(04-06-1982)
O recorte acima, acervo do Diário da Borborema do dia 04/06/1982, noticiou a inauguração do Cinema 1, em Campina Grande.
Segundo nosso colaborador, Gustavo Ribeiro, o Cinema 1 fazia parte do complexo do Centro Cultural. No projeto original, aquela sala seria destinada a produções tipo o "Cine de Arte". No complexo do Shopping Campina Grande, foi edificado o Cinema 2. Apesar de 90% da sua estrutura física ter sido concluída, não chegou a ser inaugurado. Esse equipamento tinha a finalidade de exibir as produções mais comerciais e os lançamentos do cinema internacional.

O Cinema 1 em imagem colorizada pelo CHAT GPT
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| Christiano Lauritzen |
Equipe RHCG
O assunto “Chegada do Trem em Campina Grande” já foi bastante documentado aqui no blog “RHCG”. Este evento é um fator primordial no impulso econômico que a “Rainha da Borborema” sofreu durante a primeira metade do século XX e conseqüentemente, na importância de nossa cidade no panorama paraibano da atualidade.
O que poucos sabem é do período “pré-trem”, do anseio da população e também, dos debates políticos que o assunto provocava antes do ano de 1907. O jornal de oposição “Gazeta do Sertão”, que tinha como diretor Irinêo Joffily, publicou um artigo no dia 06 de junho de 1890, denominado “Via-Ferrea de Campina”, que relatava a luta para trazer a ferrovia para nossa cidade, além de “cutucar” o dinamarquês Christiano Lauritzen, o grande responsável por trazer o trem a Campina Grande. A seguir, reproduzimos o artigo, com singela adaptação aos moldes da linguagem atual:
Via-ferrea de Campina
Tem sido a nossa "defenda Cartago", o prolongamento da via-ferrea Conde D Eu até esta cidade; e este melhoramento tantas vezes reclamado já pela assembléia provincial em diversas sessões até 1888, e já pela imprensa, é hoje o desejo unânime da população deste Estado.
Mas apesar disto, não deixamos de experimentar surpresa com a visita, que em um dos últimos dias da semana passada, recebemos do presidente da intendência desta cidade *, declarando que partia para o Rio de Janeiro, com o fim de solicitar ao governo provisório a pronta extensão da estrada de ferro, até esta cidade.
A firme esperança que nutre o cidadão Lauritzen de resolver com a sua presença na capital federal, os obstáculos para a realização de semelhante empresa é fundada na intervenção de poderosos amigos.
Quais serão eles?
Não vemos outros senão os generais paraibanos, que tomaram parte tão decisiva na revolução de 15 de novembro**.
Reconhecemos a força que perante o chefe do governo provisório tem os generais Almeida Barreto e T. Neiva e o coronel João Neiva; força unanimemente reconhecida neste Estado, porque eles têm sido confiados os seus destinos.
E por isto mesmo temos lastimado que tão grande prestígio tenha sido empregado somente na criação e supressão de comarcas e nomeações de juízes de direito, visando apenas fins eleitorais; e, portanto até agora em pura perda para os mais urgentes melhoramentos deste Estado.
Mas se os distintos militares paraibanos podem facilmente dotar esta terra de que querem ser representantes no congresso nacional, com uma estrada de ferro; quererão eles que a glória fique ao presidente da intendência desta cidade?
Não é crível. O que se comenta é que a eleição está próxima e a estrada de ferro estando longe, é preciso que se fale sempre nela para produzir calculados efeitos.
Já se anuncia que o general Almeida Barreto pretende brevemente visitar esta terra, que não vê desde os verdes anos, quando entrou para a carreira em que tem colhido tantos louros.
O valente general seria recebido com as maiores aclamações, se conseguindo com seu prestígio a estrada de ferro de Campina, viesse ao mesmo tempo assistir a inauguração dos seus trabalhos.
Nenhum fato o recomendaria tanto na opinião pública. Promessas? Ninguém mais acredita nelas.
Res, non verbat ***
Como quer que seja, louvando a fé do cidadão Christiano Lauritzen, a fé que fez remover montanhas, agradecemos a sua visita desejando-lhe a mais feliz viagem.
* Christiano Lauritzen
** Proclamação da República
*** Fatos, não palavras
Por Rau Ferreira (http://historiaesperancense.blogspot.com/)
O dinamarques Cristiano Lauritzen, em minucioso relatório apresentado ao Governador da Parahyba, faz uma importante descrição da cidade de Campina Grande.
Segundo aquele documento, o município limitava-se: ao Sul, com Alagoa Grande, Ingá e Cabaceiras; ao Poente, com Cabaceiras e Soledade; e ao Norte com Alagoa Nova e a povoação de Banabuyé. Os seus terrenos estavam divididos em três zonas: o brejo, que se extende ao Norte na estrada principal, onde se cultivam cana, café, mandioca, fumo e creais; a Caatinga ao Sul da mesma estrdada, terrenos mistos que produzem algodão e servem a criação de animais; a terceira zona era chamada de “Cariry Velho”, destinadas a criação de gado e que durante as secas possuía bom pasto, neste, era natural a Macambira, “cujo tronco ou talo contém uma massa que dá goma alva e nutritiva”.
As suas povoações ao seu tempo, eram: Fagundes, Queimadas, Boa-Vista, Pocinhos, S. Sebastião da Lagoa de Roça e a do Marinho. Explicando, portanto, a sua grande circunferência (300 km). E apesar de não haver recenseamento a população total estava estimada em 17 mil habitantes, sendo 4 mil almas na sede (Campina Grande). E alcançando aproximadamente 20 mil almas nos anos de seca.
