Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?


Em 1924 aportava em Campina Grande, cidade de economia pujante e de desenvolvimento promissor, o senhor José Carlos da Silva, egresso do vizinho estado de Pernambuco.

A partir da fabricação de ancoretas e barris de madeira, que serviam para armazenar e transportar água, vinho e cachaça, o José Carlos “pai” fez capital necessário para, mais tarde, montar um restaurante, que o levou a investir na torrefação e moagem de café. Desse intento, surgiu seu primeiro produto, o Café Especial e mais tarde, o Fubá Águia de Ouro, já diversificando a produção com o milho.

No ano de 1938 o empreendimento adquiriu e assumiu a marca de uma empresa concorrente, o Café São Braz, marca forte que representa o Grupo até os dias de hoje. Nessa época, a produção era totalmente manual, o café era empacotado, pesado e colado um à um!

Durante o período da II Guerra Mundial (1938-1945), o colapso no sistema de distribuição de gasolina fez com que o transporte, que era realizado por camionetas, fosse substituído por carroças, fazendo surgir o bordão popular “Lá vem a burra da São Braz” quando os transportadores se aproximavam dos distribuidores.

Diante da linha cronológica da indústria São Braz, o ano de 1979 marca o início das suas atividades no pólo de recepção e distribuição estadual em Cabedelo, favorecendo a consolidação da marca em virtude da estratégia logística, com a presença do porto local.

O sucesso do Grupo São Braz é dedicado ao empenho de José Carlos da Silva Júnior, que apesar de formado em Contabilidade, preferiu unir-se ao seu pai ajudando a transformar a pequena empresa de torrefação e moagem de café em uma indústria de alimentos amplamente condecorada pela qualidade dos seus produtos.

A “São Braz” era uma das indústrias que mais sobejavam o orgulho de Campina Grande, como empreendimento inato da nossa cidade. Desde que a fábrica foi instalada em definitivo na cidade portuária de Cabedelo, o popular “Café São Braz” perdeu a identidade com nossa cidade, já que as instalações atuais que produzem o Vitamilho pertencem ao Grupo ASA, de Pernambuco.


Abaixo, um recorte de jornal enviado pelo Historiador Thomas Bruno Oliveira, datada de 09 de Julho de 1973, mostrando o tradicional "Café São Braz" que funciona no Calçadão da Cardoso Vieira.



Fonte Consultada:
ALVES, Camila. “Uma Saga Nordestina”. Encarte Especial Jornal da Paraíba



30 comentários

  1. Anônimo on 4 de novembro de 2011 09:43

    Sou frequentador assíduo do RHCG e já fiz algumas contribuições, não há nada mais importante sobre nossa história do que este site.Sobre a matéria em questão, acho que o RHCG, não deveria dedicar uma única linha a este "lesa pátria" campinense, o sr. José Carlos. Este sr. por uma questão de capricho pessoal, retirou de Campina Grande todos os seus investimentos.Tornou o Jornal da Paraíba pessoense e pois uma pedra sobre a a TV Paraiba, que hoje não é nada além de uma quase repetidora, inclusive não tendo saido ainda da era analógica, um desrespeito ao pioneirismo desta cidade.Quando Zé Carlos comprou a concessão da Pegeot, fechou a loja de CG e abriu em JP. São muitos outros exemplos que não dá prá citar aquí, e o melhor que se pode fazer é ignorar a existência desse ex Campinense.

     
  2. RHCG on 4 de novembro de 2011 10:02

    Apesar de não gostarmos do "Anônimo", respeitamos sua opinião. E como ela foi bem fundamentada e não agressiva, deixaremos no blog. Porém, não podemos deixar de reconhecer a importância deste homem (Zé Carlos), que a certa altura do desenvolvimento de nossa cidade, gerou empregos e dividendos para Campina Grande. Nunca foi bem explicado a decisão e o motivo de suas empresas sairem daqui, não sabemos nem se foi ele ou seus filhos que tomaram a decisão. Mesmo assim, sua história na cidade está escrita e cabe ao RHCG resgatar isto.

