Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Em matéria publicada na Revista ‘Campina Século e Meio’, editada pelo jornalista Romero Azevedo, em Maio/2014, surgiu uma curiosidade levantada pelo leitor Alberto de Oliveira, à respeito de uma atração que se exibiu em nossa cidade em determinado ano...

Segundo o texto, o local onde hoje se encontra os prédios da Oi (antiga Telpa) e do Shopping Ramos, obviamente antes das suas construções, era onde se realizava a “Feira de Amostras” e a “Festa da Mocidade”, eventos de entretenimento social, além das constantes instalações de circos nas Décadas de 50 e 60.

Em uma dessas instalações, em época não determinada pelo autor da matéria, apareceu naquela área de espetáculos circenses uma ‘faquiresa misteriosa’, dentro de uma tenda, que se apresentava deitada no interior de uma urna de vidro com cobras passeando pelo seu corpo; dessas bizarrices ao estilo ‘Monga a Mulher Macaco’ que se cobra ingresso para os espectadores.

O show se chamava “A Mulher e as Cobras”;  a faquiresa não comia e não dormia! Suas vestes eram compostas de um biquíni prateado e possuía um véu transparente na sua cabeça, criando um ar de mistério sobre seu rosto.

Terreno Av. Floriano Peixoto - Década de 1950

Nossa curiosidade sobre esse fato veio do contato que recebemos do historiador Alberto de Oliveira, de Junduaí-SP, que vem desenvolvendo pesquisas sobre este assunto e apela aos leitores do BlogRHCG que possuam alguma informação sobre essa moça, que o ajude em sua pesquisa.

Segue e-mail enviado:

"Sou historiador, resido em Jundiaí, no interior de São Paulo, e preciso muito de ajuda.
Estou escrevendo um livro sobre as faquiresas brasileiras. Essas mulheres jejuavam durante muitos dias encerradas em urnas de vidro, cercadas por serpentes.
Uma dessas mulheres jejuou em Campina Grande!
Encontrar uma ou mais reportagens sobre ela seria muito, mas muito importante para a minha pesquisa. Alberto de Oliveira betodec30yahoo@gmail.com"

Sabendo do vasto conteúdo existente na memória dos visitantes deste Blog, pedimos que qualquer referência ao tema seja comentado nesta postagem, para que sirva de subsídio textual para Alberto.

Romero Azevedo, editor da revista, em contato com o Blog RHCG nos esclareceu que não citou o ano em que este evento ocorreu na cidade por falta de certeza porém, alega que foi entre os anos de 1963 e 1964, bem como disponibiliza o acesso para quem quiser ler as revistas na íntegra, já que foram publicadas duas, através do endereço abaixo:


6 comentários

  1. Romero Azevêdo on 11 de dezembro de 2014 13:48

    Caros editores do blog, primeiro parabéns pelo belo trabalho e obrigado pela postagem da capa da nossa revista que já está em seu Volume 2 e breve deverá sair o terceiro volume.
    O historiador Alberto também me enviou o pedido de "socorro", ele já ia lançar o livro mas ao ler nosso material adiou a publicação pois quer colocar Campina em destaque (dependendo do que conseguir ele quer dedicar um capitulo inteiro " a mulher e as cobras".
    A propósito, não coloquei o ano porque não tenho certeza, foi entre 1963 e 1964.
    Ainda sobre a revista, quem quiser acessar na Internet o endereço é este:
    www.issuu.com/revistaseculoemeio

    Um abraço.

    Romero Azevêdo.

     
  2. walmir chaves on 11 de dezembro de 2014 16:01

    Eu não podía me resistir a asistir a todas as mulheres barbudas, panteras e faquires que visitavam Campina Grande! rsrsrs Saia sempre decepcionado porque era tudo tão ingênuo que todos descobriamos os trucos. A mulher pantera era só a projeção de uma imagem de pantera no rosto da moça durante uns segundos. Nada mais... Lembro-me bem da mulher e as cobras: Uma urna com uma moça e uma cobra de um metro e meio dentro. Jejuava durante 15 días dizia a propaganda, porem tomava líquidos e não havia nenhuma seguridade e fiscalização de que não comesse quando não tivesse público presente...Mas eu sempre assitia a todas que vinham a Campina...rsrs

     
  3. cleudo on 11 de dezembro de 2014 16:57

    Morei neste terreno que dava saida para a Floriano Peixoto.Realmente o local era preferido por parque de diversões para montar seus brinquedos.A melhor lembrança,eu guardo até hoje,foi de parque que trazia como maior espetaculo dois motoqueiros,que pilotavam suas motos num cone enorme de madeira onde faziam acribacias,iguais ao globo da morte.O artista principal deste parque que citei chamava-se:CAPITÃO TONY"dizia-se na epoca que trata-se de artistas alemães.Se não me falha a memoria isto aconteceu em 1960

     
  4. Anônimo on 11 de dezembro de 2014 19:05

    Esta foto é muito interessante e mostra duas ruas que deixaram de existir. A Rua do Progresso, que já foi assunto de post anterior aqui, e a Rua João Maria Ribeiro (na parte inferior da foto).

     
  5. Alberto de Oliveira on 11 de dezembro de 2014 19:28

    Emmanuel, muito obrigado pela postagem.

    Conforme disse o Romero, eu realmente adiei a finalização do livro por mais um tempo quando me deparei com a referência a essa mulher que passou por Campina Grande.
    Caso apareça material suficiente, dedicarei um capítulo do livro à passagem dela pela cidade.

    Walmir, você lembra o nome da faquireza?
    Esse detalhe é muito importante p´ra mim.

    Alberto de Oliveira

     
  6. walmir chaves on 12 de dezembro de 2014 12:15

    Gostaria muito de poder lhe ajudar, Alberto, mas infelizmente não me lembro mais...

     


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