O município que era comarca de 2ª. Entrância e freguezia de Nossa Senhora da Conceição, estava dividido em quatro distritos de paz, uma cidade e seis povoações.
A sede, outrora denominada de “Vila Nova da Rainha”, estava situada na chapada da Serra da Borborem a 560 metros acima do nível do mar, de clima temperado e sadio. Os seus subúrbios registravam quatro edifícios públicos e 713 casas distribuídas em dezoito ruas, além de duas praças e duas travessas.
Os prédios públicos eram: a Matriz (uma das mais espaçosas e de melhor arquitetura do Estado), a Igreja do Rosário (pequena e inconclusa), o Paço Municipal construído em 1877, onde funcionavam o Jury, o Conselho Municipal, arquivo e demais acomodações; e a Cadeia,”uma das maiores e mais sólidas do interior deste Estado”.
Na cidade ainda se encontravam uma aula pública para os sexos masculino e feminino; uma tipografia, duas casas de mercado, uma antiga praça municipal e outra moderna denominada de “Independência”, no lugar da feira.
Nos seus arredores haviam dois açudes públicos (Velho e Novo) e três particulares, além de diversas fontes de água.
O Açude Velho, quando cheio, tinha uma extensão de mil metros de comprimento e quarenta e cinco de largura, com profundidade de 10 metros. Seus baldes foram reedificados pelo IFOCS, por ordem do Barão de Abiahy em 1889.
O dito açude “Novo”, era bem menor em proporção. Não tinha afluentes e recebia águas que infiltravam nos taboleiros ao redor, “onde existe uma grande quantidade de ervas medicinais, como ipecacuanha, salsa e outras das quais toma a água, sem dúvida, as qualidades medicinais, que lhe são atribuídas, e uma cor de topásio queimado e gosto desagradável, que desaparece completamente depositada em vaso de barro um ou dois dias”.
As principais fontes de receita do município eram: os impostos da feira, o dízimo do gado e de animais de outros estados, e tributos cobrados sobre as edificações, lavouras e subprodutos da agricultura. Embora o seu autor considerasse que o melhor rendimento viesse do aforamento dos terrenos do antigo aldeamento dos Índios Carirys e determinasse a cobrança de “um real sobre braça quadrada”, havia um grande empecilho na sua arrecadação.
O terreno que passara a pertencer à municipalidade por decreto de 20 de outubro de 1857, sofreu invasão dos proprietários vizinhos. Era necessária uma demarcação, que no momento se mostrava inviável pois o Livro Tomobo do Pilar, em que estavam registradas a sua concessão, havia sido extraviado na sediação do Quebra-quilos. Era necessário organizar o dito foro sem a certeza dos seus limites. O local hoje é conhecido pelo nome de rua Índios Carirys.
O comérco era bem ativo naquele tempo, e explica o relator que isto se devia a sua localização, “colocada na desembocadura de três grandes estradas”, aguardando tão somente a chegada da estrada de ferro para o seu incremento.
Por fim, ao terminar o seu relato, propunha novas diretrizes para a organização do Estado, conferindo-se maior autonomia aos municípios.
Encerrado o documento, assinam Christiano Lauritzen, Manoel Gustavo de Farias Leite e Ildefonso de Brito Cunha Souto Maior.
Fonte:
- JOFFILY, Irineu. Notas sobre a Parahyba: fac-símile da primeira edição publicada no Rio de Janeiro em 1892, com prefácio de Capistrano de Abreu. Thesaurus Editora: 1977.
- JOFFILY, José. Entre a Monarquia e a República. Livraria Kosmos Editora: 1981.
- LAURITZEN, Christiano. Relatório apresentado ao Presidente da Província em 07 de outubro. Paço Municipal. Campina Grande/PB: 1890.
Por Equipe RHCG
Um dos Restaurantes mais tradicionais de Campina Grande, "A Cantina do Manoel", sempre foi um dos pontos de encontro preferido dos políticos, jornalistas e desportistas campinenses. O material a seguir, nos foi enviado por Diego Emmanuel Oliveira de Almeida. Trata-se de fotos antigas do Restaurante "Manoel da Carne de Sol". Com mais de 40 anos de história, o restaurante de comida regional é localizado no Centro da cidade, nas Boninas.
Para os curiosos e saudosistas, nas dependências internas do restaurante existe uma exposição de fotos históricas de Campina Grande afixadas em suas paredes.
Em 2023, quando de sua visita para fazer um show em Campina Grande, o grande artista nacional Ney Matogrosso fez questão de visitar o local:
Sem dúvida, o famoso restaurante é um retalho histórico de Campina Grande.
Fontes Utilizadas:
Por Adriano Araújo
Campina Grande é a única cidade do interior do Brasil a ser sede de uma Federação das Indústrias. Tudo começou em 17 de julho de 1949, quando foi fundada a primeira sede, a Rua João Pessoa. O primeiro Presidente foi o senhor Domício Veloso da Silveira, tendo como vice-presidente, José Marques de Almeida Júnior; Primeiro Secretário, Milton Bezerra Cabral (que foi governador do Estado); Segundo Secretário, Jorge Gomes de Freitas.
Após funcionar também na Rua Floriano Peixoto, em 02 de setembro de 1983 mudaria para a Avenida Canal, em fotos que reproduzimos nesse tópico, um prédio que na época era a mais moderna sede de uma Federação das Indústrias no Brasil.
A Fiep em fotos da época de sua fundação
Em 2009, comemorou em grande estilo os seus 60 anos, em evento com a presença do Governador do Estado da Paraíba e várias personalidades da Indústria do Brasil, com transmissão ao vivo pela TV Itararé.
