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Fonte: Diário de Pernambuco (Acervo)
Fonte: Diário de Pernambuco (Acervo)
Com a chegada do trem à Campina Grande e a indiscutível impulsionada que este fato trouxe ao espaço urbano campinense, alguns comerciantes aproveitaram o momento para promover seus estabelecimentos, à exemplo dos que se seguem:
Panfletos: (in) QUEIROZ, Marcus Vinicius Dantas de. "Arquitetura e Cidade de Campina Grande em Transformação". 2008.
Enviado pelo amigo Rau Ferreira do "História Esperancence (http://historiaesperancense.blogspot.com/)", um trecho da reportagem (em duas partes) do jornal "A União" de 1927, sobre a inauguração do sistema de água de Campina Grande:
João Gonçalves nasceu em 29 de maio de 1936 em Campina Grande. "Desde de criança cantava e inventava parodias. Gostava de cantar qualquer estilo e ritmo. Na fase adulta em roda de bar e tomando umas e outras com os amigos; continuei cantando e compondo", disse João ao site ritmomelodia.mus.br.
Em 1976, Genival Lacerda gravou "Aí é que você se engana", "Ás de copas", "Munguzá de coco", "Porco mecânico", "Burrico da Gabriela", "Você já me fez sofrer" e "A mulher da cocada", todas em parceria dos dois. No mesmo ano, João gravou o LP "Pescaria em Boqueirão", seu maior sucesso da carreira de cantor.
Outras músicas suas também foram sucesso: A cobra de camelô (c/ Genival Lacerda) • A mulher da cocada (c/ Genival Lacerda) • Ás de copas (c/ Genival Lacerda) • Beth Close (c/ Genival Lacerda) • Burrico da Gabriela (c/ Genival Lacerda) • É aí que você se engana (c/ Genival Lacerda) • Galeguinho dos zoi azu (c/ Genival Lacerda).
O "Rei do Duplo Sentido" ajudou o nome de Campina Grande a se popularizar nacionalmente e até internacionalmente, quando sua música "A Cabritinha", tornou-se hit na Europa, através do cantor português Quim Barreiros.
Anexos:
Vídeo: Apresentação de João Gonçalves no programa "Momento Junino" - TV Borborema em 2003:
Vídeo: Reportagem sobre João Gonçalves no programa "Momento Junino" - TV Borborema em 2008:
A Rádio Cariri de Campina Grande através do programa Mesa de Bar (todas as quintas-feiras, 20 horas da noite), que realiza entrevistas com pessoas que tem história em Campina Grande, no dia 22 de outubro de 2009, entrevistou João. O áudio da íntegra da entrevista pode ser escutado abaixo:
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| Foto de 1982, quando funcionava uma unidade do Min. da Previdência (MPAS/INPS) em C.Grande |
Este belíssimo prédio, mantido incrivelmente intacto até os dias de hoje, localizado à Rua Miguel Couto, nas proximidades da CAVESA, serviu como instalação do Quartel da 7ª Divisão de Artilharia Divisionária do Nordeste, investida do Exército Brasileiro em Campina Grande, durante o período da II Guerra Mundial.
Foto: (in) "Lutas de Vida e de Morte", Josué Silvestre
Vergniaud Wanderley nasceu em Campina Grande (PB) no dia 11 de agosto de 1905, filho de Vigolvino Permínio Monteiro Wanderley e de Maria Augusta Borborema Wanderley.
Estudou no Liceu Paraibano e formou-se em dezembro de 1929, pela Faculdade de Direito de Recife.
Promotor público e juiz de direito em Blumenau (SC) de agosto de 1930 a 1935, atuou em seguida como chefe de polícia e secretário interino da Produção, Comércio, Viação e Obras Públicas da Paraíba. Ocupou, de 1935 a 1937, o cargo de prefeito de Campina Grande, ao qual retornou em 1940, exercendo-o até 1945. Sua administração municipal resultou na mais polêmica obra de re-estruturação urbanística que nossa cidade já constatou, realinhando ruas e alargando avenidas no Centro do Município promovendo, inclusive, a demolição de prédios e monumentos Históricos, hoje só conhecidos por fotos.
