O leitor Rodrigo Jordão nos cede um raro registro de uma carteirinha de associado da antiga TORA - Torcida Organizada da Raposa, datada de 04 de Abril de 1977!
O torcedor da foto é Antônio Carlos Albuquerque, engenheiro agrônomo. Segundo Rodrigo Jordão; "ele jogou futebol amador pela tradicional equipe do Estudantes, ao lado de Humberto de Campos, dentre outros. Era o camisa 6 (Carlinhos)."
A TORA, clássica e vibrante torcida de campo do Campinense Club, foi fundada oficialmente em 20 de Dezembro de 1976 e sempre estava presente com sua charanga nos estádios; Incentivava os embates futebolísticos da Raposa desde os tempos do Estádio Plínio Lemos. Está, inclusive, citada no Hino Oficial do time.
Após alguns anos de inatividade, um grupo de torcedores resgatou seu nome e associada ao bom momento pelo qual o time a TORA ressurgiu. Em 2004, porém, em momento delicado de extremismo entre confronto com torcidas rivais, resolveu se retirar dos estádios, retornando suas atividades no ano de 2015, após acordo com o Ministério Público.
"Art. 1º - Sob a denominação de “Torcida Organizada da Raposa”, ou pela forma abreviada “TORA”, fica instituída esta associação civil sem fins lucrativos, com sede e foro na cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba, a qual se regerá pelo presente ESTATUTO e pelas normas legais pertinentes, por tempo indeterminado."
(trecho do estatuto da TORA)
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| TORA, Década de 1970 |
Lembrança somente possível, realmente, por fotos: antes da Farmácia Pague Menos localizada na esquina das Ruas João da Mata com Vila Nova da Rainha, havia a residência do Sr. Severino da Costa Ribeiro, belíssima estrutura arquitetônica projetada por Geraldino Duda e executada pelo engenheiro João Ferreira da Silva, no ano de 1961.
Abaixo, uma foto registrando um momento em família, na bela residência, publicada na Revista 'O Cruzeiro', em 20 de Junho de 1964:
Fonte Pesquisada:
FREIRE, Adriana Leal de Almeida.
Difusão da Arquitetura Moderna em Campina Grande-PB: necessidades
e desafios para preservação de um patrimônio ameaçado
A ditadura instalada durante o Governo Vargas em 1937, conhecida como 'Estado Novo' trouxe para os brasileiros a obrigatoriedade do uso de um documento chamado "Salvo Conduto", que era uma espécie de "permissão para viajar", algo muito próximo do cerceamento da liberdade do ir e vir, conforme publicação em jornal da época:
Como curiosidade, recebemos uma colaboração do senhor Tadeu Floresta, que nos envia o Salvo Conduto N.º 2140, emitido em 11 de Novembro de 1937, pelo Delegado do 2º Distrito da Capital, de Ordem Política e Social, concedendo livre trânsito ao senhor para Eurípedes Floresta de Oliveira morador da Rua Miguel Couto, 456 em Campina Grande.
Documento enviado por: Tadeu Floresta
https://www.facebook.com/tadeufloresta.deoliveira
A foto acima apresenta um cenário do cotidiano campinense da Década de 1930, no auge da cultura algodoeira; uma banca vende guloseimas na esquina, pessoas assistem alguma conversa nas portas do armazém do lado direito, homens elegantemente trajados de linho branco transitam pelas calçadas, uma marinete (sopa) aguarda passageiros na Rua Marquês do Herval, em frente ao 'Beco do 31'...
Os mais "novos" lembrarão que naquela rua funcionou em um passado recente o "Beco do 31 Drinks Bar". Porém, a origem da nomenclatura da localidade remota à década de 1920 onde, àquela rua funcionava a Sociedade Dançante e Clube Renascença 31, no Pavilhão Epitácio, visto lá no final da rua na foto, ao fundo, de esquina com a antiga Praça Epitácio Pessoa, vizinho ao sobrado de Christiano Lauritzen!
Esta, e outras fotos cotidianas do pretérito campinense podem ser conferidas no foto-livro "Ah, Campina", idealizado pelo fotógrafo Edson Vasconcelos.
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| Antonio Silvino (foto da prisão) |
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Nascido no dia 02 de Setembro de 1875, em Afogados da Ingazeira-PE, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais, Manoel Batista de Morais, mais conhecido como "Né Batista", era irmão de Higino, Zeferino e Francisco Batista de Morais.
Foi a partir da morte do seu pai, conhecido como "Batistão do Pajeú" que, em companhia do irmão Zeferino, enveredou pelos caminhos do cangaço, no ano de 1896.
Movido pelo sentimento de vingança, mata Desidério, o assassino do seu pai, adota o nome de Antonio Silvino e se torna um dos mais temidos cangaceiros que precederam Lampião, liderando o bando do seu finado tio Silvino Ayres.
