Serviço de Utilidade Pública - Lei Municipal nº 5096/2011 de 24 de Novembro de 2011
Criado por Adriano Araújo e Emmanuel Sousa
retalhoscg@hotmail.com

QUAL ASSUNTO VOCÊ ESTÁ PROCURANDO?

 
"De tudo o que ví no blog, esta é a foto que mais me emociona. Quando atravesso célere as amarras do tempo em preto e branco, somente vencidas pela lembrança, ...é aí que me detenho, na vertente direita, rumo ao carrossel que colorí, guiada pela saudade."
Abraços, Mônica Torres.

Mônica, este seu trabalho ficou de "arrepiar", nós é que agradecemos tamanha dedicação.

(Equipe RHCG)

11 comentários

  1. Valfrêdo Farias on 22 de junho de 2012 10:04

    Perfeito. Esse é o tipo de foto que emociona mesmo.

     
  2. Anônimo on 22 de junho de 2012 12:57

    Sensacional!!!

     
  3. Anônimo on 22 de junho de 2012 14:21

    De que ano será essa foto?

     
  4. Valfrêdo Farias on 22 de junho de 2012 18:18

    Acredito que deva ser de meados dos anos 60. Pode-se ver Fusquinhas, dois DKW Vemag (muito provavelmente taxis, pois ali havia uma praça de taxi) e estacionada na descida à direira uma Rural. Um detalhe é que a pracinha do outro lado da rua era chamada de Praça da Ternura, que fora anexada à Clementino Procópio. Fantástico registro. É como se mergulhássemos na fotografia.

     
  5. Anônimo on 22 de junho de 2012 21:45

    Escondido pelos coqueiros(no lado direito da foto)dá prá se ver o "jipinho" que era um pequeno carrossel -movido à feijão -bem baratinho que sempre encerrava o passeio diário até a praça.
    No fim da tarde, antes de ir para casa jantar,se comprava um saquinho de pipoca e encerrava o dia dando umas voltas no "jipinho".
    Bom demais!
    Detalhe: no local onde era armado o "jipinho", existe hoje um monumento em homenagem a colônia portuguesa.

     
  6. Edmilson Rodrigues do Ó on 22 de junho de 2012 21:47

    Memória fantástica; estas eram as cores originais do Hotel Ouro Branco, um empreendimento Nivaldo Rique. Mais um legado da familia João Rique Ferreira que teve uma passagem marcante no cenário desenvolvimentista de Campina Grande.João Rique iniciou suas atividades empresariais nos velhos tempos do algodão (Araújo, Rique & Cia.). Tendo em vista a importância econômica do algodão, o cognominaram de "ouro branco". Daí, o nome do hotel.

     
  7. Anônimo on 23 de junho de 2012 19:39

    Não mudou nada os prédios na rua.

     
  8. Ludy on 23 de junho de 2012 23:38

    Foto perfeita até a peixaria está retratada.

    Uma obra-prima!

     
  9. gustavo ribeiro on 25 de junho de 2012 11:13

    Mudar um nome belíssimo, que retratava uma época da cidade, HOTEL OURO BRANCO, para ONIGRAT (sic) que nada mais é que um sobrenome ao contrário, além de uma vaidade tola, para mim é também forma de ignorar a importância do próprio empreendimento. Bom seria a volta do nome original.
    A história de Campina agradeceria se essa ação fosse tomada pela família Targino, sem qualquer prejuízo a sua relevância no cenário Campinense.

     
  10. gustavo ribeiro on 25 de junho de 2012 11:28

    Lembrei que os bancos, que acatam sugestões das grandes agencias, usam: Cliente desde tal ano. Pesquisas atestam que o crédito aumenta para quem é cliente ha mais tempo e isso tá estampado na folha do cheque. As grandes marcas também usam o DESDE tal ano, para mostrar a credibilidade do produto. Será que isso já não seria motivo suficiente para, numa peça publicitária do hotel, fosse incluída a volta do HOTEL OURO BRANCO?

     
  11. Valfrêdo Farias on 25 de junho de 2012 20:57

    Sem falar, Gustavo, que o grupo ainda mantem o nome "Ouro Branco" para dois de seus hotéis: um em João Pessoa e outro em Maceió.

     


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