Após a extinção do Estado Novo (1937-1945), elegeu-se em dezembro de 1945 senador pela Paraíba à Assembléia Nacional Constituinte na legenda da União Democrática Nacional (UDN). Empossado em fevereiro de 1946, participou dos trabalhos constituintes e, após a promulgação da nova Carta (18/9/1946), permaneceu no exercício do mandato durante a legislatura ordinária que se seguiu, integrando a Comissão de Constituição e Justiça do Senado e a Comissão Especial de Inquérito sobre a Indústria Têxtil. Em 1947, votou contra a cassação dos mandatos dos parlamentares comunistas, após a suspensão da legalidade do Partido Comunista Brasileiro — então Partido Comunista do Brasil (PCB) — em inícios desse mesmo ano. A medida, proposta pelo senador Ivo d’Aquino, acabou sendo aprovada no Senado em 1948.
Nomeado ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) em dezembro de 1951, Vergniaud Wanderley renunciou ao mandato no mês seguinte, em janeiro de 1952, quando assumiu sua função de magistrado. Presidiu o TCU em 1957 e de 1962 a 1964. Aposentou-se como ministro em agosto de 1975.
Era casado com Maria Teresa Saraiva Wanderley.
Wanderley faleceu no Rio de Janeiro no dia 20 de novembro de 1986.
Uma das nossas primeiras postagens neste Blog foi a transcrição de uma das últimas entrevistas concedidas pelo ex-prefeito ao Diário da Borborema,
CLIQUE AQUI para conferir.
Fonte Consultada: http://cpdoc.fgv.br
Foto: (in) "Lutas de Vida e de Morte" Josué Silvestre
Elpídio Josué de Almeida nasceu em Areia (PB) em 1º de setembro de 1893, filho de Rufino Augusto de Almeida e de Adelaide de Almeida.
Cursou o Colégio Pio X na cidade da Paraíba, atual João Pessoa. Transferindo-se para o Rio de Janeiro, ingressou na Faculdade de Medicina, diplomando-se em 1918.
Integrou o Conselho Municipal de Campina Grande (PB) de 1929 a 1930 e o comitê de apoio ao programa da Aliança Liberal. Deixou o cargo de conselheiro após a vitória da Revolução de 1930, quando foram extintos os mandatos parlamentares de todos os níveis no país.
Com a redemocratização após a queda do Estado Novo (1937-1945) e o surgimento de novas agremiações, filiou-se ao Partido Libertador (PL). Foi eleito prefeito de Campina Grande no pleito suplementar de janeiro de 1947, exercendo o mandato até 1950. Desincompatibilizou-se para concorrer à Câmara pela Coligação Democrática Paraibana, formada pelo PL e pelo Partido Social Democrático (PSD). No pleito suplementar de março de 1951 elegeu-se deputado federal, com 17.283 votos, o segundo mais votado da coligação e do estado. Assumiu em setembro.
Em outubro de 1954 voltou a se eleger prefeito de Campina Grande. Exerceu o mandato até 1959. Desincompatibilizou-se e voltou a se candidatar a deputado federal pelo PL em outubro desse ano, mas não conseguiu se eleger. Dedicou-se, a partir de então, à medicina.
Era casado com Adalgisa Almeida, com quem teve quatro filhos, dois dos quais, Orlando e Antônio Almeida, foram deputados estaduais na Paraíba.
Publicou "Esquistossomose mansônica", sua tese de doutorado além do raríssimo "História de Campina Grande", em 1962, como membro do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba.
Elpídio de Almeida faleceu em Campina Grande em 26 de março de 1971.
Várias são as homenagens pelo seu importante papel desenvolvido na nossa cidade, à exemplo da Maternidade Pública Municipal que leva seu nome (ISEA: Instituto de Saúde Elpídio de Almeida), além do "viaduto" construído na Av. Floriano Peixoto.
Fonte Consultada: http://cpdoc.fgv.br
Foto: (in) "Lutas de Vida e de Morte" Josué Silvestre