No auge da sua vida como bandoleiro, atuou em cidades do Compartimento da Borborema. Agiu em cidades como Fagundes, Esperança, Monteiro, Alagoa Grande e, tendo Campina Grande como centro das suas investidas, haja visto a presença de coiteiros na região e pela amizade que detinha com fazendeiros locais, dentre ele, o Coronel Eufrásio Câmara, adversário do prefeito Cristiano Lauritzen.
No ano de 1907, a sociedade de Campina Grande vivia a expectativa da chegada do trem da Great Western pela primeira vez, em meio a ansiedade gerada com a promessa de Antonio Silvino de tombar o trem no dia da sua inauguração. Silvino já havia arrancado trilhos, prendido funcionários e sequestrado engenheiros da compahia ao longo da implantação do sistema ferroviário no Estado da Paraíba.
Segundo o 'fac-simile' da reportagem da chegada do trem em Campina Grande, publicado no Diário de Pernambuco em 06 de Outubro de 1907, "[...]No dia da inauguração da estrada de Campina, Antonio Silvino, esteve no Alto Branco, onde soltou diversas girândolas, naturalmente festejando aquelle dia. Nesse logar declarou que o trem de Campina correria sómente três vezes, o numero necessário para as moças da referida cidade conhecerem-no. Ainda esteve no Geraldo e no Areial de Alagoa Nova, a 15 kilometros de Campina Grande, roubando, trucidando, matando animais e comettendo os maiores desatinos. Ante-hontem, à noite, chegou em Campina Grande uma força federal que anda em perseguição do bandido."
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| Silvino é o segundo de pé, da esquerda p/direita |
Na Paraíba teve no Major Joaquim Henriques seu principal perseguidor. Porém, fora preso em Pernambuco no ano de 1914, pelo delegado do município de Taquaritinga, o Alferes Teófanes Ferraz Torres. Nesta época, o governador do vizinho estado era o General Dantas Barreto, ex-Ministro da Guerra do governo Hermes da Fonseca.
Levado para cumprir pena, era o preso 1122, ocupando a cela 35 da antiga Casa de Detenção do Recife.
Dotando-se de comportamento exemplar, após 22 anos de pena, foi libertado em 1937 após receber um indulto do então presidente Getúlio Vargas.
Como homem livre, adota a residência da prima Teodolina Aires Cavalcanti, localizada na esquina da Rua João Pessoa com a Arrojado Lisboa, onde hoje se localiza uma agência de veículos, em frente à Praça Félix Araújo.
Em Campina Grande viveu de 1937 a 1944, quando enterrou sua alcunha, e dividia a vida caseira com a frequência à Igreja Congregacional da Rua 13 de Maio; embaixo do braço, não mais o rifle e, sim, a Bíblia Sagrada.
Manoel Batista de Moraes, ou melhor, Antonio Silvino faleceu por volta das 19:00hs do dia 28 de Julho de 1944, na casinha de taipa que lhe acolheu em Campina Grande, sete anos após sua saída da prisão.
O cangaceiro teve oito filhos gerados com várias mulheres. Sua última esposa lhe deu quatro filhos.
Antônio Silvino (de chapéu), em frente a Casa de Detenção
Foto:Antonio Silvino, o cangaceiro o homem o mito/Reproducao
Foi enterrado no Cemitério do Monte Santo, de onde, dois anos e meio depois, seus restos mortais foram transferidos para outro local desconhecido no campo santo, pelo fato de ninguém nunca ter reclamado os ossos do bandoleiro.
Seu local de sepultamento, hoje, possui um marco com uma placa de cimento, erguido pelo historiador João Dantas que junto ao pesquisador Olavo Rodrigues intentam a implantação de uma placa de bronze em referência ao cangaceiro.
Prof. Mário Vinicius Carneiro ao lado do marco erguido sob o local onde
fora sepultado Antônio Silvino o Cemitério do Monte Santo
"Antonio Silvino é um dos principais cangaceiros, morreu e está enterrado em Campina Grande, mas praticamente não existe referência de sua passagem por essa cidade" (pesquisador Olavo Rodrigues para o Diário da Borborema, em matéria do jornalista Severino Lopes)
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| Teodulina Cavalcante (Prima) - Fonte (*) |
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| Casa de Teodulina Cavalcante, era localizada na Rua Arrojado Lisboa, em Campina Grande - Fonte (*) |
Fontes Pesquisadas:
Diário da Borborema (http://www.diariodaborborema.com.br/2010/08/01/cotidiano2_0.php)
Diário de Pernambuco (http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/08/01/brasil2_0.asp)
Jornal O Norte (http://www.jornalonorte.com.br/2010/08/01/diaadia5_2.php)
Blog Lampião Aceso (http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/11/um-cangaceiro-na-detencao.html)
Vitrine do Cariri (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino)
(*) BARBOSA, Severino. "Antonio Silvino: O Rifle de Ouro - Vidas, Combates, Prisão e Morte do
Mais Famoso Cangaceiro do Sertão". 2ª Edição - CEPE, Recife. 1979.
