Apertem os cintos, pois iremos fazer uma viagem a vários momentos da história de Campina Grande. São fotos encontradas na Internet, do acervo pessoal do blog e também de publicações diversas sobre Campina Grande:
FOTO 1:
Registro da antiga feira de frutas que existia na Rua Venâncio Neiva
FOTO 2:
Na imagem acima, observamos a Avenida Floriano Peixoto, esquina com a Maciel Pinheiro. Algumas casas ainda obstruíam a Avenida.
FOTO 3:
Antiga Rua dos Paus Grandes, hoje Rua João Alves de Oliveira.
FOTO 4:
Rua Vila Nova da Rainha. Por trás, a área aonde viria a ser instalada a Feira Central. Ao fundo, após o Açude Velho, o sítio onde seria construído o bairro de José Pinheiro.
FOTO 5:
Registro do Calçadão da Rua Maciel Pinheiro nos anos 80
FOTO 6:
Belíssima imagem encontrada no jornal "Gazeta do Sertão”. Podemos visualizar parte da Praça da Bandeira, o Colégio das Damas, o Prédio dos Correios e alguns prédios, inclusive o inacabado edifício dos Motta. A foto é de 1981.
FOTO 7:
Imagem aérea de Campina Grande, também extraída da "Gazeta do Sertão", do ano de 1984. A identificação fica a cargo do leitor.
FOTO 8:
A então "Nova Rodoviária de Campina Grande", inaugurada no Governo Wilson Braga. A imagem provavelmente é do fim dos anos 80.
FOTO 9:
Surpreendente registro histórico encontrado na Internet, mostrando a construção do antigo Grande Hotel na Avenida Floriano Peixoto
FOTO 10:
E finalizando o "top 10", imagem da Catedral e do antigo "Paço Municipal" da Avenida Floriano Peixoto
A propaganda acima relembra a Livro 7, antiga livraria de Campina Grande, que infelizmente não existe mais. É lamentável notar, que grandes centros de cultura em nossa cidade hoje são apenas lembranças, a exemplo também, da Livraria Pedrosa.
Campina Grande no ciclo do algodão era uma cidade pólo da região nordeste e ganhava com a somatória de investimentos e o crescimento econômico.
A população local vencia o drama do desemprego, com mais oportunidade e chance de uma vida melhor. O trabalho desenvolvido nas decadas de 20 e 30 resultou na vinda de algumas empresas do ramo textil, metalúrgica, insumos agrícolas e sisal.
No ramo de tecelagem, Campina Grande se transformou em sede des grandes fábricas de ponta e a estrutura necessária para a produção anual de algumas toneladas de fios de puro algodão.
Tempos atrás, o colaborador do blog “RHCG”, Diego Gayoso, nos cedeu algumas fotos do antigo acervo da CELB. Fotos estas que foram recuperadas por seu pai, antigo funcionário da ex-estatal campinense, que com certeza, seriam perdidas após o processo de privatização daquela empresa.
As fotos ainda não foram postadas em sua totalidade, devido à falta de identificação das mesmas. Assim, colocaremos algumas dessas imagens aqui no blog, para que nossos visitantes possam identificá-las, se assim for possível. Provavelmente, os anos das fotos compreendem o período 1969-1974.
Na seqüência, três imagens do acervo:
E finalizando, uma foto que conseguimos identificar. Trata-se das Boninas, no centro de Campina Grande:
Um dos locais mais fotografados da história de Campina Grande sem dúvida é a Rua Maciel Pinheiro. Aqui mesmo no blog, já perdemos a conta de quantas vezes já postamos imagens dessa rua. Abaixo, mais um registro, provavelmente dos anos 50 do século passado:
Outro registro histórico mostrando a visita do presidente Ernesto Geisel a Campina Grande no ano de 1978. O presidente Geisel foi o responsável pela atenuação do tenebroso Regime Militar, que comandou a vida brasileira durante boa parte do século passado:
Em 1989, Genival Lacerda gravou a música "O São João de Campina". Abaixo, nossos visitantes podem escutar a música que fala no evento maior de nossa cidade:
A música foi composta por Biliu de Campina (de quem ainda iremos falar nesse blog) e por Graça Góis, esposa de Genival Lacerda.
Os arquivos fotográficos abaixo são do acervo de Arnaldo Maia e de Ziza Tavares e nos foram enviados por José Ezequiel, do blog Tataguassu, que retrata a história do município vizinho de Queimadas.
Os registros históricos são do material de campanha do candidato a vereador José Honório Maia, datados de 1959. Na época, Queimadas ainda era um Distrito de Campina Grande e José Honório representava a localidade, obtendo nessa eleição, 770 votos, quando mesmo ficando na 11ª colocação entre os mais votados, não conseguiu ser eleito.
José Honório Maia
Todavia, José Honório assumiria o cargo de vereador de Campina Grande em 10 de maio de 1959. Segundo o blog Tataguassu: “Seu pai, José Maia Filho, foi líder Liberal em 1930, em Queimadas. Sua família se mantém na política de Queimadas ainda hoje por meio de Arnaldo Maia, seu sobrinho”.
Na imagem abaixo, fruto de um “brinde” de sua campanha, podemos visualizar o altar da Igreja de Bodocongó, material este, que Honório distribuía a seus eleitores:
Montagem feita por José Ezequiel
O altar em melhor resolução
(Agradecimentos a Jobedis Magno pelas melhorias na foto)
Concordamos com a afirmação de José Ezequiel, quando ele exclama como era diferente o material de campanha da época.
Fontes Utilizadas:
-Acervo de Arnaldo Maia (sobrinho de José Honório Maia) e Ziza Tavares, enviados ao blog “RHCG” por José Ezequiel Barbosa Lopes
-Site do TRE-PB
-http://tataguassu.blogspot.com
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