Neste link, nossos leitores podem ler mais sobre a criação da sede da Avenida Canal.
Por Adriano Araujo
Era uma bela tarde no animado bairro de Zé Pinheiro. Todavia, o dia 25 de dezembro de 1974 entrou para os anais da história campinense, como o dia da maior tragédia da cidade. Em virtude da explosão de um garrafão de oxigênio, que era utilizado para encher balões infantis. Campina Grande tornou-se manchete em todo o Brasil devido às várias mortes ocorridas naquele dia, além das centenas de pessoas feridas.

Tudo isso ocorreu, em virtude do descuido de um garrafeiro que enchia balões durante a festa, quando imprimiu uma alta pressão na recarga do cilindro, provocando o rompimento do mesmo em vários pedaços.
Com a explosão do artefato, vários pedaços de seres humanos foram arremessados em casas e na Igreja de José Pinheiro. Durante dias, o mau cheiro foi predominante naquele local, chegando a ser comum, pessoas encontrarem nos tetos de suas casas, restos de gente.
O garrafeiro Adval foi apontado com o principal responsável pela explosão, recebendo do Diário da Borborema a alcunha de “O Garrafeiro da Morte”.
Adval
Os Bombeiros da cidade trabalharam como nunca naquele dia. Uma das testemunhas da tragédia foi o então cabo José Barbosa da Silva, que relatou a seguinte passagem ao Diário da Borborema: "O telefone não parava de tocar. Muita gente, quase que ao mesmo tempo, ligou desesperado pedindo socorro. Nós estávamos passando pelas margens do Açude Velho quando fomos informados que havia muitas vítimas fatais e que muitas pessoas estavam feridas. Eu estava há pouco tempo no Corpo de Bombeiros, tinha feito o curso de formação de oficiais em João Pessoa e nunca tinha visto uma coisa daquelas. Era muito grito, pessoas chorando em um desespero total. Sangue por toda parte, pedaços de gente pelo chão. Cabeça esbagaçada, pedaço de gente em cima de casa. Tudo foi chocante. Foi um estrago muito grande".
As pessoas feridas, foram para os hospitais Antônio Targino e Pedro I. Aqueles que morreram, foram para a denominada “pedra”, que funcionava ao lado da Central de Polícia.

Um dos sobreviventes da tragédia foi Marcelho Felipe, que ao lado de seus amigos, se aproximaram do cilindro. Felipe chegou a tocar no objeto: "Quem primeiro tocou nele foi Damião que era um amigo. Depois eu toquei nele e logo tirei a mão. Estava muito quente", contou ao Diário da Borborema. Marcelho falou também, que viu o garrafeiro pouco antes da explosão saindo muito depressa. Após isso, só escutou o grande estrondo, sendo Marcelho arremessado para longe. "Foi uma sensação inexplicável. Não sei se eu cai. Eu senti como se estivesse voando. Igual uma folha quando a gente solta", disse ao DB. Após o desastre, o então garoto de 8 anos teve sua perna esquerda amputada e ficou cego de um olho.
Segundo outra testemunha da explosão, Givanildo Pereira da Silva, o garrafão estava vazando desde o momento que foi instalado a alguns metros da Igreja de José Pinheiro. "Eu vi quando ele mandou buscar água em uma mercearia da Rua Campos Sales para colocar em cima da garrafa que estava quente. Era visível que a garrafa estava com defeito. Parte dela apresentava ferrugem. Quando ele abriu, eu vi tudo. A garrafa não tinha nada. Não tinha relógio nem registro. Só tinha a válvula de sair o ar e a tampa de sair e fechar", relatou ao Diário. Givanildo após a explosão, passou quatro dias em coma, com seqüelas nas mãos e nas pernas.

Oficialmente, foram oito crianças mortas, além de centenas de feridos. Em 2007, a triste história foi resgatada em curta-metragem chamado “Os Balões de 74”, do diretor de cinema Luciano Mariz. “Em Meados de novembro de 2006, fazendo uma pesquisa de rotina nos arquivos do Diário da Borborema, me deparei com a primeira página do dia 27 de Dezembro de 1974. A notícia da primeira página atraiu minha atenção: ‘Garrafão explode e enluta Campina nas festas natalinas’, naquele momento a curiosidade foi maior, me esqueci da pesquisa que estava em andamento e passei horas buscando saber mais informação sobre o acidente do garrafão no bairro do José Pinheiro”, relatou Mariz em seu Blog.
Tivemos acesso ao curta e realmente, relata com fidelidade o drama daquela tragédia. O filme é muito bom, com entrevistas de sobreviventes, além dos jornalistas que trabalharam no relato para jornais.
(O FILME PODE SER ASSISTIDO AQUI)
O cilindro foi doado para o Museu Histórico da Cidade, infelizmente, não temos a informação se o mesmo ainda se encontra lá. Quem tiver mais relatos sobre esse inesquecível fato, deixem seus comentários aqui no blog, pois se forem pertinentes ao enriquecimento do tópico, serão inseridos.
Fontes Utilizadas:
Diário da Borborema (Pesquisa e Fotos)
TV Paraíba (Vídeos)
Jornal da Paraíba (Fotos)
Por Adriano Araujo
Ela foi uma das maiores tragédias ocorridas na Paraíba, o acidente de “Maria Cabocla”. Ela não era uma mulher e sim, uma curva fechada, em declive, no fim de uma serra. Era utilizada pela Rede Ferroviária e lá, sempre ocorria descarrilamento de trens de carga, porém, sem vítimas fatais.