Agradecimentos ao professor Mario Vinicius Carneiro Medeiros pela foto do túmulo de Antônio Silvino
Quando criamos o
"Retalhos Históricos de Campina Grande", uma de nossas inspirações para tal fato, talvez a maior, foi um documentário que tinha sido feito naquele período, o
"Balões de 74" do diretor
Luciano Mariz. O filme relatava a tragédia ocorrida no bairro de José Pinheiro no ano de 1974, quando um cilindro de gás explodiu, atingindo várias pessoas que estavam em um parque de diversões. O
Blog RHCG já abordou em suas páginas várias vezes o ocorrido, material este, que pode ser lido clicando-se
AQUI e
AQUI . O fato é que esta tragédia, acabou se tornando um dos fatos marcantes da história de Campina Grande, a exemplo da morte de
Félix Araújo, da seita
"Borboletas Azuis", da
Tragédia da Praça da Bandeira, o
"Mão Branca" e outros menos votados.
Luciano Mariz, gentilmente autorizou a reprodução do seu filme aqui no blog, o que ficamos honrados e agradecidos, pois o material é excelente e agora está acessível para todos os historiadores, curiosos e público em geral, fazendo agora parte do acervo do blog. O filme pode ser assistido clicando-se abaixo:
“Os balões de 74”
Luciano Mariz
SINOPSE
Domingo de natal. Crianças brincam nas calçadas e os fiéis deixam a igreja depois da missa de fim de tarde. A rua, intransitável, divide-se entre pessoas e brinquedos de um simplório parque de diversões. Seria uma imagem poética, se não estivéssemos falando de uma das maiores tragédias ocorridas na cidade de Campina Grande, PB. Em 1974, o cenário de beleza ganhou expressões grotescas e marcas de sangue as quais ecoam até hoje na memória dos sobreviventes. Entre o fictício e o real, a alegria e o sofrimento, o presente e o passado: “Os balões de 74” traz à tona uma história esquecida pelas novas gerações, mas que ainda hoje é uma recordação viva para os mais velhos. Ouvir os sobreviventes e parentes de vítimas da tragédia, cerca de três décadas depois, é como ouvir o ressoar daquela explosão.
Os Balões de 74
Direção Geral: Luciano Mariz
Direção de Produção: Hingrit Nitsche
Patrocinadores:
- Prefeitura Municipal de Campina Grande – Secretaria de Educação, Esporte e Cultura
- Prefeitura Municipal de Boqueirão – CEFAR
- Câmara Municipal de Campina Grande
- Nutricarnes
- Universidade Federal da Campina Grande - UFCG
FICHA TÉCNICA
Direção Geral
Luciano Mariz
Produção Executiva
Hingrit Nitsche
Luciano Mariz
Roteiro
Luciano Mariz
Nathan Cirino
Assistência de Direção
1º. Assistente: Fabiano Raposo
2º. Assistente: Sabrina Moura
Direção de Produção
Hingrit Nitsche
Assistência de Produção
Cristiane Patrícia Melo Amorim
Lunara Araújo
Mainara Rodrigues Nóbrega
Pesquisa
Sabrina Moura
Rebecca Cirino
Assistência de pesquisa
Vinicius Queiroz
Direção de fotografia
Helton Paulino
Jhésus Tribuzi Lula
Assistência de Fotografia
1º. Assistente: Ian Abé Mafiollete
2º. Assistente: Hugo Felinto
Cinegrafistas:
Anderson Santiago
Paulo Calixto
Hoberdan Dias
Direção de Arte
Fernando Rabelo
Ricardo Garrido
Assistência de Arte
Emídio Medeiros
Arte Gráfica
Elton Fernandes Ramos
Direção de Áudio e Edição de Som
Gustavo Sobreira Rocha
Assistência de Áudio
1º. Assistente: Rennan Ribeiro
2º. Assistente: Bernardo Hennys
Técnico de som de gravações de áudios off
Zé Newton Sousa Filho
Trilha Sonora Original
Nilson Lopes
Vozes off
Evilásio Junqueira
Flávio Barros
Hingrit Nitsche
Iuska Cyntia Mariz Galvão
Massilon Gonzaga
Direção de Platô
André Luiz Almeida
Assistência de Platô
1º. Assistente: Ludemberg Bezerra
Adriana Sá
André de Brito Leano
Estela Maris de Medeiros e Oliveira
Liliana Patrício Vieira
Luciana Nascimento Urtiga
Marina Moura Ribeiro
Moema Vilar
Nicole Camelo Felipe
Pâmella Leite
Priscylla Araújo Lucena
Renata Fernandes
Vinicius Queiroz
Still
Daniela Morais
Poliana Urtiga
Story Board
Luís Carlos Venceslau
Claquete
Giotto Andrade Braz
Contra-regra
Emídio Medeiros
Montagem
Luciano Mariz
Sabrina Moura
Edição e Finalização
Leandro Ponciano
Contatos:
Luciano Mariz - 8858 0766
lucianomariz@gmail.com
De acordo com o sr. João Jorge de Pace Tejo, que disponibilizou esta relíquia fotográfica do acervo do jornalista William Tejo, o cenário retratado é uma Cantata Natalina realizada em Campina Grande, no ano de 1921!!
