Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

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A montagem retrata a empresa depois de 1960, quando foram construídos vários prédios, reforma e ampliação em outros. 

Este complexo foi construído no final da década de 1940 (a SANBRA originalmente foi implantada onde atualmente está localizado a rede de Supermercados "Bompreço", as margens do Açude Velho, que ficou conhecida como "SANBRA velha", posteriormente foi ampliada para uma nova área), e a cada ano foi sendo ampliado, para chegar na sua capacidade máxima em meados dos anos sessenta. 

A SANBRA era uma firma especializada em produtos como o agave, óleo e artigos comestíveis, além de trabalhar com o próprio algodão. Instalou-se em Campina Grande em 1935, sendo filial da empresa argentina “Bunge Y Born”, criada em 1884. 

Logo que a empresa se instalou em Campina Grande, ocorreu um grande desenvolvimento local, pois próximo à indústria foram sendo criados vários outros comércios, gerando riqueza para uma cidade que não parava de crescer. O local era uma verdadeira 'cidade', gerando vários empregos diretos e indiretos. 

A SANBRA campinense foi desativada no início dos anos oitenta, após anos de queda na produção e pragas na lavoura (como a praga do bicudo, por exemplo), deixando uma imensa lacuna na sociedade e economia local.

Clique abaixo para conferir o trabalho produzido por Jônatas Rodrigues, através do Google Sketchup.



O Colaborador Jônatas Rodrigues nos envia mais uma montagem que produzida através do programa GOOGLE SKETCHUP 8. Desta vez são os prédios iniciais da ROVSA (Refinaria de Óleos Vegetais S.A.) construídos em 1948, quando a usina estava iniciando sua produção, contendo poucas instalações industriais (apenas a fábrica principal, dois galpões e o prédio do escritório). 

Localizada na Avenida Portugal, Bairro de Bodocongó, a empresa foi fundada em 1948, pela iniciativa empresarial de um sertanejo de Cajazeiras, o Dr. Clóvis Matos Sá. O Dr. Clóvis introduziu uma grande usina, com maquinário moderno para produzir o famoso sabão "POTY" e o óleo de semente de algodão "BEIJA-FLOR". Nos anos cinquenta a referida usina foi ampliada, sendo construído novos galpões e máquinas para desdobrar glicerina para fins industriais. 

Em 1960, graças ao levantamento de novos recursos, a ROVSA adquiriu uma moderna máquina para refinar óleo de caroço de algodão dando início ao famoso óleo "DONDON". 

Atualmente a velha usina está em fase de transferência, para futuras instalações no Distrito Industrial, e sua área servirá para as instalações de um futuro shopping center.


Jônatas Rodrigues nos envia mais uma montagem de um prédio histórico de Campina Grande. Nesta ocasião, da antiga "Companhia Parahybana de Beneficiamento e Prensagem de Algodão", que pertencia à firma "Wharton Pedrosa & Cia". 

Esta usina foi a primeira a ser instalada em Campina Grande, sendo também uma das primeiras instaladas no Estado da Paraíba. Em Campina Grande a velha usina de beneficiamento foi instalada em 1 de agosto de 1919, pelo Engenheiro Dr. José Heronides de Hollanda Costa. Localizada na atual rua Miguel Couto, a velha Companhia Parahybana de Beneficiamento e Prensagem de Algodão, foi um grande marco para o desenvolvimento econômico da "Rainha da Borborema", proporcionando a vinda de outras companhias de beneficiamento do "Ouro Branco" em nossas terras. 

A montagem refere-se aos primeiros anos de instalação da usina em Campina Grande. Retratei a usina por volta de 1925, quando já tinha o fornecimento da energia elétrica (atestada nos postes de iluminação de madeira na montagem), em Campina Grande, inaugurada em 29 de setembro de 1920, para o funcionamento de suas máquinas mais potentes na época. A usina era subdividida, em escritório, área de beneficiamento, oficinas para reparo e armazéns para o estoque dos fardos de algodão.

Nos anos trinta parte da companhia foi comprada pela firma "Demosthenes Barbosa & Cia" (parte oeste do prédio), remodelando totalmente a arquitetura desta (hoje o prédio da DECORAMA). 

A parte leste do prédio foi também ampliado, construindo um andar superior, mas sem descaracterizar o térreo. 

Anos mais tarde todo o prédio foi comprado por outra multinacional de renome à "Anderson Clayton S/A", que por fim "fechou suas portas" por volta de 1965, deixando uma lacuna na sociedade campinense.   