     
  3. Napoleão Brito on 4 de novembro de 2011 22:24

    Concordo plenamente com a pessoa q escreveu acima. O Sr. Zé Carlos de forma inexplicável retirou todo seu investimento de CG. Até a sua casa residencial ele a vendeu. Podemos nominá-lo como industrial de JP.

     
  4. Ludy on 4 de novembro de 2011 22:56

    Não sou historiadora, nem expert no assunto. Entretanto, entendi e concordo com a postagem do Blogger-RHCG que retratou mais uma vez aquelas pessoas forasteira ou não, contribuíram e muito para o engrandecimento e geração de emprego de nossa cidade. Embora um de seus descendente muito tempo depois por motivos que somente a ele interessa resolveu mudar seus investimentos para uma outra praça. Não há como apagar da história de CG as pessoas que aqui deixaram sua marca para o desenvolvimento da Rainha da Borborema. Parabéns, por esta homenagem. Esteja à empresa onde estiver sua história pertencerá a Campina Grande.

     
  5. Coordenaçao on 5 de novembro de 2011 13:44

    Concordo com a crítica feita ao Sr.José Carlos. Acredito que o mesmo,a exemplo de tantos outros, foi seduzido pelo canto da sereia. Esta é uma sina que a nossa Campina Grande ainda carrega, e carregará até que mude o seu rumo e deixe se ser a decantada "Madastra para os seus filhos". Campina Grande sempre enriqueceu "forasteiros" que, com rarrísimas exceções", após deixarem seu nome na história, simplesmente esquecem desta terra. Lembram de Elba Ramalho? Hoje ela é pernambucana....que pena!

     
  6. Ludy on 6 de novembro de 2011 00:14

    Ludy,
    Acho que há um engano.

    Elba Maria Nunes Ramalho mais conhecida como Elba Ramalho, nasceu em Conceição, Paraíba, 17 de Agosto de 1951, (Conceição do Vale do Piancó), portanto, ela é sertaneja.
    Em 1962, a família se mudou para a cidade de Campina Grande.

    Desculpem por minha intromissão.

     
  7. Coordenaçao on 6 de novembro de 2011 10:58

    Ludy, bom dia!

    Com todo respeito, acho que você não entendeu, quando eu disse que ela hoje é Pernambucana. Ela nasceu na Paraiba, mas agora que é famosa, esquece disso. Ha algum tempo era baiana e hoje é Pernambucana. A mesma coisa acontece com o Sr.Genival Lacerda que agora tambem é Pernambucano. No futuro podem até ser Alagoanos, Sergipanos, Cearenses, só Deus sabe o que mais. É muito triste negarmos as nossas origens.

     
  8. Ludy on 6 de novembro de 2011 11:51

    Bom dia!

    P/Coordenaçao,

    Neste sentido, concordo em número gênero e grau. Só resta a lamentar tal comportamento.

    Aceite meu pedido de desculpas.

     
  9. Coordenaçao on 7 de novembro de 2011 18:14

    Ludy, não se desculpe,só aceita desculpas quem se sente ou sentiu-se ofendido, o que não é o meu caso. É uma "sina" própria de nossa querida Campina Grande sofrer este tipo de ingratidão. Porém, a bem da verdade,nós temos grande culpa. Nunca valorizamos as nossas coisas, a grama do vizinho é sempre mais verde. Lembrei-me agora do antigo representante da extinta Varig, o Sr.Manoel Gonçalves Valença, o quanto lutou para que utilizássemos os vôos partindo de Campina Grande, porém os ilustres passageiros da época preferiam embarcar em Recife ou João Pessoa. O que foi que ganhamos com isso? Nada, e hoje temos um "aeroporto" entregue às moscas.