Já segundo o livro 'Retratos de Campina Grande', sem precisão quanto ao ano da foto, descreve que o local desta foto é o Largo da Rua Velha, atual Rua Maciel Pinheiro, local onde se realizavam os eventos públicos em Campina Grande no início do Século XX.
Encerramos 2017 com esta belíssima, espetacular e Histórica imagem, desejando um ótimo Natal a todos e esperando que 2018, possa ser repleto de sucesso, paz e prosperidade à todos.
Com pesar, cumprimos o doloroso dever de informar o falecimento do repórter fotográfico William Cacho, ocorrido às 18:00hs de ontem, 19/12/2017.
O velório está sendo realizado na residência dos seus pais, na Rua Sulpino Colaço, no bairro do São José.
William Cacho era filho do já saudoso mestre da fotografia de Campina Grande, o senhor
José Cacho, a quem creditamos tantos registros de imagens postadas ao longo de todos os anos de atividade do BlogRHCG.
Entre as grandes manchetes que prenunciaram as matérias noticiadas nos Anos 80, aquelas relacionadas ao grupo "Mão Branca" foram recorrentemente evidenciadas nos primeiros anos daquela década.
A primeira página do jornal Diário da Borborema do dia 05 de Setembro de 1983, apresentou como manchete a confirmação da sentença de 76 anos para 'Zezé Basílio', um dos integrantes do grupo de extermínio. Ao tempo, o Tribunal de Justiça da Paraíba também determinava um novo julgamento para outros dois envolvidos, que estavam em liberdade; 'Zé Cacau' e Cícero Tomé, ambos absolvidos em julgamento ocorrido no ano anterior.
Em sequência, vem o resultado de um jogo entre TrezeFC e Botafogo, partida válida pelo Segundo Turno do Campeonato Paraibano de 1983, que contou com uma derrota do Campinense Club em partida realizada em Patos, contra o Esporte.
Outra notícia que, infelizmente, nos atenta para esta publicação é a que reporta o falecimento de uma garota de 15 anos, que brincava de bicicleta às margens do Açude Velho em companhia de outras crianças;
Geoclécia Ferreira Rocha, de 15 anos, era aluna do Colégio Estadual da Prata e morava no Bairro da Liberdade. No momento do acidente, ela e outros amigos se dirigiam ao Açude Velho para um tradicional pic-nic e, nas proximidades do CEU-Clube dos Estudantes Universitários, fora irresponsavelmente colhida por um veículo em alta velocidade conduzido por um motorista que não lhe prestou socorro, tendo a violência do impacto determinado seu óbito poucos instantes após o ocorrido.
Este caderno do DB nos foi gentilmente cedido pelo advogado João Fábio Ferreira Rocha, mais conhecido como Fábio Rocha, conceituado locutor radiofônico que vem a ser irmão da Geoclécia, a jovem que teve a vida interrompida no dia anterior, em meio a tantos outros assuntos compilados dia à dia, através da equipe de jornalismo do Diário da Borborema.
Leia, abaixo as notícias citadas; clique nas imagens para ampliá-las!
Uma imagem nostálgica retratada provavelmente no final da Década de 1990, mostrando em primeiro plano parte do Açude Velho, mais precisamente margeando a conhecida residência do ilustre ex-senador Ivandro Cunha Lima (à direita) e a Sociedade Médica (à esquerda).
Ao centro da foto, notemos o girador onde hoje estão as famosas e turísticas estátuas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro e, mais atrás um pouquinho, o Restaurante Monreale Piano Bar, no finalzinho da Rua Desembargador Trindade, onde hoje encontra-se erguido o Edifício Residencial Monalisa.
O horizonte ainda mostra poucos condomínios, imperando soberano o Residencial Porto Bello, nas proximidades do Açude.
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| Aspecto Atual da Localidade - Foto (c) Google |