Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
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QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

Curioso registro localizado na Revista "O Cruzeiro", no ano de 1955,  enviado ao blog por nosso estimado colaborador Saulo Araújo:



Trata-se da "A Caminho do Céu", casa funerária que marcou época, muito em virtude por seu nome sugestivo. Ela ficava na rua Venâncio Neiva e também na Floriano Peixoto, no antigo edifício Esial.  A revista "O Cruzeiro" ainda publicou a seguinte matéria abaixo:




8 comentários

  1. Anônimo on 27 de julho de 2016 19:47

    Foi nesta exata casa, A CAMINHO DO CÉU, com esse mesmo cenário que, no dia 19 de março de 1960 eu comprei uma urna funerária para a pessoa que eu mais estimei na vida e que nunca a esquecí até hoje; 56 anos depois...

     
  2. Valfrêdo Farias on 27 de julho de 2016 22:50

    Seria essa casa na esquina da Venâncio Neiva com Floriano Peixoto?

     
  3. Anônimo on 29 de julho de 2016 11:03

    Essa casa funerária foi, onde hoje fica a esquina do Shopping Popular?

     
  4. Monica Torres on 29 de julho de 2016 18:34

    Mas que surpresa.. lembro-me muito bem dessa funerária, ficava acerca da casa de Da. Anália Belarmino.. Na minha infância dos anos 60 morei na Venâncio Neiva, bem próximo, e confesso que morria de medo de passar por ali. Ao fundo da imagem vemos a praça Clementino Procópio.
    Adorei a postagem.

     
  5. Mário Vinícius on 29 de julho de 2016 21:42

    Na década de 70, "A caminho do céu" tornou-se motivo de comentários por conta de alguns slogans adotados... Por ficar localizada em um espaço bastante apertado, na própria placa estava escrito "Pequena mas resolve os grandes enterros". Contudo, o que causou maior impacto foi um letreiro que foi pintado nas paredes da frente: "Traga um freguês e ganhe dez por cento de desconto"...

     
  6. Jurandi Junior on 2 de setembro de 2016 20:18

    Caminhe bem, prefira A Caminho do Céu...

     
  7. Jurandi Junior on 2 de setembro de 2016 20:19

    Caminhe bem, prefira A Caminho do Céu...

     
  8. Paulo Gomes on 19 de setembro de 2016 09:01

    Apesar do destaque relevante quanto à violência da cidade, a nota da revista O Cruzeiro só nos faz ter certeza da decadência galopante que vivenciamos desde os anos 80 em nossa cidade, exceto pela violência que continua crescendo a passos largos na "Terra do Já Foi".

     


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