Apresentamos mais uma montagem feita no Google Sketchup 8, por Jônatas Rodrigues Pereira, que nos presenteia com os aspectos arquitetônicos do PAÇO MUNICIPAL DE CAMPINA GRANDE.

O belíssimo e saudoso prédio do Paço Municipal de Campina Grande teve sua construção iniciada em 1877 e sua inauguração em 02 de Dezembro de 1879. Ficava localizado ao lado da Catedral de Nossa Senhora da Conceição, na Avenida Floriano Peixoto. Neste prédio funcionou o Fórum e a sede do Poder Legislativo campinense, onde foi realizada a última sessão da Câmara Municipal no Império e a primeira sessão da República (1889). Mais uma obra que a História detém registro apenas fotográfico, uma vez que o prédio foi demolido na polêmica reforma urbana do ex-prefeito Vergniaud Vanderley, no ano de 1942. 

Infelizmente os poderes públicos de outrora não compreendiam a importância de preservar a história de seu povo. Campina Grande neste período foi totalmente "retalhada", restando poucos prédios que trazem sua História. Em seu lugar, hoje existe apenas o pátio utilizado pela Diocese como estacionamento da Catedral, sem nenhum requinte e significado histórico. 

A pedra Fundamental do Paço está preservada no Museu Histórico de Campina Grande, na avenida Floriano Peixoto, quase defronte ao velho Paço Municipal. A montagem representa o prédio na primeira década do século XX, de acordo com a foto da imagem comparativa, onde ainda não havia calçamento nas ruas campinenses.
Através dos recursos tecnológicos, nossos Colaboradores têm prestado um serviço interessante para nossa atualidade: 'reconstruir', pelo menos em computação gráfica, o patrimônio arquitetônico municipal.

O legal nesse procedimento, é a possibilidade de vermos, em 3D, alguns edifícios que nem existem mais, que só os conhecemos através de fotografias.

Marcus Nogueira, estudante do Curso de Arquitetura e Urbanismo da CESED-FACISA nos presenteou com mais uma obra dessa arte: O Casino Eldorado. Porém, sua perspectiva nos mostra um casino recuperado, sua fachada nos dias de hoje, em duas situações: uma imagem diurna, e outra noturna.



"O Cassino Eldorado foi construído pelo comerciante João Veríssimo de Souza e projetado em Art Déco pelo arquiteto Isac Soares. Possuía apartamentos para mulheres e dependências para jogos e diversão. Era dotado de gerador, pois a luz, deficiente na época, apagava cedo. A sala do Show-Room tinha espaço para 36 dançarinas, exibição de artistas e 40 mesas para os espectadores. Nas salas de jogos havia roletas, mesas de ronda, bacará, campistas, espadim e pocker, e um elegante palco para a orquestra.

O Eldorado foi inaugurado em 1 de julho de 1937. Os artistas da estreia vieram da Rússia: Trótsky and Mary, e o apresentador oficial era Catalano, artista do cinema brasileiro.

De 1937 a 1941, o Cassino Eldorado não parou de trazer artistas famosos como: Teda Diamante, as vedetes Nenen e Sereia Negra, o casal mexicano Tapiá Rúbio, que fez sucesso nos filmes de Hollywood, Paraguaíta, Glória Dias, que era famosa cantora de tango na Argentina, além da atração permanente que era a sua orquestra fixa, que tinha entre os músicos o "Rei do Ritmo" Jackson do Pandeiro.

O elenco de famosas mulheres que brilhavam na noite do Eldorado era formado por Neide, Toinha Moreno, Lourdinha Futebol, Chiquinha Dantas, Chiquinha Moreno, Licor, Mercedes, Josefa Tiburtino e a legendária Maria Garrafada, entre outras famosas pela elegância e beleza. Muitas das mulheres eram oriundas de Recife e do Rio de Janeiro. (Fonte: MHCG)" 

(Comentário postado por "Isso é Paraíba" na fanpage do BlogRHCG no Facebook)


O colaborador Jônatas Rodrigues nos presenteia com mais uma criação através do Google Sketchup, trata-se do primeira prédio da Empresa Luz e Força Campinense. 

Inaugurada em setembro de 1920, o prédio desta antiga termo-elétrica localizava-se onde hoje está a Praça Clementino Procópio, precisamente defronte ao antigo Posto Futurama (também demolido). 