     
  10. Everson Pombo on 7 de novembro de 2011 20:37

    Postei o comentário como anônimo porque achei mais prático. Já faço parte da relação de colaboradores do RHCG, já tendo postado algumas imagens históricas da cidade. Estou muito satisfeito com a repercussão do comentário, este tema é muito abordado em várias rodas mas nunca tinha sido levado a público e o fato de ter gerado discussão é muito satisfatório. Campina Grande é uma cidade cosmopolita, portanto o termo forasteiro tem que ser usado com reservas, muitos dos maiores nomes desta terra não nasceram aquí e hoje existem "campinenses" radicais que adotaram esta terra como mãe e a defendem até com mais ênfase dos que aquí nasceram.

     
  11. Paulo Gomes on 7 de novembro de 2011 20:55

    Peço a devida desculpa por ter usado o termo "forasteiro", que ainda assim não acho diminutivo, mas tudo bem. Apenas quis mostrar que precisamos reagir e deixar essa fama de "já teve/já foi etc,etc". Vejam os exemplos de Caruarú (que até o título de Maior São João do Mundo "surrupiou" de nossa cidade) e Petrolina, para não citar outras. Na minha infância, estas duas, jamais seriam tidas como paradigma para nossa velha Campina Grande.Hoje porém..... Precisamos reagir antes que algum for..(ops),digo estranho,se aproprie de mais alguma coisa ou patrimônio desta terra. Caso estaj sendo inconveniente, me avisem, porém esta é uma das raríssimas tribunas onde ainda podemos tentar defender esta velha e querida terra. Me desculpem mais uma vez. PS. Desculpem tambem não ter me identificado antes.

     
  12. RHCG on 8 de novembro de 2011 07:32

    Fique a vontade Paulo, debates em alto nível devem ser estimulados.

     
  13. RHCG on 8 de novembro de 2011 07:34

    Que bom que você se identificou Everson Pombo, assim como foi dito acima, o debate fica em alto nível.

     
  14. Everson Pombo on 8 de novembro de 2011 08:48

    Continuo super satisfeito pelo debate gerado pelo meu comentário inicial.Não acho que devemos ter nenhum tipo de preocupação com o progresso de outras cidades importantes da região. Conheço o País de Norte a Sul e de Leste a Oeste, e em todos os lugares onde já estive Campina Grande é a principal referência de todo o interior do NE e quando falo que sou da Paraíba, é de Campina que me perguntam; continuamos como a mais importante do interior do NE e o momento atual é de "boom" econômico,a despeito de não termos petróleo, soja, agropecuária seguinificativa, nem um grande rio nos banha,além de contarmos com um enorme "despeito provinciano" dentro do nosso próprio estado, inclusive por parte dos governantes deste. Quando mais viajo mais admiro esta terra, cuja punjança vem totalmente da criatividade e força do seu povo, nascidos aquí ou não.

     
  15. Paulo Gomes on 8 de novembro de 2011 13:23

    Obrigado, amigo moderador, caso me exceda, faça sua interferência. Everson, companheiro, devemos sim nos preocupar com as outras cidades que nos são semelhantes, se não o fizermos podemos perder o trem da história, como se desenha no horizonte. Despeito provinciano à parte, concordo com a criatividade e força do nosso povo. Temos e tivemos muitos respeitáveis campinenses que não eram nascidos aqui (Hilton Mota, Rosil Cavalcanti, e tantos outros), no entanto a criatividade e força campinense estão no momento adormecidas. Que acordem e rápido, o trem da história já mostra sua fumaça e ruído no horizonte.

     
  16. Ludy on 8 de novembro de 2011 22:59

    Pelo que vejo esta postagem revolucionou o blog. Gostei da animação!rss

     
  17. RHCG on 9 de novembro de 2011 08:08

    Ludy, se você achou esse assunto aqui polêmico, dê uma procurada no blog sobre o assunto "Mão Branca". Tivemos de que apagar várias mensagens, pois os ânimos se alteraram.

     
  18. RHCG on 9 de novembro de 2011 08:09

    Ler "Tivemos de" na mensagem anterior.

