Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
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A inauguração do primeiro Museu de Arte da cidade, em 20 de Outubro de 1967 foi tão grandioso, que mereceu reportagem especial da maior publicação impressa do Brasil nos anos 60, a lendária revista "O Cruzeiro".

As páginas a seguir contam, em fotos, essa história (cliquem nas imagens para ampliá-las):







Texto extraído da Wikipédia:

O Museu de Arte Assis Chateaubriand (MAC) foi criado em 1967, fruto da Campanha Nacional dos Museus Regionais, idealizada pelo magnata das comunicações Assis Chateaubriand, que tinha por objetivo dotar as diferentes regiões do Brasil com expressivos acervos de arte. Foi administrado pela Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne), uma instituição privada sem fins lucrativos, que atualmente se chama Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

O museu estava sediado em um edifício histórico, erguido na década de 1920 para abrigar a primeira escola estadual de Campina Grande, e foi transferido para um novo prédio no bairro do Catolé. Sua coleção é composta por mais de 500 objetos, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e colagens, produzidos por artistas brasileiros e estrangeiros, abrangendo majoritariamente o período que vai do Academicismo oitocentista às vanguardas da década de 1960.
Uma propaganda da empresa "Socimasa", que marcou época em Campina Grande. A Socimasa era de origem pernambucana, atuando no atacado. A partir da década de 80, resolveu se expandir pelo Nordeste, tornando-se uma das maiores no setor. A partir de 1986, a Socimasa começou a atuar no varejo, até seu encerramento na década de 90.


Com o propósito de reapresentar a maestria de Marinês à nova geração de campinenses e, conseqüentemente, de paraibanos, o professor Noaldo Ribeiro, um dos grandes expoentes do ativismo cultural de Campina Grande desenvolveu o projeto “Marinês Canta a Paraíba”, gravado no ano de 2004 no Cine Banguê, em João Pessoa.

O projeto ousou compor em uma única obra, objetiva e compacta, porém riquíssima, um apanhado de depoimentos de grandes ícones da MPB contemporânea, ídolos da atualidade, acerca da importância cultural da presença de Marinês para a música em suas carreiras, como também para todo o cenário musical no Brasil.

Compondo a mídia audível, Marinês interpreta seus grandes e inesquecíveis sucessos acompanhada pela Orquestra Sinfônica da Paraíba, realizando um dos seus maiores sonhos.

Recebemos, com muita honra, a colaboração do professor Noaldo Ribeiro, que nos ofertou um exemplar do livro/CD “Marinês Canta a Paraíba”, que homenageou em vida a grande diva da música regional nordestina, “A Rainha do Xaxado”, patrimônio cultural da Rainha da Borborema.

Sob a autorização do autor, postaremos, em série, parte desta magnífica seleção de depoimentos coletados e publicados por Noaldo Ribeiro, além das belíssimas canções interpretadas por Marinês, componentes do projeto desenvolvido por Noaldo Ribeiro, Regina Albuquerque e Lamarck Melo.


Depoimento de Dominguinhos


"Aquarela Nordestina" Marinês e OSPB
Ficha - Anos 40 (frente)

De forma curiosa, apresentamos aos mais novos (da mesma forma que relembramos os mais experientes), as antigas 'Fichas de Transportes Coletivos'. 

O precursor do atual vale-transporte era fabricado no formado de uma moeda e foi utilizado pelas empresas de transportes públicos no passado. 

Ficha, Anos 40 (verso)
A 'ficha de ônibus', como era conhecida, retratada acima pertencia à empresa Autoviária Rainha da Borborema, de Campina Grande, a atual Empresa de Transportes Borborema, existente até hoje e pertence ao acervo do colecionador Eduardo Cunha, do Rio de Janeiro, que se dedica à colecionar fichas de ônibus de todo o Brasil, como pode ser atestado em matéria postada no Portal Ônibus Paraibano. 

Atual Vale-Transporte - Sitrans CG

Philippe Figueiredo, que nos encaminhou esta matéria, ressalta para que quem quiser entrar em contato com o colecionador Eduardo Cunha, sobre este assunto pode se utilizar do e-mail ecunha2@bol.com.br.

Apresentação de Frota da Empresa Borborema (hj Pç da Bandeira), Década de 50 - Foto: Acervo Emp. Borborema

Sites/Fontes:
http://www.onibusparaibanos.com
http://www.rdvetc.com
http://www.campinavalemais.clicpersonal.com.br
Rua Maciel Pinheiro, Década de 1920

Ela já foi chamada de Rua do Seridó, ou estrada do Seridó, Rua Uruguaiana, Rua das Gameleiras, Rua Grande, Rua do Comércio e tornou-se uma paixão da cidade como a Rua Maciel Pinheiro. 

Foi a rua de construções lindas e imponentes que desapareceram sobre as picaretas da insensibilidade, como o Teatro Apolo, de 1912, o Mercado Novo, de 1864, a Casa Inglesa, de 1877, o Cine Fox, de 1918, entre outras. 