Todavia, nada se comparou ao ocorrido no dia 13 de janeiro de 1970. Por volta das 13h35, no distrito campinense de Galante (quilômetro 61 da ferrovia que liga Campina Grande a Recife), local da curva, o trem que era conduzido por José Gomes de Melo, descarrilou matando 10 pessoas na hora, com seis carros, todos com lotação completa, sendo jogados para fora dos trilhos.
Imagem do acidente de Trem
Nos dias posteriores, morreram mais sete pessoas e ao total, 154 pessoas ficaram feridas.
Campina Grande, por onde o trem passou por volta das 12h40 antes do acidente, viu um verdadeiro caos se formar em seus hospitais após o sinistro evento, principalmente no Hospital Pronto Socorro de Campina Grande.
O maquinista José Melo, deu o seguinte depoimento a Revista Veja:
“Na curva senti um sopapo, como se os trilhos estivessem afundando. Olhei para trás e vi meus vagões virando, um por um. Naquele momento eu não podia fazer mais nada”. O maquinista negou que tivesse feito a “Maria Cabocla” em alta velocidade, apesar da desconfiança de muitos da imprensa paraibana em 1970.
Outro registro do trem após o descarrilamento
Engenheiros da Rede Ferroviária Nordeste, chegaram a cogitar três hipóteses para o acidente: erro de operação ou aplicação do freio; defeito mecânico; ou excesso de velocidade.
Um diretor da RFN, Gilvani Pessoa Pires, descartou a época as duas primeiras hipóteses a Revista Veja: “
A linha tem pedramento recente e todas as locomotivas da Rede funcionam em condições técnicas perfeitas”.
Novamente, a culpabilidade do acidente recaia sobre o maquinista José Melo, que deu sua versão do acidente a mesma revista:
“Saí de Campina Grande às 13h05, para chegar a Galante às 13h40. O desastre foi às 13h36, exatamente a cinco minutos de Galante. O trem fazia 35 quilômetros por hora”.
Após esse desastre, a imprensa paraibana começou uma série de reportagens contra os serviços prestados pela Rede Ferroviária, afirmando que o outrora glorioso serviço, que tanto impulsionou o desenvolvimento campinense e paraibano, estava superado e acima de tudo, tornara-se muito perigoso. Quanto ao acidente, nunca foi explicado o que realmente ocorreu.
Cobertura da imprensa do terrível acidente
Fontes Utilizadas:
-Diário da Borborema (Coleção)
-Revista Veja – Editora Abril (Coleção)
-Correio da Paraíba (Coleção)
Por Adriano Araujo
Registro histórico encontrado no acervo do jornal "Estado de São Paulo". Em Junho de 1957, saiu uma notícia naquele lendário jornal paulista, relatando que o então prefeito de Campina Grande, Elpidio de Almeida, queria vender o Grande Hotel (foto abaixo), para a construção de um Teatro em Campina Grande.
A reportagem do Estado de São Paulo de 08 de junho de 1957 pode ser lida abaixo:
Em 1981, a TV Borborema, a primeira da Paraíba, foi alvo de uma reportagem da Revista Veja, na época, o principal meio de comunicação impresso do país. O jornalista "Chico Maria", com seu programa de debates "Confidencial", foi o tema principal da reportagem, que nossos leitores podem ler abaixo:
Fontes Utilizadas:
Acervo da Revista Veja
No dia 23 de março o Conjunto Álvaro Gaudêncio em Campina Grande, mais conhecido como Bairro Malvinas, comemora o seu 35º Aniversário de "fundação", quando teve a ocupação das suas residências no episódio narrado como "A invasão das Malvinas".
Segue abaixo o texto descritivo postado no Wikipedia, acrescido dos vídeos que ilustram o assunto discutido, inclusive com dois vídeo-documentários com imagens registradas durante o processo de 'tomada' das residências, no ano de 1982.
Wikipedia:
As Malvinas é um bairro brasileiro localizado na zona oeste da cidade de Campina Grande, na Paraíba.
O Bairro divide-se por zonas populacionais, Dinamérica, Novo Cruzeiro, Conj. Mariz, Conj. Humberto Lucena, Cinza, Conj. Rocha Cavalcanti, Conj. Ana Amélia, Conj. Raimundo Asfora, Conj. Bárbara, Conj. Grande Campina, Conj. Alto das Malvinas.
As Malvinas é o bairro mais populoso de Campina Grande. Sua população é superior a 80 mil moradores, número semelhante à população de cidades como Guarabira, Souza, Cajazeira, Bayeux e, pequenas ilhas e países do Caribe.
História
No início da década de 1980, as casas do conjunto habitacional Bodocongó II, intitulado por Conjunto Álvaro Gaudêncio, começavam a ser construídas pela CEHAP (Companhia Estadual de Habitação Popular), seguindo ordens do então Governador Wilson Braga, que na ocasião havia conseguido verbas do governo federal para este fim.
Ao término das construções, no início de 1983, o Conjunto não apresentava infra-estrutura (água, luz, esgoto sanitário) para que fossem entregues as casas, por meio de sorteio, aos servidores estaduais devidamente cadastrados.
No dia 23 de março de 1983, iniciou-se a invasão das casas por pessoas não cadastradas na CEHAP, que alegavam abandono das casas e que portanto estariam naquele momento apossando-se das mesmas. Na tentativa de impedir a invasão, foi formado um cerco policial que não obteve resultados positivos. Naquele instante, o então governador do estado Wilson Braga, ordenou que as forças policiais impedissem que mais pessoas entrassem no conjunto, que até então ainda estava cercado (com arame farpado) e só existia uma única entrada (por meio de uma espécie de "porteira").
