dos jornais de nossa cidade e que infelizmente não temos a informação de qual seja (Cliquem para ampliar):


Foi também instalada uma sauna para seus associados, conforme a placa abaixo datada de 1981, na gestão de Manoel Rodrigues Nascimento:


Nesta época, o clube tentava resgatar os antigos sócios e conquistar novos associados:

Material cedido ao RHCG por Bruno Cunha Lima Branco

Uma das maiores atrações do clube era seu parque aquático, retratado a seguir:




Em 2011, nós que fazemos o blog RHCG estivemos visitando as dependências do clube e fizemos as fotos a seguir, que transformamos em clipe e que encerra nossa postagem de hoje:

 

Se quiserem saber mais sobre o Clube do Caçadores, vejam nosso “VIDEOCAST 2”.


 
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