A Maciel Pinheiro também tornou-se inesquecível como o quartel-general dos antigos carnavais de rua, e as grandes festas de final de ano, como o Natal, onde a população ia à noite, até o anos 1970, desfilar suas melhores roupas e admirar as vitrines que eram um luxo, como as da Casa Guri e Casa Vaz, ou tomar um sorvete na Riviera. 

Uma rua cheia de história, pois dali saiu, em grande comitiva, o prefeito Cristiano Lauritzen, no dia 2 de outubro de 1907, para inaugurar a estrada de ferro e receber a locomotiva Maria Fumaça, que pela primeira vez chegaria a Campina Grande. 

A Rua Maciel Pinheiro é o coração do art déco na cidade, onde mais predomina este tipo de arquitetura no Brasil. E por isso mesmo poder ser transformada num dos trunfos para o desenvolvimento definitivo da indústria turística local.




Pois é: em determinada altura dos anos 70, a diretoria do Galo da Borborema mudou seu nome para "Treze Athlético Paraibano", o que causou enorme confronto com a torcida mais tradicionalista, que tempos depois, através de ação encabeçada pelo fundador Antônio Fernandes Bióca, conseguiu a volta do nome antigo e tradicional.

A foto acima mostra uma faixa postada na esquina do Calçadão da Cardoso Vieira com a Rua Venâncio Neiva como registro dessa época. Ao fundo, a antiga redação do Diário da Borborema.

Foto enviada pelo Colaborador Gutemberg Olímpio.
Foto Original: (c) CÁCIO MURILO

“Venturosa Campina, querida, oh cidade que amo e venero...”

Traçar comentários à Campina Grande ante a ode de amor composta pelo professor Fernando Silveira em seu Hino Oficial, seria prover um texto redundante, haja vista a clareza com que o autor exulta o orgulho que cada habitante dessa “Canaã de leais forasteiros...” deve conter no peito.

Leais forasteiros, sim, pois desde sua pseudo-gênese, quando a tropa liderada pelo Capitão-Mor Theodósio de Oliveira Ledo aportou às margens do Riacho das Piabas, nosso Açude Velho, que Campina é Grande o bastante para acolher aqueles que carecem se utilizar da sua generosidade inata.

Na “...memória de índios valentes e singelos e alegres tropeiros” tentaram lhe nomear Vila Nova da Rainha, o que não vingou, nem em documentos oficiais: eis aí a força desse nome que faz nosso coração bater mais forte ao ouvi-lo pronunciado nos meios de comunicação quando é referendada pelos seus diferencias em nível nacional e, até, internacional!

Houve uma época em que a Rainha da Borborema comemorava seu auge, quando “...no teu povo, o progresso expande” era o mote que regia o processo de desenvolvimento que acompanhava sua cronologia natural.

“Tua glória revive, Campina, na imagem de homens audazes”, aqueles destemidos cidadãos, campinenses de corpo e de alma, de nascimento ou de adoção, que travaram batalhas em prol do engrandecimento dessa terra, não medindo esforços para fazer dessas “...serras de verdes vestidas” um lugar de pleno êxito no caminho ao futuro.

Coroada como Rainha da Borborema, abençoada por um clima espetacular e beneficiada por uma geografia que a torna o entreposto natural do estado da Paraíba, o “recanto abençoado do Brasil” comemora seu Sesquicentenário de Emancipação Política.

Torcendo sempre para que Campina não se limite a ser Grande apenas no nome, parabenizamos nossa estimada e valente cidade pelos seus 153 Anos!

Parabéns Campina, GRANDE!

Blog Retalhos Históricos de Campina Grande
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Ainda em comemoração a semana de aniversário de Campina Grande, apresentamos o excelente vídeo produzido pelos Estúdios ArtCom e site anotícia.tv, sob o comando do radialista Abílio José. 

Com imagens atuais de Flávio Evangelista, o vídeo apresenta um perfeito encaixe entre imagens do passado com seus referenciais no presente; trata-se de um registro espetacular em homenagem à Campina Grande para este 11 de Outubro de 2017.



Na semana dedicada às comemorações de mais um aniversário de Emancipação Política de Campina Grande, publicamos o emocionante vídeo elaborado pela colaboradora Mônica Torres, que utilizou técnicas de edição para produção de imagens de fotos e vídeos, inclusive dando movimento aos itens historicamente estáticos nas fotografias utilizadas, trazendo muita saudade nas lembranças de um tempo que não volta mais, na vida de todo cidadão campinense.

Segunda a própria Mônica, é um "Vídeo produzido apenas para entretenimento, Campina Grande - Retalhos de Saudade, é uma mostra de locais da cidade, retratados em cartões postais, fotos e trechos de filmes que revelam de forma romântica e pitoresca uma época antiga. O material usado neste clip, tem sua origem no acervo de cgretalhos.blogspot.com, gentilmente autorizado e que foi editado e montado por mim para ilustrar de forma pessoal, lembranças e outros flashes de recordações da infância".





 
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