A propulsão fazia-se com motor à combustão interna, da marca DEUTZ, de 100 HP de potência, à gás de lenha, ou mesmo gasogênio (mistura combustível de gases, produzida a partir de processos de gaseificação, ou seja de combustão incompleta de combustíveis sólidos. Utiliza-se, por exemplo, madeira, carvão ou outros combustíveis, geralmente ricos em carbono, usando oxigênio insuficiente para a queima completa e em alguns casos, vapor de água). 

O volante do motor pesava impressionantes 12 toneladas, gerando energia elétrica com muito barulho, fumaça e dejetos de lascas de alcatrão e piche, semelhantes à borra-asfáltica, isto tudo em pleno centro de Campina Grande. 

O prédio original seguia a linha simples de construções ecléticas com poucos adventos ornativos e sua fachada. Tinha no seu frontispício a iniciais da referida empresa (ELFC), que pertencia no início à firma de J.Brito & Cia, passando posteriormente à municipalidade. 

Nos anos trinta a Empresa foi ampliada descaracterizando os antigos prédios, que eram convertidos em usina, depósito de carvão e madeira e escritório da empresa (seguindo esta ordem de acordo com a foto). Foram transformadas em quatro grandes galpões que engloba usina, depósito de materiais e escritório.

Nos anos quarenta, estes galpões foram demolidos para a reforma urbana planejada pelo então Prefeito Vergniaud Wanderley. A unidade termo-elétrica foi transferida para um novo e moderno prédio localizado nas imediações do Açude Velho. Desta forma foi possível prolongar a Praça Clementino Procópio e promover o embelezamento da área.       




Mais uma arte gráfica produzida pelo Colaborador Jônatas Rodrigues, que através do Google Sketchup 8 'restaurou' um dos prédios Históricos ainda de pé em Campina Grande.

"Trata-se da saudosa e imemorial "Comércio e Indústria Marques de Almeida S/A". A arte gráfica se baseou na época em que o prédio foi concluído, ou seja, em 1933, como atesta a data no alto de seu frontispício (a partir de fontes de fotografias da época). Belíssimo prédio, construído e idealizado pelo seu dono o Sr. Dionízio Marques de Almeida, com frontal de linhas retas simples em estilo eclético, comuns nos prédios industriais em início do século XX. Comportava no largo espaço do andar superior um alinhamento de janelões ornados de esquadrias salientes. Janelas que facilitavam a entrada de luz e ar, refrescando o local, e dava-lhe uma aparência suntuosa. No andar térreo encontra-se janelões idênticas ao andar superior e portas em arcos, completando a bela estrutura arquitetônica.

Nos anos quarenta foi acrescido uma parte alpendrada, voltada para a Rua Getúlio Vargas, um "puxadinho", para melhor compartar novos maquinários e parte comercial do prédio. A indústria cerrou suas portas em maio de 1983, deixando saudades a todos que trabalharam nela e uma imensa lacuna na economia e história campinense."

Leiam mais sobre a Indústria Marques de Almeida CLICANDO AQUI e AQUI TAMBÉM!



(por Jônatas Rodrigues)

A montagem em 3D trata-se da antiga Usina de beneficiamento ARAÚJO RIQUE & CIA, de grande memórias. Pertencia a família Rique, tendo seu Diretor-Chefe o importante empresário Sr. João Rique.

A usina beneficiava o algodão e fabricava óleo proveniente do caroço do "Ouro Branco". Foi introduzida em Campina Grande no ano de 1925, onde estendeu seu raio de ação por quase toda a Paraíba, possuía diversas filiais nos municípios do interior paraibano como Itaporanga, Catingueira, Patos, São Mamede, Taperoá e Uiraúna. 

A Araújo Rique & Cia, em 1937 adquiriu sua prensa hidráulica, equipamento de grande porte que era de fabricação alemã da marca Lindemann & Schnitzer, que tinha a capacidade média para prensar 25 fardos horários, com cerca de 35 toneladas de algodão diária. Seus armazéns tinham capacidade de armazenar cerca de 40.000 sacas frouxas de algodão, o que tornava uma das maiores e mais modernas do Nordeste. 

Nos anos cinquenta sofreu um grande incêndio em suas dependências. A antiga usina se localizava na Rua Miguel Couto, próxima ao Açude Velho, atualmente no local da antiga Araújo Rique & Cia, está localizada a revendedora de automóveis Cavesa.

O prédio da montagem foi construído em estilo Art D'ecó em meados da década de trinta. A arte gráfica foi desenvolvida no Google Sketch up 8, neste mês de junho de 2013. 

Nossos agradecimentos ao Colaborador Jônatas Rodrigues pela gentileza em nos enviar a arte acima.
 
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