Logo após, pensou-se numa forma de retirar os invasores da seguinte maneira: seria proibido que alguém saísse ou entrasse do conjunto, fazendo com que os invasores ficassem isolados, sem alimento e água, e, assim, desistissem das casas recém invadidas. Na época, o governo municipal impediu que esse plano fosse concretizado, e enviou alimentos e água através de carros-pipa para os invasores.
Alguns meses depois, a CEHAP viu que não haveria outra maneira a não ser cadastrar os invasores e fazer com que eles pagassem as prestações das casas. Foi feito então o cadastro de cada morador num posto de atendimento instalado nas proximidades, mais precisamente na Escola Estadual Alceu do Amoroso Lima. Funcionários passaram de casa em casa avisando aos moradores que fizessem o cadastramento e assim regularizassem sua situação junto à CEHAP.
Em seguida, por reivindicação dos moradores, foi instalada a rede elétrica, seguida da rede de água e esgotos, fazendo com que o Conjunto tivesse a infra-estrutura mínima para que pudesse atender os moradores.
Na mesma época da invasão (1983) estava acontecendo um conflito militar nas Ilhas Falkland, popularmente conhecidas como Ilhas Malvinas, localizadas ao extremo sul da América Latina, daí a origem do nome do bairro: Malvinas.
Durante os últimos anos desde a invasão, o bairro das Malvinas obteve grande crescimento populacional além da grande quantidade de novas construções nos arredores do bairro, fazendo com que o mesmo se tornasse ainda maior. Com todos esses acontecimentos, surgiu a necessidade de melhorias na infra-estrutura do bairro, como pavimentação das ruas e recuperação da rede de drenagem pluvial (bueiros coletores das águas de chuva). Durante anos foram feitos pedidos junto ao governo municipal para que a rede de canais construídos no bairro fossem cobertos. Depois de muitas tentativas, finalmente, foi feita a obra de cobertura dos canais, que fez com que o bairro ficasse mais limpo, proporcionando aos moradores mais um ponto de lazer, onde podem ser feitas caminhadas e outras atividades.
Abaixo, uma excelente reportagem do Programa Diversidade da TV Itararé, com imagens históricas da época da invasão:
Documentário sobre a história das Malvinas:
1ª Parte:
2ª Parte:
Entre as grandes manchetes que prenunciaram as matérias noticiadas nos Anos 80, aquelas relacionadas ao grupo "Mão Branca" foram recorrentemente evidenciadas nos primeiros anos daquela década.
A primeira página do jornal Diário da Borborema do dia 05 de Setembro de 1983, apresentou como manchete a confirmação da sentença de 76 anos para 'Zezé Basílio', um dos integrantes do grupo de extermínio. Ao tempo, o Tribunal de Justiça da Paraíba também determinava um novo julgamento para outros dois envolvidos, que estavam em liberdade; 'Zé Cacau' e Cícero Tomé, ambos absolvidos em julgamento ocorrido no ano anterior.
Em sequência, vem o resultado de um jogo entre TrezeFC e Botafogo, partida válida pelo Segundo Turno do Campeonato Paraibano de 1983, que contou com uma derrota do Campinense Club em partida realizada em Patos, contra o Esporte.
Outra notícia que, infelizmente, nos atenta para esta publicação é a que reporta o falecimento de uma garota de 15 anos, que brincava de bicicleta às margens do Açude Velho em companhia de outras crianças;
Geoclécia Ferreira Rocha, de 15 anos, era aluna do Colégio Estadual da Prata e morava no Bairro da Liberdade. No momento do acidente, ela e outros amigos se dirigiam ao Açude Velho para um tradicional pic-nic e, nas proximidades do CEU-Clube dos Estudantes Universitários, fora irresponsavelmente colhida por um veículo em alta velocidade conduzido por um motorista que não lhe prestou socorro, tendo a violência do impacto determinado seu óbito poucos instantes após o ocorrido.
Este caderno do DB nos foi gentilmente cedido pelo advogado João Fábio Ferreira Rocha, mais conhecido como Fábio Rocha, conceituado locutor radiofônico que vem a ser irmão da Geoclécia, a jovem que teve a vida interrompida no dia anterior, em meio a tantos outros assuntos compilados dia à dia, através da equipe de jornalismo do Diário da Borborema.
Leia, abaixo as notícias citadas; clique nas imagens para ampliá-las!
O dia 11 de setembro de 2001 ficou marcado na mente de todos com as trágicas e comoventes imagens distribuídas para todo o globo terrestre pelas emissoras de televisão, inclusive em tempo real, dos ataques aéreos que destruíram as "Torres Gêmeas" do "World Trade Center", em Nova York.
Segundo fontes oficiais do Governo Norte-Americano, os ataques foram provocados por terroristas que faziam parte do grupo de fundamentalistas islâmicos denominados Al-Qaeda, liderados por Osama Bin Laden.
Aqui no Brasil, como em todo o mundo, a imprensa nadava em notícias para cobrir os acontecimentos e aos jornais impressos sobejavam excelentes fotos para estampar qualquer primeira página!
Em Campina Grande não fora diferente e a imprensa local trabalhou arduamente para noticiar o fato. Como mérito, o Diário da Borborema, fundado em 02 de Outubro de 1957, pelo jornalista paraibano Assis Chateaubriand, foi vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo (concorrendo com grandes jornais da imprensa nacional) na categoria "Prêmio Esso Especial de Primeira Página".