     
  19. Paulo Gomes on 9 de novembro de 2011 16:21

    Amigos, é justamente disso que estamos precisando, precisamos agir, falar, reinvidicar, talvez até espernear, jamais aceitar e ficar a se lamentar. A nossa história, o nosso passado é muitíssimo importante, não podemos nem devemos dormir sobre louros de vitórias que se exibem nas prateleiras do passado. O nosso "Ouro Branco" já ficou para trás nos áureos registros do tempo. Lembram daquela famosa multinacional que se chama Volkswagen? Pois é, "já foi" líder no nosso país e pensou que assim seria eternamente. Um belo dia acordou com a notícia de que já não era mais a "dona do pedaço". Então já era tarde. Devemos sim, reafirmo, acompanhar a marcha inexorável do progresso, na condição de participantes deste mesmo progresso e jamais, repito, jamais na condição de observadores inertes. Ainda há tempo! Vamos à luta!

     
  20. Alexandre on 18 de novembro de 2011 23:38

    O pai veio de fora enricou e o filho,já rico mudou de cidade.Talvez por motivos estrategicos.E assim outros fizeram dando as costas ao berço.Lamento o que esta acontecendo com a TV Paraíba,mas outros veem esta ai a TV Itararé.Por outro lado,Campina G. ainda continua atraindo empreendedores de outras localidades,foi aqui que nasceu o Grupo CAOA.

     
  21. PAULO MONTINI on 20 de novembro de 2011 23:55

    o RHCG deveria fazer uma matéria com os grandes comerciantes da Rua João Pessoa das décadas de 60,70 e 80 tivemos e temos muitos homens de visão que ainda hoje orgulham os campinenses.

     
  22. Anônimo on 21 de novembro de 2011 00:06

    SOU CAMPINENSE RADICADO EM JOÃO PESSOA,ESTUDEI EM CAMPINA NO ALFREDO DANTAS, ESTADUAL DA PRATA E UFPB. POR MOTIVOS DE TRABALHO MUDEI, MAS NÃO ESQUEÇO DA MINHA CIDADE ONDE CURTÍ MUITO AS NOITADAS NO 2001, CÉU, PORTUGUÊS,BAR DO CUSCUZ (LÁ NAS BRENHAS, MONUMENTO,BOATE CARTOLA,ETC.O BLOG PRECISA TAMBÉM CITAR OS ALUNOS QUE FORAM CAMPEÕES NESTES COLÉGIOS NOS TEMPOS ÁUREOS DAS OLIMPÍADAS ESTUDANTIS, OLIMPÍADAS DO EXÉRCITO,ETC.TEMOS QUE VER NOSSOS NOMES NESTE IMPORTANTE E VICIANTE SITE.UM ABRAÇO CAMPINA!

     
  23. maniaco_da_camera on 5 de maio de 2013 14:39

    ESSE BLOG É FODA MESMO ATÉ OS COMENTARIOS DAS POSTAGENS É RICO EM CULTURA LIBERDADE DE EXPRESSÃO ENTENDIMENTO+PROFUNDO, OPINIÃO ETC...

     
  24. Anônimo on 5 de maio de 2013 18:31

    Sou leitor e colaborador assíduo desse blog. Porém já tem tantos comentários e eu não quero ser polêmico. Desejo apenas lembrar que raramente o indivíduo alcança sucesso na terra onde nasceu. Eu sou de Campina Grande e trabalhei durante mais de 50 anos no comércio e na indústria aqui sediados e todas elas pertencentes a forasteiros. Todos os meus filhos concluiram cursos de nível superior aqui na UFPb (atual UFCG) porém só encontraram mercado de trabalho em nível compensador, lá fora aonde têm melhor compensação.
    O problema não é exclusivo de Campina Grande e sim generalizado. Em síntese, tem gente daqui que venceu lá fora enquanto que gente forasteira veio vencer aqui. É apenas isso que eu quero lembrar.Adoro Campina Grande.