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| Capa Vencedora do Prêmio Esso de Jornalismo (2001) |
Mais um registro de desfile de 7 de setembro disponibilizado pelo RHCG. Resgatamos das páginas da "Gazeta do Sertão", a reportagem sobre a "parada" de 1981:
O nosso já assíduo colaborador, Sérgio Gaiafi, nos mandou uma interessante reportagem que saiu na lendária "Revista O Cruzeiro", destacando-se o fato da entrega de quadros para o acervo do Museu de Campina Grande:
Interessante notar, o destaque dado por esta publicação nacional ao fato:
No primeiro e quarto quadro de imagem, de perfil, identificamos "possivelmente" o ex-prefeito de Campina Grande, Newton Rique. Agradecemos a Sérgio por mais esta raridade ao RHCG.
Quando a casa de shows “Forrock” foi inaugurada em Campina Grande, no já distante ano de 1985, os campinenses ficaram encantados com aquele local, o nome diferente e principalmente, com as atrações que vieram a se apresentar na cidade, geralmente grandes nomes de nossa música popular.
O local do Forrock, situado na Avenida Almirante Barroso no bairro do Cruzeiro, entrou para a história cultural de Campina Grande, infelizmente, o grupo que comandava o local resolveu investir apenas em João Pessoa, fato comum nos investimentos em Campina Grande. Percebe-se, que ao se ganhar dinheiro e fama na cidade, o próximo passo é encerrar o empreendimento e se transferir para João Pessoa ou outra cidade maior.
Porém, os tempos eram outros e ao se perceber que a cidade era viável economicamente para grandes eventos musicais, vários empresários se interessaram em investir no ramo, como foi o caso de um grupo comandado por Luiz Augusto Nóbrega Oliveira, que na década de 70 ficou conhecido em Campina Grande, por comandar uma torcida organizada do Treze Futebol Clube, a “Guga”. Foram exatamente os eventos promovidos pela Guga, que deu a experiência necessária a Luiz Augusto para a promoção de eventos.

No dia 16 de junho de 1987, foi inaugurada na época, a maior casa de shows da América Latina, o Spazzio. A grandiosidade do local chamava a atenção de todos os brasileiros, já que a pergunta geral era: como é que uma cidade do interior da Paraíba tinha “bala na agulha” para tamanho empreendimento? Um dos maiores fãs do Spazzio era Chico Anísio, que sempre se referia a casa de shows em algumas entrevistas, isso no final dos anos 80.
Com capacidade para acomodar 18 mil espectadores, o Spazzio já teve a honra de ter em seu palco, nomes como Ray Connif, Julio Iglesias, Jimmy Cliff, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Gilberto Gil, The Platters e vários outros ícones da música em geral. “O Spazzio é uma casa rústica mais para a região é muito ousada. Logo no início levamos o Júlio Iglesias, pela primeira vez, quando ele veio ao Brasil e foi cantar no Nordeste”, relatou Luiz Augusto a um site de Pernambuco.
O sócio de Luiz Augusto é o empresário Zito Buarque, conhecido na região por suas Usinas de Cana-de-Açúcar e outros ramos empresariais, além de ser apaixonado pelo Campinense Clube, o qual ajuda financeiramente. No áudio abaixo, retirado do programa “Mesa de Bar” da Rádio Cariri, Buarque fala de como começou seu envolvimento com o Spazzio, além de uma engraçada história sobre um show de Roberto Carlos:
Com 22 anos de serviços prestados a cidade, o Spazzio mantém sua história de shows, apesar de nos últimos anos a qualidade musical ter caído um pouco. Esperamos mais shows de uma qualidade de um Djavan, Ana Carolina etc., pois Campina Grande não é apenas forró, porém, é verdade que o gosto popular não deve ser esquecido. Talvez a grande pedida seja encontrar um meio termo entre os vários gostos musicais.
Abaixo, uma relação de shows realizados no Spazzio até o ano de 2003:
1987
19/06 – Jorge de Altinho/ Alceu Valença
20/06 – Luiz Gonzaga/ Marinês/ Capilé
21/06 – Chiclete c/ Banana/ Dominguinhos
23/06 – Elba Ramalho / Luis Gonzaga/ Jorge de Altinho
24/06 – Nando Cordel/ Dominguinhos
26/06 – Luiz Gonzaga/ Fagner/ Alcimar Monteiro
27/06 – Elba Ramalho/ Chiclete com Banana / Capilé
28/06 – Alceu Valença/ Nando Cordel
08/08 – Elba Ramalho/ Chiclete com Banana
28/08 – Fagner/ Chico Buarque
04/10 – Trem da Alegria
17/10 – Ivan Lins/ Morais Moreira/ Capilé