     
  25. Dubraz on 5 de maio de 2013 22:27

    muito boa a materia, porem quero lembrar que o cafe sao braz foi adquirido pelo sr. jose carlos do meu AVO Manoel Guimarães e que a historia de "burra do cafe sao braz" existiu quando ainda era do meu avo. ele colocava óculos nos cavalos que puxava as carroças

     
  26. Marcus Vinícius on 6 de maio de 2013 17:42

    E ainda vou mais longe. O Sr. José Carlos começou nas comunicações com a TV Paraíba, da qual, meu tio Rômulo Azevedo foi um dos pioneiros. Depois adquiriu a TV Cabo Branco, transformando, algum tempo depois, a TV Paraíba em uma sucursal da Cabo Branco. Campina Grande, pioneira da TV Paraibana, e até hoje espera a TV digital, prometida para iniciar suas transmissões no São João de 2011, salvo engano. Vamos acionar o Calendário do JPB.

     
  27. EDMUNDO D. GURGEL SOBRINHO on 7 de maio de 2013 09:20

    Apesar de campinense doente, entendo como normal a migração para outras cidades e/ou estados. Já pensou se Chateaubriand tivesse ficado em Umbuzeiro? Zé Américo em Areia? Getulio em São Borja? Juscelino em Diamantina? Doca do Atacadão em Cajazeiras?O empresário precisa se expandir e foi o que aconteceu com Zé Carlos. O governo Ivan Bichara lhe ofereceu uma renuncia fiscal gigantesca para êle instalar uma unidade em J.Pessoa. e êle coerentemente aceitou a oferta e a partir daí multiplicou o seu faturamento. Tem nada não. Outros virão e a cidade contionuará crescendo, que é a sua vocação

     
  28. gustavo ribeiro on 8 de maio de 2013 15:45

    Creio que a decisão mais traumática da vida de Zé Carlos tenha sido vender sua maior criação: o VITAMILHO. O café já era há algum tempo produzido em Cabedêlo, mas toda produção de milho que era o grosso do faturamento da indústria São Brás, funcionava em Campina Grande. Entendo que as razões que levam um empresário tomar determinadas decisões muitas vezes passam bem longe do que sente ou deseja o coração. Por isso prefiro apenas enaltecer o lado empreendedor do industrial e torcer para que novos projetos do seu grupo empresarial contemplem a Cidade onde tudo começou.

     
  29. Paulo Gomes on 13 de maio de 2013 18:18

    O assunto é sempre atual e polêmico. Depois de quase dois anos do meu último comentário,volto a esta tribuna para dizer que não é o fato de sair de Campina Grande que invalida a qualificação de origem de um seu filho, até porque muitas vezes encontramos grande acolhida (muitas vezes maiores que as da própria cidade mãe) em outras paragens. O que, a meu modo de ver, entristece a todos nós é vermos a negação das origens de alguns desses "campinenses ou paraibanos", e isso por parte deles mesmos. Quando não negam, preferem evitar citações que remetam a suas origens, tentando camuflar ou fazer com esqueçam este "contratempo". Entretanto, o tempo, senhor da razão, sera o juiz que implacavelmente julgará sua devida posição na história. Quanto às transmissões digitais da TV Paraiba, esqueçam, as operadoras de TV por assinatura estão aí com muitas e melhores opções, ou talvez, quem sabe, a velha TV Borborema consiga transmitir digitalmente antes dela,o que seria uma excelente resposta à petulância deste grupo que começou em nossa cidade e hoje, torce o nariz para Campina Grande. Abraços a todos.

     
  30. PAULO on 10 de setembro de 2013 18:01

    REALMENTE ESTE GRUPO VIROU AS COSTAS PARA CAMPINA GRANDE COM FECHAMENTO DO DIARIO DA BORBOREMA RESTA UM GRUPO DE EMPRESARIOS FUNDAR UM JORNAL GENIUNAMENTE NOSSO AI VAI A SUJESTÃO: "FOLHA CAMPINENSE!

     


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