23/10 – Lobão
28/11 – Toquinho (Desfile de Modas)
04/12 – Roberto Carlos
05/12 – Roberto Carlos
13/12 – Festival do Chopp
31/12 – Chiclete c/ Banana ( Reveillon )
1988
23/01 – Julio Iglesias
05/03 – Tokyo Banda de Supla/ Zero/ Capital Inicial ( Festival do Rock )
04/04 – Fevers/ Renato e Seus Blue Caps/ Ivanildo Sax ( Festa Anos 60 )
04/06 – Ray Conniff
11/06 – Amelinha/ Madruga/ Nando Cordel
18/06 – Chiclete c/ Banana/ Fagner/ Almanarte Brasil
23/06 – Elba Ramalho/ Nando Cordel/ Capilé
24/06 – Jorge de Altinho/ Fagner/ Três do Nordeste
25/06 – Caetano Veloso/ Dominguinhos/ Chiclete com Banana/ Gilberto Gil
26/06 – Chiclete c/ Banana/ Almanarte Brasil/ Banda Reflexus
28/06 – Geraldo Azevedo/ Elba Ramalho/ Novinho da Paraíba
02/07 – Chiclete c/ Banana/ Capilé/ Jorge de Altinho/ Os Tropicais
09/07 – Três do Nordeste/ Capilé/ Trio Nordestino/ Os Tropicais
06/08 – Banda Reflexus/ Luis Caldas
27/08 – Adilson Ramos/ Alípio Martins/ Nelson Gonçalves
04/09 – Xou da Xuxa
10/09 – Gal Costa
24/09 – Lulu Santos
15/10 – Homenagem a Luiz Gonzaga
24/12 – Banda Mel
31/12 – Neguinho da Beija Flor
1989
28/04 – Paulinho da Viola/ Fagner/ Chico Buarque
03/06 – Chiclete c/ Banana
10/06 – Fábio Júnior/ Capilé/ Wilma
17/06 – Fafá de Belém/ Assisão/ Alcimar monteiro
23/06 – Elba Ramalho/ Dominguinhos/ Madruga
24/06 – Chiclete c/ Banana/ Nando Cordel/Tânia Alves
28/06 – Trio Nordestino/ Chiclete c/ Banana/ Som da Terra
01/07 – Ney Matogrosso/ Antonio Barros e Ceceu
29/07 – Lulu Santos
02/09 – Simone e Banda Caprichosos de Pilares
24 à 27/09 – Fetec
22/10 – Angélica
09/12 – Roberto Carlos
30/12 – Chiclete c/ Banana/ Luis Caldas
1990
13/03 – Formatura Colégio da Prata
27/04 – Micarande ( Orquestra Popular de Olinda )
01/05 - Micarande ( Orquestra Popular de Olinda )
24 à 27/05 – Campina Grande Mostra Negócio ( Feira )
02/06 – Titãs e Capilé
13/06 – Alceu Valença / Eliane/ Wilma
22/06 – Elba Ramalho/ Gonzaguinha
23/06 – Chiclete c/ Banana/ Nando Cordel
29/06 – Fagner/ Fafá de Belém
30/06 – Luis Caldas/ Pepeu Gomes/ Morais Moreira
04/08 – Paralamas do Sucesso
01/09 – The Platters/ Milton Nascimento
13 à 16/09 – Fetec
29/09 – Ray Conniff/ Beto Barbosa
27/10 – Roupa Nova/ Banda Beijo ( 13 anos Rádio C.G FM )
28/10 – Dominó
17/11 - Artistas da Terra ( SOS Paraiban)
02/12 – Festival do Chopp ( Capilé e os Feras )
29/12 – Chiclete com Banana / Luis Caldas
1991
11 À 12/5 - Cidinho E Seus Convidados (24 Horas De Forró).
01/06 - Gilberto Gil/ Trio Nordestino.
15/06 - Pinto Do Acordeom/ Amazan/ Josinaldo.
21/06 - Elba Ramalho/ Banda Cheiro De Amor.
22/06 - Fagner/ Jorge De Altinho.
23/06 - Chiclete Com Banana/ Nando Cordel/ Capilé.
28/06 - Luis Caldas/ Três Do Nordeste
29/06 – Roupa Nova/ Flávio José
30/06 – Forrorande ( Trio Papa Léguas )
09/11 – Papa Léguas e Banda Beijo
30/11 – Jimmy Cliff
08/12 – Mara Maravilha
28/12 – Chiclete c/ Banana / Capilé
1992
11/04 – Daniela Mercury/ Alceu Valença
01/05 – Os Feras
02/05 – Daniela Mercury
03/05 – Ricardo Chaves
23/05 – Banda Mel
13/06 – Fábio Junior/ Antonio Barros e Ceceu
19/06 – Chiclete c/ Banana/ Jorge de Altinho
20/06 – Fagner/ Três do Nordeste
21/06 – Banda Cheiro/ Biliu de Campina
23/06 – Elba Ramalho/ Capilé
24/06 – Chiclete com Banana
27/06 – Daniela Mercury/ Nando Cordel
28/06 – Banda mel/ Inaldete Amorim
17 à 21/09 – Fetec
17/10 – Eliane/ Nando cordel
05/12 – Roberto Carlos
26/12 – Chiclete c/ Banana/ Alceu Valença/ Banda Feras
1993
27/03 – Lulu santos/ Banda Cheiro ( Prévia da Micarande )
16 à 18/04 – Banda Palov/ Feras
11 à 13/05 – Campina Grande Mostra Negócio
19/06 – Banda Beijo/ Jorge de Altinho
23/06 – Chiclete c/ Banana/ Antonio Barros e Ceceu/ Banda Palov
25/06 – Elba Ramalho/ Banda Cheiro
26/06 – Asa de Águia/ Nando Cordel
10/10 – Os Trapalhões
16/10 – Mastruz c/ Leite/ Reginaldo Rosssi
18/12 – Chiclete c/ Banana
25/12 – Banda Cheiro/ Eliane
1994
26/03 – Asa de Águia / Banda Efan
09/04 – Roberto Carlos/ Banda Feras
23/06 – Elba Ramalho/ Mastruz c/ Leite
24/06 – Jorge Bem Jor/ Banda Cheiro
25/06 – Tim Maia/ Lulu Santos
16/10 – Asa de Águia/ Eliane
26/11 – Zezé di Camargo e Luciano
16/12 – Netinho
30/12 – Chiclete c/ Banana
1995
18/03 – Asa de Águia
25 à 28/05 – IV Campina Mostra Negócio e IV metalmec
23/06 – Elba Ramalho/ Banda Eva/ Amazan
24/06 – Fagner/ Chiclete c/ Banana/ Amazan
29/07 – Raça Negra/ Banda Palov
02/12 – Fábio Júnior/ Banda Efan
30/12 – Chiclete c/ Banana / Alerta Geral/ Capilé
1996
20/03 – Asa De Águia
30/03 – Elba Ramalho/Geraldo Azevedo/Alceu Valença/Zé Ramalho
22/06 – Elba Ramalho /Gera Samba / Amazan
23/06 – Fagner /Mastruz Com Leite /Amazan
21/07 – Chiclete Com Banana /Cavalo De Pau
19/09 – Zezé Di Camargo E Luciano /Sirano E Sirino
23/11 – Roberto Carlos
1997
15/03 - Asa de Águia e Mexe Ville
20/04 - Sirano e Sirino / É O Tchan e Capilé
22/06 - Zezé di Camargo e Luciano / Magníficos / Amazam
23/06 - Daniela Mercury e Baby Som
17/08 - Tiririca/ Capilé
30/08 - Molejo/ Flavio Jose/ Banda Metrópole
18/10 - Chitãozinho e Xororó/ Sirano e Sirino
28/11 - Só Pra Contrariar/ Mexe Ville
13/12 - Banda Mexe Ville/
27/12 - Banda Eva/ Jamil e uma Noites
1998
21/03– Só Pra Contrariar/ Banda Malagueta/ Mexe E Ville
22/05– Roberto Carlos/ Banda Feras
20/06– Chiclete com Banana/ Magníficos/ Amazam
21/07– Chiquititas/ Palhaço Pipoquinha
04/08– Padre Zé Ivanildo ( Show da Igreja de Fátima )
17/10– Terra Samba
12/12– Zezé di Camargo e Luciano/ malagueta e Mexe e Ville
25/12– Araketu/ Ricardo Chaves/ S3
27/12– Padre Zé Vanildo ( Igreja )
1999
26/03 – Daniel e Alerta Geral
09/05 – Padre Zezinho
19/06 – Chiclete Com Banana/ Magníficos / Reginaldo Rossi / Amazan
02/07 – Zezé Di Camargo E Luciano
16/10 – Leonardo/ Mexe Ville/ Luizinho De Irauçuba / Amazan
27/11 – Renato e Seus Blue Caps/Os Feveres / Os Pholhas
25/12 – Ivete Sangalo / Furdunço E Capilé.
2000
23/06 – Chiclete Com Banana/ Nando Cordel / Amazan
01/07 – Zezé Di Camargo & Luciano / Amazan
20/08 – Os Travessos / Ala Ursa / Só Balanço E Furdunço
12/10 – Klb / Furdunço / Los Papas
22/12 – Harmonia Do Samba
2001
22/06 – Zeze Di Camargo & Luciano / Os Feras / Amazan
24/08 – Exaltasamba / Jorge Aragão / Artemanha
26/10 – Skank / Area 51
29/12 – Chiclete Com Banana
2002
21/06 – Zezé Di Camargo E Luciano /Ton Oliveira / Lagosta Bronzeada
23/08 – Roberto Carlos E Across The Beatles
22/09– O GRANDE ENCONTRO DA MUSICA CATOLICA CAMPINENSE
29/12 – Babado Novo / Calypso E Capilé
2003
26/04 – Formatura da UEPB
21/06 – Elba Ramalho / Babado Novo / Palov e Amazan
03/10 - Kid Abelha / Senhoritas e Impossíveis
22/11 - Raça Negra e Eliane
05/12 - Fevers / Pholhas e Renato e seus Blue Cap's
26/12 - Ivete Sangalo /A Zorra / Capile
Anexos:
Trecho de um show de Djavan realizado no Spazzio:
Fonte: www.camera21.com.br
Fontes Utilizadas:
-Arquivos Pessoais
-www.spazzio.com.br
-Rádio Cariri
-www.camera21.com.br
Material oriundo do acervo da Revista "O Cruzeiro", que em 1978 exaltava as qualidades da "Rainha da Borborema":
Aproveitamos para mandar um abraço ao ex-prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro, que sempre visita o blog RHCG.
Que o São João de Campina Grande atravessa fronteiras, todo mundo sabe. Por isso, a reportagem que pode ser lida abaixo (cliquem para ampliar), realizada pela Folha de São Paulo, só dignifica o conceituado evento campinense realizado durante o mês de junho:
Fonte: Acervo da Folha de São Paulo
Em 1967, a Revista "O Cruzeiro" fez uma reportagem especial falando sobre a tela "O Perna de Pau e sua Senhora", obra cedida para o Museu de Campina Grande, que inclusive, já foi alvo de outra
reportagem do RHCG. Cliquem abaixo para ler a matéria:
Fonte: Revista O Cruzeiro
Em meio as notícias do fechamento temporário do
Museu Assis Chateaubriand, o Blog RHCG resgata a inauguração do primeiro Museu de Arte da Cidade, no ano de 1967. Tal evento foi tão grandioso, que mereceu reportagem especial da maior publicação impressa do Brasil nos anos 60, a lendária revista "O Cruzeiro". As páginas a seguir contam a história (cliquem nas imagens para ampliá-las):
Mais um retalho de nossa história.
Graças a uma dica do amigo José Ezequiel do belíssimo blog "Tataguaçu", conseguimos a reportagem abaixo, raríssima, fruto do acervo da Revista "O Cruzeiro", um dos maiores meios de comunicação de nossa história. Retrata a Campina Grande de 1964, ano do centenário, quando ainda era chamada de a "Capital do Trabalho". Cliquem nas imagem para aumentá-las:
Fonte: Acervo Revista "O Cruzeiro"